Mostrando postagens com marcador pascoa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pascoa. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de abril de 2014

A ressurreição de Cristo


Contradições (?) da Bíblia - 7
Uma conversa com meu amigo Fellipe rendeu o seguinte assunto: os relatos da ressurreição de Jesus são diferentes em cada evangelho. O evangelho de Marcos diz que Madalena, Maria “mãe de Tiago” e Salomé foram ao sepulcro (Salomé às vezes é chamada “Maria Salomé”, de onde a expressão “as três Marias”). Elas viram um anjo, mas a princípio não contaram nada a ninguém. E como Jesus apareceu primeiro a Madalena, foi ela quem contou depois aos discípulos o que vira.
Já Lucas diz que Madalena, Joana, Maria “mãe de Tiago” e outras mulheres não especificadas viram a pedra revolvida. Entraram, não viram o corpo, e só então viram dois anjos. Instruídas por eles, voltaram e contaram aos discípulos.
Mateus diz que eram duas mulheres: Madalena e “outra Maria”. Viram a pedra removida e um anjo sentado. Instruídas por ele, voltaram e contaram aos discípulos. Também relata que houve um terremoto e que o anjo tirara a pedra.
Mas João só relata Madalena. Ela viu a pedra removida, mas não anjos. Voltou e falou com Pedro e João. Eles entraram e então ela viu dois anjos, e depois Jesus. Só aí ela voltou e contou aos outros discípulos.
Com base nessas diferentes versões, alguns tentam desacreditar a Bíblia, dizendo que tudo é um mito, a ressurreição e o próprio Jesus. Dizem que foi uma lenda “espalhada pela Igreja”, e que a prova da farsa é a contradição entre os evangelhos.
Mas se a gente estudar direitinho, veremos que tentar atacar a Bíblia em cima dessas diferenças é bobagem. Os evangelistas escreveram com base nos depoimentos das pessoas que viveram esses eventos, e não numa entrevista coletiva ou num press-release da assessoria de imprensa de Jesus, por isso os testemunhos diferem entre si; mas apenas nos detalhes. Ao contrário do que afirmam, se todos os evangelhos – e aqui ouso dizer, os canônicos e os apócrifos – fossem iguais, pasteurizados, aí sim estaria tudo sob suspeita... Veja:
Estão presentes em apenas um relato - Salomé; Joana; Madalena (desolada, chorando); Pedro e João entrando na tumba primeiro; outras mulheres não especificadas; o terremoto; guardas aterrorizados;
Constam em dois relatos - Maria (mãe de Tiago); Pedro entrando no sepulcro; um anjo (em Mateus e Marcos); dois anjos (em Lucas e João);
Constam em 3 relatos - a ordem para ir contar aos outros; o lembrete de que isto tudo era o cumprimento do que Ele dissera;
O que é igual em todos - domingo bem cedo; quem vê Jesus primeiro é uma mulher; Madalena sempre está presente; o sepulcro aberto e vazio; mulheres atemorizadas; avistamento de anjos (um ou dois); uma palavra de consolação (
“Porque procuras? Ele não está aqui”); mulheres voltam e contam aos discípulos.
Então, vejamos. Alguns autores afirmam que Marcos foi o primeiro a escrever o que lhe relatara Pedro – testemunha ocular da História. Isso significa que Marcos é uma espécie de introdução, a que Mateus e Lucas, posteriores, dão maiores detalhes. João foi o último a escrever, e nos dá informações que os outros não dão. Por exemplo, uma descrição pormenorizada da última ceia, que ocupa cinco capítulos inteiros de seu evangelho. Ao mesmo tempo, ele pula o sermão profético, já documentado pelos outros três (Mateus 24/25, Marcos 13 e Lucas 21). A viúva de Naim, a ressurreição de Lázaro, algumas parábolas etc., também não estão em todos os evangelhos.
Assim, temos a maioria dos estudiosos sérios dizendo que essas diferenças são desprezíveis do ponto de vista do sentido total das Escrituras. Josh McDowell diz que “embora relatem alguns detalhes de forma diferente, os Evangelhos concordam em todos os pontos importantes... Jesus foi morto e sepultado; Algumas seguidoras, incluindo Maria Madalena, visitaram a tumba no domingo pela manhã e a encontraram vazia. Os discípulos não estavam preparados para Sua morte, estavam confusos e não se convenceram da ressurreição. Então Jesus apareceu vivo aos seus discípulos, que então começaram a ser proclamadores da mensagem de Sua ressurreição”. E cita Wilbur Smith: “Nessas verdades fundamentais não há absolutamente nenhuma contradição. As assim chamadas variações nas narrativas são somente os detalhes que mais se fixaram na memória de uma ou outra testemunha da ressurreição, ou na memória dos escritores do NT”.
A ressurreição é um fato histórico; alguns detalhes podem divergir, mas o fato verdadeiramente  ocorreu: Lucas atesta que Jesus “se apresentou vivo, com muitas provas infalíveis, aparecendo-lhes por espaço de quarenta dias” (Atos 1:3). Neste link encontramos explicações sobre as tais “diferenças superficiais”.
