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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A verdadeira origem do Natal: guirlandas, presentes...

Não vamos falar mais da “árvore de Natal”, da qual já falamos aqui. Nem sobre “Papai Noel”, que também já abordamos. Vamos falar de outros símbolos e costumes. Por exemplo, aquela guirlanda que enfeita as portas das casas nessa época do ano.

A coroa verde adornada com fitas e bolas coloridas, que enfeita as portas de tantos lares, é de origem pagã. Dela disse Frederick J. Haskins em seu livro Answer to Questions: “A guirlanda remonta aos costumes pagãos de adornar edifícios e lugares de adoração para a festividade que se celebrava ao mesmo tempo do atual ‘Natal’. Na verdade, as guirlandas são memorial de consagração. Em grego é stephano, em latim corona. Podem ser entendidas como enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial
aos deuses, à vitalidade do mundo vegetal, celebração nos esportes, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, etc. Para tudo isso serviam as guirlandas. Essas coroas verdes que são colocadas nas portas das casas porque simbolizam as boas vindas, lugar de entrada”. Não há uma só conotação em relação ao nascimento de Jesus!
A Bíblia nunca anunciou que Jesus  tenha recebido guirlandas no seu nascimento, nem José e Maria colocaram uma na porta de sua casa; porque em Israel já era sabido que essa “coroa fazia parte de um ritual pagão. Os druídas (sacerdotes pagãos) das tribos celtas as usavam em suas festividades, em honra a seus deuses, principalmente durante o solstício de inverno (25 de dezembro no hemisfério norte). Essas festas consistiam, dentre outras coisas, em matar animais, cobrir-se com seu sangue e assim lambuzados, participar de orgias sexuais, toda a tribo (o romance “As Brumas de Avalon descreve um desses rituais). A guirlanda de folhas de louro também era usada para coroar os Césares, em seus triunfos militares, e os atletas que venciam os jogos nos estádios. Em relação a Jesus, só existe uma guirlanda na Bíblia e esta foi feita por Roma, para colocar na cabeça do Senhor, no dia da sua morte. Não há outra guirlanda, a não ser a de espinhos, feita como símbolo de escárnio.
Mas afinal, por que os magos deram presentes a Cristo?
Vejamos o que diz a Bíblia em Mateus 2:1,11 com respeito ao que levaram os magos quando Jesus nasceu: “E, tendo nascido Jesus em Belém da Judéia, no tempo do rei Herodes, eis que uns magos vieram do oriente a Jerusalém. E entrando na casa, acharam o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro, incenso e mirra”. Fazendo uma simples exegese deste texto, percebemos logo que não eram reis, e que não temos como afirmar quantos eram, apesar de dizerem que eram três. Já estudamos isto aqui. Muito menos a “cena bucólica do presépio” é real, uma vez que o texto diz que eles entraram na casa, e não em um estábulo. Por mais simples que fosse a casa, nunca poderia ser confundida com um estábulo.
Mas afinal de contas, por que os magos levaram presentes para Cristo em sua casa? Será que foi por causa do seu nascimento? De maneira nenhuma! Pois eles chegaram várias semanas ou meses depois do seu nascimento (Mateus 2:16). “Pois Herodes, vendo que tinha sido iludido pelos magos, irritou-se muito, e mandou matar todos os meninos que havia em Belém, e em todos os seus contornos, de dois anos para baixo, segundo o tempo que diligentemente inquirira dos magos. Como já dissemos, ao contrário do que mostram os presépios, a Bíblia mostra que Jesus já estava numa casa, não numa estrebaria.
Então, os magos deram presentes uns aos outros para deixar-nos exemplo a ser imitado? Não! Eles não trocaram nenhum presente com seus amigos e familiares, nem entre si mesmos, mas sim presentearam unicamente a Cristo.
Por quê? No Oriente não se costuma entrar na presença de reis ou pessoas importantes com as mãos vazias. Este costume ocorre com freqüência no Antigo Testamento e ainda persiste no Oriente e até em ilhas do Pacífico. Os magos não estavam instituindo um novo costume cristão de troca-troca de presentes para honrar o nascimento de Jesus Cristo. Procederam de acordo com um antigo costume Oriental que consistia em levar presentes ao rei, ao apresentarem-se a ele. Eles foram pessoalmente à presença do Rei dos Judeus, profetizado precisamente pelo profeta Daniel.
Portanto, levaram oferendas da mesma maneira que a rainha de Sabá levou a Salomão, e assim como levam aqueles que hoje visitam um chefe de estado. O costume de trocas de presentes de “Natal” nada tem a ver com o nascimento do Cristo de Deus, é apenas a continuação de um costume pagão. Não tem absolutamente nada com o cristianismo! Ele não celebra o nascimento de Jesus Cristo nem O honra!
Suponhamos que alguma pessoa que você estima está aniversariando. Você a honraria comprando presentes para os seus próprios amigos?... Omitiria a pessoa a quem deveria honrar?... Não parece absurdo deste ponto de vista?... Se você quer dar presente a filhos, parentes e fazer o famoso amigo secreto no fim de ano que o faça, mas não espiritualize: presenteie por amor e por alegria, pois bem aventurado é o que dá e dá com alegria.
Mas o que faz a maioria dos “cristãos”? Observam um dia em que Cristo não nasceu, gastando o que têm e o que não têm em presentes para parentes (que muitas vezes detestam) e amigos (aquele insuportável que ironicamente saiu no amigo secreto).
E se esquecem de dar o que deviam a Cristo e a Sua obra, no mês de dezembro. Este é o mês em que mais sofre a obra de Deus. Aparentemente as pessoas estão tão ocupadas trocando presentes “Natalinos” e não se lembram de Cristo nem de Sua obra. Depois, de janeiro a fevereiro, tratam de recuperar tudo o que gastaram no “Natal”, de modo que muitos deixam de ofertar e ficam meses enrolados com cartões de crédito, matrícula e material escolar, carnês, cheques pré-datados, etc. – conseqüências de consumismo desenfreado e irresponsável.

Outra loucura é que tudo isso ainda culmina no ritual de só se efetivar a troca desses presentes à meia-noite - de onde o povo tirou isso? Quantas vezes você e suas crianças lutaram contra o sono, só para abrir presente e cear à meia-noite, em casa ou na igreja? Não se enganem, não há nenhuma relevância espiritual neste rito, mas o fato é que à meia noite os satanistas também estão dando presentes ao demônios. Lembre-se do que ocorre no “Ano Novo”, nas praias desse vasto litoral...
Deus nos dê sabedoria para aproveitar a oportunidade de falar de Cristo e Seu amor, sem nos prendermos a essas bobagens de “Natal”, presentes, “três reis magos”, árvores, guirlandas, “Papai Noel”... porque senão, é trocar uma religião por outra, uma superstição por outra. E Cristo vai muito além de religião e superstições.
Que a porta de nossas casas seja vista não com umas folhas e ervas entrelaçadas, símbolo do paganismo mais atrasado e pré-histórico, mas simbolicamente com o sangue de um cordeiro imaculado, como foi anunciado pelo anjo ao povo de Deus no Egito (Êxodo cap. 12). Sangue não de um animal qualquer, que serve não para nos lambuzarmos como os antigos celtas, mas o Sangue do próprio Filho de Deus, que nos purifica de todo pecado (I João 1:7).


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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Natal?