E mais, “o problema em se focar em discrepâncias é que nós tendemos a perder a visão da floresta por causa de algumas árvores. O fato mais importante é que os evangelhos são incrivelmente harmoniosos no que eles relatam. As discrepâncias entre eles são em detalhes secundários”.
Este link mostra a congruência entre fontes diferentes, e lista ainda outras diferenças entre as narrativas (última ceia, crucificação etc.), mas uma frase importante é: “Uma vez que a historicidade da tumba vazia é posta, a disputa sobre a quantidade de anjos lá presentes simplesmente não importa”. McDowell diz que é possível que houvesse mesmo dois anjos, e que apenas um falou; ou ainda, que Madalena viu apenas um; afinal, depois de tanto chorar, ela nem mesmo reconheceu Jesus. Pedro e João não viram anjos, mas isso não quer dizer que não havia anjos, mas sim que Pedro e João não os viram. E se Mateus, que escreveu seu texto depois, “entrevistou” alguém que testemunhou o terremoto? E se essa mesma testemunha não falou com os outros evangelistas, e por isso eles não mencionam o terremoto? Me lembrei também que a partilha da túnica de Jesus só lemos em Mateus e João, em Lucas e Marcos não. E daí? Não vejo nenhum problema nisso.
William Lane Craig diz: “João prioriza [Madalena] em seu relato [...] mas sabe sobre as outras mulheres, como é evidente nas palavras de Maria, ‘Eles retiraram o Senhor da tumba e nós não sabemos onde o colocaram’ (João 20:2, compare com 20:13). Nós não sabemos todos os nomes das outras mulheres presentes, mas entre elas estavam outra Maria, mãe de Tiago, e Salomé. O fato de mulheres aparecerem nas narrativas como descobridoras da tumba vazia, é, a propósito, um dos fatos mais convincentes, que leva a maioria dos estudiosos a aceitar a historicidade da narrativa”. Isto se dá em razão de que o testemunho de mulheres geralmente não era aceito como prova de qualquer coisa, entre os judeus antigos. Ora, se toda a história fosse falsa, não seria mais lógico criar uma narrativa onde os homens tivessem visto tudo e contado aos demais? Por que deliberadamente colocar o relato na boca de mulheres?
É mais ou menos como eu disse sobre o caso do João Saldanha e o goleiro Manga. Não se trata de um Globo Repórter, ou do Discovery Channel, onde se procura todos os mínimos detalhes, fazer acareação entre as testemunhas, passar pelo detector de mentiras. Eram fatos conhecidos de todos naqueles dias em Israel: as testemunhas ainda viviam muitos anos depois (I Coríntios 15:6), e os evangelistas registraram com tinta e papel (ou papiro) o que delas ouviram. É óbvio que haveria diferença entre um relato e outro; o que não invalida nenhum deles, pois o núcleo dos acontecimentos é o mesmo em todos.
Resumo: um grupo de mulheres foi ao sepulcro, Madalena, Maria “mãe de Tiago”, Joana, Salomé e mais duas ou três, que seja. Um evangelista citou só Madalena; outro citou Madalena, Maria (mãe de Tiago), Joana, e “outras mulheres” não especificadas (Lucas 24:10); e outro citou Madalena, a mãe de Tiago e Salomé. Todos estão certos ou todos estão errados? Todos estão certos, mesmo não tendo cada um, separadamente, feito o relato “completo”.  Madalena vai à frente. Ela vê a pedra remexida, um anjo ao lado, o sepulcro vazio. Outro anjo está lá dentro, sentado. Todas voltam atemorizadas, pensando que o corpo de Jesus foi retirado; não dizem nada, mas Madalena acaba por contar o que vira. Pedro e João não acreditam; correm ao sepulcro, Pedro entra primeiro, João depois; eles vêem os panos mas não anjos. Eles retornam, talvez desolados e confusos. Madalena agora está do lado de fora chorando; ela olha para dentro e vê dois anjos sentados onde estivera o corpo. Jesus aparece e diz para ela voltar e contar que Ele ressuscitou. Até então os discípulos ainda pensam que o corpo foi roubado e não compreendem o que houve, “porque não entendiam a Escritura” (João 20:9). Mas depois Jesus aparece entre eles, que finalmente crêem e entendem tudo. Veja que só então (Lucas 24:45-48) Jesus “lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras”.
Ou seja, o cerne do Evangelho é este: Jesus veio, viveu entre nós, foi morto, ressuscitou ao terceiro dia e depois subiu para o Pai. Isto é a mensagem central que está preservada.
Neste link pelo menos um autor concorda que a narrativa não poderia ser forjada, pois seria um erro deixar circular versões diferentes, e que ninguém de sã consciência morreria por uma fraude. No fim das contas, eu tenho sempre dito que ou a gente crê ou não crê. Já me disseram que alguém viver 900 e tantos anos é uma impossibilidade natural. Ora, existe maior impossibilidade natural do que alguém ressuscitar dentre os mortos depois de três dias?
Para mim, pesquisar essas coisas só aumenta a minha fé. Como diz o Mário Persona, a Bíblia não depende de eu crer ou não para ser Verdadeira...

= = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = = =
Curiosidades:
Salomé é tida pela tradição católica como irmã da mãe de Jesus (João 19:25); também esteve aos pés da cruz, com João e outras mulheres como Madalena e Maria “mulher de Clopas”. Ao contrário do que podemos supor, “Salomé” é um bom nome: comum entre os judeus, é o feminino de “Salomão”, que significa “paz” (a mesma raiz da palavra “shalom”, que também está no nome da cidade santa, Jerusalém). Temos uma imagem ruim do nome “Salomé” por causa da outra Salomé, a que pediu a cabeça de João Batista. A Salomé que acompanha as outras mulheres ao túmulo na manhã de domingo é uma discípula, esposa de Zebedeu (Mateus 20:20), e mãe de Tiago e João (Marcos 3:17), que assim seriam primos de Jesus (?). Joana é a “mulher de Cuza, procurador de Herodes” (Lucas 8:3). Maria “mulher de Clopas” (João 19:25) seria mãe de Tiago Menor e de José (Mateus 27:56, Marcos 15:40). Clopas, ou Cleofas, seria um dos discípulos do caminho de Emaús (Lucas 24:18).

500.120

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Páscoa: Jesus ressuscitou!

Eu ia escrever algo sobre a Páscoa, mas descobri que tudo o que podia ser dito já o foi, tipo
aqui e aqui. Lembrei-me, por exemplo, da besteira que é o tal coelhinho da páscoa e as toneladas de chocolate vendidas e devoradas a cada ano. Já falei aqui sobre a herança pagã que o catolicismo incorporou, e disso até se orgulha, assumindo o tal “sincretismo religioso”, por mais abominável que seja. Para o cristão verdadeiro isto é página virada. Mas vejo que muitos que fogem dessas festas populares, como alternativa comemoram a páscoa judaica em suas igrejas, templos e congregações. Será que isto é o mais acertado? Pesquisei a respeito e descobri dois textos da Chamada da Meia Noite, que resumi e reproduzo a seguir, e que a meu ver refletem uma posição extremamente equilibrada:
- É verdade que o Cordeiro Pascal simboliza Cristo?
- A “Última Ceia” de Jesus com os discípulos não era a Páscoa?
- Cristo não deu a ela um significado novo, dizendo que deveria ser celebrada continuamente até a Sua volta?
É preciso esclarecer: a refeição da Páscoa, o cordeiro, tem um significado histórico envolvendo uma aliança eterna (Gênesis 17:7; 1 Crônicas 16:15-18, etc.) a respeito da Terra Prometida. Esse significado não pode ser mudado. Aos judeus (e não aos gentios) é ordenado guardar a Páscoa para sempre (Êxodo 12:14). O próprio Cristo não poderia ter dado um “novo significado” para a Páscoa.
Mas a “Última Ceia” não era a Páscoa. Ela ocorreu na noite “antes da Festa da Páscoa” (João 13:1) e sem um cordeiro. Na manhã seguinte os judeus ainda estavam se purificando para “comer a Páscoa” (João 18:28). Aquela tarde, quando Cristo estava sobre a cruz, era ainda a “parasceve pascal [preparação da Páscoa](João 19:14). Os cordeiros ainda estavam sendo sacrificados para serem comidos na refeição da Páscoa naquela noite.
- Mas Jesus não disse: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento” (Lucas 22:15)?
Sim, mas “esta Páscoa” não é a mesma com o cordeiro assado guardada somente pelos judeus em memória da libertação do Egito. “Esta Páscoa” foi algo novo, inaugurado por Cristo, a ser comemorado com pão e vinho (em memória do Seu corpo partido e de Seu sangue derramado) por todos que crêem nEle (judeus e gentios).
- Por que, então, Jesus chamou essa nova instituição de Páscoa?
Porque como Israel foi libertado do Egito pela morte de um cordeiro, assim ela comemora a libertação, dos que crêem, do pecado, do mundo pecaminoso e do julgamento por vir, através do verdadeiro “Cordeiro de Deus”: “Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha” (1 Coríntios 11:26). Paulo disse: “Pois também Cristo, nosso Cordeiro pascal, foi imolado” (1 Coríntios 5:7).
O propósito dos sacrifícios de animais (remissão pelo pecado) era mostrar ilustrações físicas da verdade espiritual, além da nossa presente compreensão. Cristo continuamente usou ilustrações físicas para explicar verdades espirituais: (“beber a água que Eu lhe der... Eu sou a videira verdadeira... a porta... o pão da vida... a não ser que coma a minha carne e beba o meu sangue...” etc.). Nós fazemos o mesmo hoje. Por exemplo, cantamos hinos a respeito de sermos “lavados no sangue do Cordeiro”, mas não estamos falando literalmente. Erros profundos ocorrem quando símbolos são tomados como substância, tais como a hóstia que é aceita como o verdadeiro corpo de Cristo. Seria como se precisássemos comer páginas da própria Bíblia para nos “alimentar da Palavra de Deus” (Deuteronômio 8:3; Jeremias 15:16; 1 Pedro 5:2, etc.). O significado por trás do cordeiro do sacrifício vai muito além dos nossos mais altos pensamentos. Na visão de João “o Leão da tribo de Judá... prevaleceu para abrir o livro”. Virando-se para ver o “Leão” ele viu “um Cordeiro como tendo sido morto” (Apocalipse 5:5-6). Como pode um leão poderoso aparecer como um cordeiro que acaba de ser morto? E de que maneira poderia Cristo ser visto como tal no céu? Da cidade celestial sabemos que “o Cordeiro é a sua lâmpada” (Apocalipse 21:23). A Bíblia termina referindo-se ao trono eterno de Deus e do Cordeiro (Apocalipse 22:1,3). Somente podemos nos prostrar maravilhados e gratos, regozijando-nos porque um dia iremos nos juntar aos redimidos em volta do trono, entoando o coro eterno: “Digno é o Cordeiro que foi morto(Apocalipse 5:12). Finalmente O veremos como Ele é (1 João 3:2) e compreenderemos totalmente, tendo sido transformados em Sua imagem por toda a eternidade!
Desviemos nosso olhar do Calvário para o sepulcro! Ele está aberto, a pedra se foi! O sepulcro está vazio. “Mas o anjo, dirigindo-se às mulheres, disse: Não temais; porque sei que buscais Jesus, que foi crucificado. Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Vinde ver onde ele jazia” (Mateus 28:5-6). Mais tarde Ele apareceu a Seus discípulos temerosos, sem censurá-los por não terem sido fiéis até o fim. Ele colocou-Se em seu meio saudando: Shalom! Paz!
Jesus rompeu as correntes da morte e saiu do sepulcro. Que enorme poder foi manifestado ali! Jamais, no Universo inteiro, havia entrado em ação algo tão grande! A morte, o último inimigo, foi vencida! Todos os descendentes de Adão estavam sujeitos a ela, que fazia da terra um cemitério. Até então, a morte era soberana, pois alcançava a todos com implacável certeza: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Romanos 5:12). “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto o juízo” (Hebreus 9:27).
Jamais conseguiremos avaliar a profundidade dos sofrimentos da morte de Jesus. Nunca poderemos entender a gravidade da ira de Deus sobre o pecado, a gravidade do juízo que Jesus tomou sobre Si. Esse foi o preço que Ele pagou pela vitória da ressurreição: “Ele, Jesus, nos dias da sua carne, tendo oferecido, com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade” (Hebreus 5:7). A Bíblia Viva diz: “Ainda mais, enquanto estava aqui na terra, Cristo suplicou a Deus, orando com lágrimas e agonia de alma ao único que O salvaria da morte (prematura). E Deus ouviu as orações dEle por causa do seu intenso desejo de obedecer a Deus em todos os momentos”.
Desde então, os filhos de Deus são incluídos no triunfo da ressurreição: “...o qual não só destruiu a morte, como trouxe à luz a vida e a imortalidade, mediante o evangelho” (2 Timóteo 1:10). Quem nasceu de Deus é participante da ressurreição e da vida eterna na glória: “Em verdade, em verdade vos digo: se alguém guardar a minha palavra, não verá a morte, eternamente” (João 8:51). Um ser humano jamais poderia afirmar algo assim a respeito de si mesmo. Mas essas são palavras ditas na autoridade suprema e com o poder dAquele que venceu a morte.
A morte não consegue mais reter nenhum filho de Deus. Aqueles que são propriedade de Jesus, que têm fé no Senhor, não verão a morte nem o inferno. Nem o purgatório ou algum “fogo purificador” são mencionados em qualquer parte da Palavra de Deus. Caso existissem, Jesus nos teria informado a respeito. Ao ladrão da cruz Ele disse: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso” (Lucas 23:43).Quem foi crucificado com Cristo também ressuscitará com Ele: “Pois se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em sua companhia, os que dormem. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto: nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum precederemos os que dormem. Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1 Tessalonicenses 4:14-16).