No final do ano, as festas “natalinas”, vemos que por toda parte os shopping-centers se enchem de enfeites e de presentes; as casas se iluminam, decoram-se praças, e as cidades gastam em poucos dias tudo o que economizaram de energia durante o controverso “horário de verão”.
As igrejas também entram nessa onda. Os templos católicos são os mais espalhafatosos, e agora a tradição de enfeitar a fachada com lâmpadas rompeu definitivamente a barreira “do interior” e chegou às capitais, numa profusão de luzes e cores. Não há como negar que as cidades ficam mais alegres, e as igrejas evangélicas também entram no clima, e é comum ver árvores “de natal” cheias de bolas coloridas atrás dos púlpitos.
Já falamos antes sobre os símbolos natalinose sua origem pagã, e já se discutiu muito sobre a conveniência de usá-los “com roupagem evangélica”, como advogam alguns – aliás, os mesmos que daqui a seis meses vão promover “arraial gospel”, com fogueiras, balões e roupas e músicas “caipiras”. São os mesmos que durante todo o ano promovem entretenimentos “para manter os jovens na igreja”, e assim concordam com “balada gospel”, baile funk gospel, luta livre gospel, e qualquer-outra-coisa-gospel, desde que mantenham-se os templos lotados.
Já falamos também sobre as dúvidas que pairam sobre a data real do nascimento de Jesus. Tipo aqui. Muitos apontam o mês de março ou abril, com base em fatores climáticos (em dezembro seria impossível os pastores estarem no campo com as ovelhas à noite, pois é inverno em Israel). Outros entendem que, com base nas informações de Lucas 1 e I Crônicas 24, Jesus deve ter nascido entre setembro e outubro, o que, aliás, coincide com a festa dos Tabernáculos, e daria uma bela analogia com o “Deus conosco”. Leia mais aqui.
O que se sabe com certeza é que não foi em dezembro, e que essa data só foi adotada pela cristandade depois de muita polêmica, e ainda assim para aproveitar uma festa pagã em que se enchia a cara de manguaça, durante a qual os cristãos podiam ter uns dias de sossego, sem serem perseguidos. Na verdade, eram duas festas, a Saturnália - que começava em 17 de dezembro e durava uma semana -  e o nascimento do deus Mitra - em 25 de dezembro. Nessa época, comia-se, bebia-se e davam-se presentes. Juntando a isso a cachaçada e a comelança, mais o solstício de inverno (a noite mais longa do ano no hemisfério norte), com sua tradição de acender velas para chamar de volta o sol, vê-se claramente a raiz de certos costumes atuais.
Não vou falar de novo sobre Papai Noel, a não ser que esse personagem foi desenhado por Thomas Nest, inspirado em seu avô, e sua barba branca é um símbolo de abastança na era vitoriana. Esse talentoso desenhista, que também criou os símbolos dos partidos americanos democrata e republicano, o burro e o elefante, e também o tio Sam, ainda acrescentou à lenda do “bom velhinho” a lista de meninos bons e maus e a casa no Pólo Norte, e amenizou alguns aspectos mais grosseiros e assustadores como um diabo que acompanhava “são” Nicolau e castigava os meninos que haviam se comportado mal; e transformou o cavalo de oito patas em que o deus nórdico Odin cavalgava pelo céu em oito renas que puxavam o trenó do “Papai Noel”. Já a á árvore vem de uma lenda antiga alemã, como já vimos, e foi popularizada na América pelo príncipe Albert, de origem germânica, marido da rainha Vitória.
Sabemos, entretanto, que o nascimento de Jesus é uma confirmação de que a Bíblia é, de fato, a Palavra Infalível de um Deus Infalível. Muitos séculos antes, os profetas falaram por inspiração do Espírito Santo sobre a época, o local e as circunstâncias da primeira vinda de Jesus a este mundo, como você pode ler aqui e comprovar. Bem diferente das adivinhações dos picaretas modernos, que também nesta época do ano saem de suas tocas e tendas para lançar vaticínios genéricos, verdadeiros placebos que servem para qualquer coisa, como você pode verificar, por exemplo, aqui.
Assim, eu acho que temos muitos motivos para passar direto por essa temporada de consumismo e engorda em que se transformou o “fim de ano”.
Não é à toa que os reformadores pensaram seriamente em abolir o nataldo calendário cristão.
Em todo caso, não vai ser de uma hora para outra que os evangélicos deixarão de observar o “Natal” como o resto da cristandade idólatra e apóstata. Muito embora a Bíblia diga claramente que não devemos seguir os costumes dos demais povos (II Reis 17:34 e Jeremias 10:3), ainda vão durar muito tempo as cantatas de corais, as apresentações de jograis, os teatrinhos com os juniores e os cultos especiais de “Natal”.
Apesar do que possa parecer, não sou totalmente contra essas coisas: feitas com sabedoria e organização, tornam-se boas oportunidades para apresentar Jesus aos incrédulos, numa época em que as pessoas tornam-se mais receptivas à mensagem do Evangelho – se bem que devemos saber separar a emoção “da alma” das coisas espirituais, como é a Boa Nova da vinda de Jesus.
O que devemos ter em mente é que, muito mais importante do que festejar o nascimento de Jesus, é saber que a Sua morte é que nos trouxe a vida e a redenção. Claro, para Ele morrer teve que nascer, mas em face da paixão, morte e ressurreição de Cristo é que podemos ter direito, pelos Seus méritos, a uma vida eterna ao lado de Deus.
Não foi por acaso que Ele deu instruções bastante específicas sobre como deveríamos celebrar a Sua morte e ressurreição, em memorial eterno, e nada falou sobre seu nascimento. Não foi por coincidência que o apóstolo Paulo falou tantas vezes sobre a ressurreição do Senhor e nenhuma vez citou comemorações que as igrejas deviam fazer sobre o aniversário de Jesus, sobre dar presentes “pois Jesus é o presente de Deus para nós” e coisas do tipo, como três reis magos levaram presentes... Como se fosse possível afimar que eram reis e que eram três; nem mesmo se sabe quantos eram... veja aqui.
Só falta me perguntarem se vou dar presentes “de natal” a alguém. Vou. Mas não porque é Natal, e sim porque como devo ganhar alguma lembrancinha, é de bom alvitre retribuir, mas também é bom explicar que o presente maior que Deus nos deu foi a dolorosa morte de Jesus, porque por meio dela é que a porta de reconciliação com o Pai foi aberta; e com a morte do Cordeiro, veio também a Sua ressurreição, que nos deu a esperança de uma vida eterna, mesmo depois de morrermos.
Deus é assim mesmo, às vezes coisas aparentemente paradoxais se completam para confundir nossa mente carnal e terrena.
Me perguntarão se vou a alguma igreja ver a cantata de Natal. Se puder eu vou. Não deixa de ser uma inspiração para a alma ouvir músicas clássicas, bem cantadas e tocadas, sem a zuada do “louvorzão” e do “reteté”, pelo menos uma vez por ano. Mas que eu preferia uma “cantata de Páscoa”, sem dúvida preferia...
Mas isso é assunto para daqui a uns três ou quatro meses.