Esse é o nosso júbilo de Páscoa!  O Vencedor da morte nos conduzirá em Sua vitória para muito além do sepulcro, até a grandiosa glória do céu!

 

(Compilado de Chamada da Meia Noite, em http://www.chamada.com.br/mensagens/cordeiro_de_deus.html e http://www.beth-shalom.com.br/artigos/jubilo_pascoa.html; ao contrário de alguns blogueiros, publico o devido crédito à fonte original do texto)

76210

quinta-feira, 25 de março de 2010

Não foi na sexta-feira

Durante a semana chamada "santa", pessoas fazem penitência
por todo o mundo, param de comer carne, distribuem ovos de chocolate e às vezes até pensam com tristeza no sacrifício de Jesus. Até choram com pena de Jesus, coitado, que era tão bom, mas sofreu nas mãos dos romanos e judeus malvados. O senso comum, poluído pela tradição e avesso à investigação bíblica, diz que "a paixão" de Jesus foi numa sexta-feira, e daí o nome "sexta-feira da paixão" ou "sexta-feira santa". Mas isso faz sentido?
A "Regra de Ouro" da interpretação é:
"Quando a interpretação direta-imediata e literal das Escrituras faz sentido, não procure nenhuma outra interpretação. Portanto, interprete cada palavra no seu sentido literal, usual, costumeiro e mais comumente usado, a não ser que os fatos do contexto imediato indiquem claramente o contrário, quando estudados à luz de passagens correlatas e de verdades fundamentais e axiomáticas." (Dr. David L. Cooper).
A interpretação segundo esta regra é chamada de Interpretação Literal-Gramatical, e é a única interpretação que honra e é consistente com a soma de tudo que Deus diz sobre a Sua própria Palavra Escrita; é a única interpretação aceitável pelos verdadeiros crentes; é a única interpretação usada antes de Orígenes ter contaminado a cristandade com a mortal peçonha do alegorismo.
À luz desta regra de ouro da interpretação, examinemos Mateus 12:40: "...assim estará o Filho do homem três dias e três noites no seio da terra". Ora, este verso clara e irresistivelmente demole a teoria de que Cristo morreu numa sexta-feira. Se tivesse sido assim, Ele teria ficado no seio da terra somente 2 noites (da sexta para o sétimo dia e do sétimo dia para o domingo)! Portanto, Cristo teria errado ou mentido ao proferir a profecia acima, e não poderia ser Deus, uma vez que é impossível que Deus minta ou erre!
Ah, você pergunta: "Mas isto não se choca com Marcos 15:42, com Lucas 23:54, 56, e com João 19:31??? Que ensinam que o dia subseqüente ao da crucificação foi um sétimo dia??? Se o dia seguinte foi um sétimo dia, então não tem o dia da crucificação de ter sido uma sexta-feira???..."
"Ao cair da tarde, como era o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado". (Marcos 15:42).
"E era o dia da preparação, e amanhecia o sábado". (Lucas 23:54).
"Então voltaram e prepararam especiarias e ungüentos. E no sábado repousaram, conforme o mandamento". (Lucas 23:56).
"Ora, os judeus, como era a preparação, e para que no sábado não ficassem os corpos na cruz, pois era grande aquele dia de sábado, rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas, e fossem tirados dali". (João 19:31).

Não, não e não.

A palavra "sábado", usada em Marcos 15:42, Lucas 23:54,56 e João 19:31, somente tinha um sentido literal-gramatical OBRIGATÓRIO, que é o de "cessação, repouso dos trabalhos". Portanto, a palavra "sábado" podia ser e era usualmente aplicada em dois sentidos:
(1) o sétimo dia da semana: "Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho; mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus. Nesse dia não farás trabalho algum, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o estrangeiro que está dentro das tuas portas. Porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou; por isso o Senhor abençoou o dia do sábado, e o santificou". (Êxodo 20:8-11).
(2) um outro dia qualquer, desde que Deus também tivesse ordenado que fosse de cessação dos trabalhos. No caso em pauta, é o dia da preparação ou primeiro dia da Festa dos Asmos, Deus determinara cessação dos trabalhos: "E aos quinze dias do mesmo mês haverá festa; por sete dias se comerão pães ázimos. No primeiro dia haverá santa convocação; nenhum trabalho servil fareis" (Números 28:17-18).
Ora, uma vez que Mateus 12:40 só tem um sentido literal-gramatical possível (três dias literais mais 3 noites literais), fica definitivamente demolida a teoria da crucificação na sexta-feira!
Portanto, à luz de Mateus 12:40, podemos concluir, com toda segurança, que a crucificação só pode ter sido numa quarta ou numa quinta-feira.
Analisemos mais estas duas únicas outras possibilidades:
a) Crucificação na quinta-feira (se o dia de repouso, correspondente ao 1° dia dos Asmos, caiu numa sexta-feira); neste caso, as três noites seriam:
1 - a da quinta-feira para a sexta-feira;
2 - a da sexta-feira para o sétimo dia (sábado); e
3 - a do sábado (sétimo dia) para o domingo;
e os três dias (períodos de luz do sol) não seriam completos, mas seriam aproximadamente assim:
1 - finzinho da tarde da sexta-feira - o embalsamamento do corpo do Senhor e o lacramento da pedra (porta do túmulo) teriam que ter sido feitos antes do anoitecer;
2 - todo o dia (período de luz de sol) do sétimo dia; e
3 - comecinho do dia (período de luz do sol) do domingo.
Isto acarreta dois problemas incontornáveis.
O primeiro  é que Cristo teria ficado sob o seio da terra desde a tarde da quinta feira até pouco depois do raiar do sol do domingo, no máximo 62 a 64 horas. O segundo problema, de gravidade irresistível, é que João, o apóstolo, diz que Cristo já ressuscitara quando ainda era escuro! "E no primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro". (João 20:1). Assim, não houve sequer o "3 - comecinho do dia (período de luz do sol) do domingo"! Então fica definitivamente demolida a teoria da crucificação na quinta-feira!
b) Crucificação na quarta-feira (se o dia de repouso, correspondente ao 1° dia dos Asmos, caiu numa quinta-feira).
Analise a cronologia a seguir, e veja como ela se enquadra natural e perfeitamente com toda a Bíblia:
- Cristo morreu na quarta-feira, que era véspera do "grande sábado", ou seja, um "sábado especial" (João 19:31);
- A tumba, após o longo embalsamamento do corpo de Cristo, foi fechada e lacrada, provavelmente próximo ao raiar o sol da quinta-feira (é exatamente no instante do fechamento da tumba que começaram os 3 dias e 3 noites profetizados em Mateus 12:40). Explicação: estar no seio da terra pode significar estar totalmente envolto por ela, profundamente sob ela, fechado por ela, a porta fechada; assim, os 3 períodos de 24 horas somente são contados entre o fechamento da porta e a saída de Jesus ressuscitado); e
- Cristo ressuscitou exatamente 72 horas depois do lacramento da porta, provavelmente próximo ao raiar o sol do domingo; logo após, retirou-se atravessando a pedra da porta; só depois a pedra-porta do túmulo foi removida - não para dar passagem ao corpo glorificado de Cristo, que podia atravessar matéria, mas sim para os soldados verem o milagre; e para Pedro, João e as mulheres verem o túmulo vazio e até entrarem nele, para testificarem.
Para maior clareza, vamos repetir:
As 3 noites, totalizando 36 horas, podem ter sido:
- a da quinta-feira para a sexta-feira (18:00 às 6:00 horas = 12 horas);
- a da sexta-feira para o sétimo dia (18:00 às 6:00 horas = 12 horas); e
- a do sétimo dia para o domingo (18:00 às 6:00 horas = 12 horas).
E os 3 dias (períodos de sol), totalizando 36 horas, podem ter sido:
- o da quinta-feira (6:00 às 18:00 horas = 12 horas);
- o da sexta-feira (6:00 às 18:00 horas = 12 horas); e
- o do sétimo dia (6:00 às 18:00 horas = 12 horas).
Tudo isto casa com o fato de que, segundo complexos relacionamentos das mudanças de calendário e cuidadosos cálculos astronômicos (a páscoa dependia do ciclo lunar) os mais cuidadosos estudiosos determinaram que o dia 15 do mês de Nissan do ano 32 (começo da festa dos Asmos) foi uma quinta-feira, mas foi também um sábado (dia santificado para cessação de trabalhos e repouso, por ser o 1o. dia da festa dos pães asmos), de modo que o dia da quarta-feira, sua véspera, podia ser legitimamente chamado de "véspera do sábado".
Fica definitivamente provado que a crucificação de Cristo foi numa quarta-feira.
Pastor Hélio M. da Silva
(Preparado por Daniel Borges 01/05/2003)
26680

domingo, 5 de abril de 2009

Páscoa sim, mas "quaresma"...

A Páscoa (do hebraico
Pesach = passagem) é considerada, ao lado do Natal, uma das mais importantes festas da cristandade. Na Páscoa, os cristãos celebram a Ressurreição do Senhor, ocorrida nesta época do ano, quando Jesus foi condenado pelo governador (praefectus) romano Pôncio Pilatos. Como se sabe, esses fatos se deram durante o Pesach, ocasião em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.

A palavra Páscoa advém do nome em hebraico ao qual a data cristã acabou intimamente ligada, não só pela posição no calendário, mas também pelo sentido simbólico de “passagem”. A última ceia de Jesus com os discípulos ocorreu, na verdade, na véspera, no “sêder do pesach” – antes da festa judaica, de acordo com os Evangelhos. Decerto, há similaridades entre as duas festas: assim como os judeus foram libertos, os cristãos são livres do pecado; assim como o sangue de um cordeiro, aspergido nos umbrais das portas, livrava da morte, o sacrifício de Jesus garante a salvação eterna do cristão. Na Sua infinita sabedoria, Deus preparou toda a simbologia judaica para apontar para o sacrifício definitivo e suficiente de Seu Filho na cruz.
Mas hoje a Páscoa está totalmente descaracterizada. O protagonista deixou de ser Jesus e passou a ser o coelho e montanhas de “ovos de páscoa”, para alegria das crianças e fábricas de chocolate. Os pretensos religiosos tentam passar uma imagem de santidade e contrição, evitando comer carne e elevando astronomicamente o preço do bacalhau.
O que isto tem a ver com a verdadeira Páscoa? E de onde vieram esses costumes? Será que os primeiros cristãos davam ovos uns aos outros? Pedro ou Paulo acaso dirigiram cultos de Páscoa? Os apóstolos faziam algum tipo de lamentação em honra da “paixão de Cristo”, com abstinências, jejum e dias “santos”? De onde veio a “sexta-feira da paixão”? Como surgiu a “quaresma”? A igreja primitiva comia bacalhau? Quem inventou a semana chamada “santa”?
Certamente as Escrituras jamais associaram a sexta-feira chamada “santa” com peixe. Na verdade, tudo aponta é para o mais baixo e vil paganismo. “Freya”, uma antiga divindade da paz, alegria e fertilidade, era simbolizada por um peixe. Curiosamente, dela vem o nome inglês “friday” (sexta-feira). Entre os chineses, o peixe também era símbolo da fertilidade, assim como para os assírios, fenícios, babilônios e outros povos, por uma simples razão: um prosaico bacalhau põe, anualmente, mais de 9 milhões de ovos! Um linguado, um milhão, o esturjão, 700 mil, e por aí vai. O peixe também era símbolo de Vênus, deusa do amor e da sensualidade. Seu dia sagrado era a sexta-feira, quando se comia peixe em sua honra. O peixe também era visto como sagrado para Astarote, deusa fenícia que chegou a ser adorada por israelitas apóstatas na Antiguidade.
Também no idioma inglês, a palavra que designa a páscoa é “easter”. A tradução correta seria feita a partir da palavra grega “pascha”, que não tem tem qualquer relação com “easter”; ora, sabe-se muito bem que “easter” não é uma expressão cristã. Não é nada mais nada menos do que a forma moderna de “Eostre” (uma deusa germânica da primavera, homenageada todos os anos no mês de Eostremonat), “Ostera”, “Astarte”, “Astarote” ou “Ishtar”.
Outro lamentável costume vem de tradições que em nada revelam Cristo: os ovos “de páscoa”, coloridos e alegremente comidos por crianças inocentes e adultos descontrolados. Mas de fato isto vem de outro mito, segundo o qual um ovo enorme caíra do céu no Rio Eufrates, em tempos imemoriais. Deste ovo foi chocada a deusa Astarte (Easter). O mito se espalhou, e na Europa druídas celtas carregavam o emblema do ovo em suas cerimônias. Nos templos pagãos, ovos coloridos eram usados como símbolos da fertilidade. A procissão da deusa da agricultura, Ceres (de onde vem a palavra “cereal”) em Roma era precedida por um ovo. Na China se usavam ovos coloridos nos festivais sagrados. Entre os egípcios, associava-se o ovo ao deus do sol – um ovo dourado.
Durante a Idade das Trevas, quando catolicismo multiplicou suas superstições e adotou costumes pagãos, buscou-se “cristianizar” essas práticas, sugerindo que, assim como um pintinho sai do ovo, assim também Cristo saíra do túmulo. O “papa” Paulo V (1605-1621) mandou que se rezasse assim: “Abençoa, Senhor, esta tua criatura de ovos, para que se torne um sustento completo para teus servos, comendo-os em rememoração de nosso Senhor Jesus Cristo”! (Enciclopédia Católica, vol 5, p. 227, artigo “Páscoa”).
O mesmo ocorreu com o coelho. Um bichinho de estimação popularizado por sua imagem simpática, mas que acabou associado, de uma forma ou outra, a símbolo da fertilidade, com significado pesado de sexualidade e promiscuidade, e agora se misturou a uma das mais prezadas datas da Cristandade!
A sexta-feira chamada “santa” fica no final do período chamado “quaresma”, 40 dias de lamentações e penitências. Não há indícios disto na Bíblia; então, como surgiu essa aberração? Novamente, os que se arvoram os únicos intérpretes de Deus na Terra, lá de seus castelos em Roma, concordaram na mistura com as práticas pagãs.
Na Babilônia, a mãe de todas as idolatrias, havia uma lenda na qual Tamuz, o filho de Ishtar, após ser morto por um urso bravo aos 40 anos de idade, desceu ao mundo dos mortos; mas por causa do choro de sua mãe (também identificada como Semíramis, a esposa de Ninrode), foi misteriosamente revivido no início da primavera. Assim, a cada ano, a lamentação de Ishtar/Semíramis por Tamuz era reencenada para assegurar a fertilidade e o sucesso das colheitas. Quarenta dias de lamentações, um dia para cada ano de Tamuz sobre a Terra, acompanhados de jejuns, choro, penitências e flagelações! Israelitas rebeldes chegaram a participar desses rituais, sendo por isso condenados por Deus, conforme lemos em Ezequiel 8:12-14: “Então me disse: Viste, filho do homem, o que os anciãos da casa de Israel fazem nas trevas, cada um nas suas câmaras pintadas de imagens? Pois dizem: O Senhor não nos vê; o Senhor abandonou a terra. Também me disse: Verás ainda maiores abominações que eles fazem. Depois me levou à entrada da porta da casa do Senhor, que olha para o norte; e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando por Tamuz”.
Quando a colheita florescia na primavera, o povo entendia que era Tamuz retornando, acabando com o inverno e trazendo de novo o calor do sol. A Encyclopedia Britannica diz: “O cristianismo incorporou em sua celebração do grande dia de festa cristão muitos dos rituais pagãos e costumes do festival da primavera”! (vol. 7, pag. 859, artigo “Páscoa”). A Enciclopédia Católica afirma em seu volume 3, pag. 484, no artigo “Celibato”: “Escritores do quarto século tiveram a tendência de descrever muitas práticas – como o jejum da quaresma – como de instituição apostólica que certamente não tinha razão de ser vista assim”!
Existem, de fato, controvérsias acerca deste mito. Ralph Woodrow escreveu sobre isto em um livro baseado em Hislop, historiador do século XIX, mas depois de estudar mais profundamente verificou que nem tudo era verdade ou tinha bases históricas confiáveis. Até mesmo retirou de circulação o primeiro livro e escreveu outro “corrigindo “ as falhas que percebera; mas são intrigantes as semelhanças entre antigos mitos e as cerimônias “cristãs” da atualidade!
Em todo caso, não é estranho alguma tribo ou povo pagão observar jejum em honra de um ídolo e os “cristãos” fazerem o mesmo em honra a Cristo? Ainda que o ovo fosse largamente usado pelos pagãos, não poderíamos continuar o costume como se esse ovo fosse o sepulcro de onde sai o Senhor? Por que não adotar costumes idólatras e transformá-los em ritos “cristãos”? Parece muito lógico... mas a Bíblia (que as pessoas não ousam ler sem o consentimento do “sagrado magistério”) adverte:
“Quando o Senhor teu Deus exterminar de diante de ti as nações aonde estás entrando para as possuir, e as desapossares e habitares na sua terra, guarda-te para que não te enlaces para as seguires, depois que elas forem destruídas diante de ti; e que não perguntes acerca dos seus deuses, dizendo: De que modo serviam estas nações os seus deuses? pois do mesmo modo também farei eu. Não farás assim para com o Senhor teu Deus; porque tudo o que é abominável ao Senhor, e que ele detesta, fizeram elas para com os seus deuses... Tudo o que eu te ordeno, observarás; nada lhe acrescentarás nem diminuirás” (Deuteronômio 12:29-32).
DOA A QUEM DOER.
(com referências de “Babilônia, a Religião dos Mistérios - Antiga e Moderna”, de Ralph Woodrow, 1966)