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sábado, 13 de dezembro de 2008

Os símbolos do Natal

Muitos cristãos apreciam os símbolos do Natal e os utilizam até mesmo dentro da Igreja. Até recentemente uma das maiores igrejas evangélicas do Brasil, localizada em Belo Horizonte, adornava o templo, no final do ano, com um imenso pinheiro coberto de bolas coloridas e outros enfeites brilhantes. Mas o que nem todos esses cristãos compreendem é se esse e outros símbolos têm ou não a ver com a Palavra de Deus, e como surgiram.
A árvore de natal, por exemplo. Segundo a lenda, foi criada durante a Idade Média. Cerca de 1.200 anos atrás, um inglês chamado Wilfred viajava pelo norte da Alemanha quando encontrou um grupo de druidas – sacerdotes das antigas religiões pagãs da Europa – prestes a sacrificar o jovem príncipe Astolfo junto a um carvalho, a árvore sagrada do deus nórdico Odin (alguns afirmam que a árvore era do outro deus, Thor, aquele mesmo do martelão). Seja como for, Wilfred interrompeu a cerimônia, cortou o carvalho e imediatamente surgiu em seu lugar um pinheiro, que passou a ser a nova “árvore sagrada”. Logo as pessoas passaram a levar pinheiros para casa. É possível que os alemães tenham sido os primeiros a enfeitar as árvores de natal, usando frutas. Outros povos, como os escandinavos, usavam pequenas bandeiras, enquanto os poloneses usavam velas e ornamentos de papel. Atualmente os enfeites evoluíram para bolas brilhantes e lâmpadas coloridas cada vez mais sofisticadas, que tocam até música.
Já o hábito de dar presentes tem uma origem supostamente bíblica: faz alusão às oferendas que os magos do Oriente fizeram a Jesus quando O visitaram, logo após Seu nascimento. De olho nesse costume, o comércio fatura alto nessa época do ano. Muitas lojas vendem no mês de dezembro mais do que no ano todo, sem falar na publicidade, que explora as imagens do Natal à exaustão, para vender todo tipo de produtos.
Mas controvertido mesmo é o “papai Noel”. O “bom velhinho”, para quem muitos evangélicos torcem o nariz, originou-se, provavelmente, a partir da figura de “São” Nicolau, que viveu, segundo a lenda, no século IV depois de Cristo e foi bispo da cidade de Mira, na Ásia Menor (atual Turquia). Ficou famoso por sua suposta generosidade. Segundo a “tradição”, Nicolau costumava trazer presentes para as crianças todo mês de dezembro. Seu hábito de descer pela chaminé tem origem numa lenda escandinava, segundo a qual uma deusa chamada Herta aparecia nas lareiras trazendo boa sorte para as famílias. Mas a sua figura tradicional, barrigudo, de roupa vermelha e andando de trenó, surgiu muito depois, no final do século XIX, fruto do trabalho do desenhista americano Thomas Nast. E como no Brasil quase ninguém tem Lareira, “Papai Noel” acostumou-se a entrar pela janela, onde muitas crianças, crentes ou não, esperam encontrar, na manhã de Natal, os sonhados presentes. A pastora Valnice Milhomens costuma comparar “Papai Noel” a um tipo de “chefe dos duendes”.
A própria data do Natal é muito questionada. Sabe-se que esse dia marcava, desde a Antiguidade, uma festa regada a bebidas e orgias, em homenagem ao deus Mitra, de origem persa mas cultuado em todo o império romano. No ano 440 da era cristã, o 25 de dezembro foi fixado para marcar o nascimento de Jesus, já que ninguém sabia ao certo o dia correto. Como vimos antes, há sérios argumentos contra essa data. É bem mais certo que Jesus tenha nascido no final de setembro ou início de outubro, como veremos na próxima semana.
Apesar de tudo, porém, é preciso esclarecer o seguinte: o Natal não é artigo de fé. Não faz parte do corpo doutrinário da Igreja; é questão de ordem pessoal. Não se pode dizer que quem o celebra está em pecado, enganado por Satanás; e que quem não o celebra deva ser crucificado por causa disso. O fato é que o Natal é uma oportunidade para anunciar a Boa Nova, pois nessa época a maioria das pessoas está sensível a ouvir algo sobre Jesus. Pergunte a alguém o que acha de Jesus ou do Natal; qual o seu significado; será que o Natal significa comer e beber, cantar e dançar? Diga que o mundo precisa é do Pai da Eternidade, e não do “papai Noel”. Anuncie para o mundo o que o anjo anunciou aos pastores no campo: “Trago-vos novas de grande alegria, o que será para todo o povo. Na cidade de Davi vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor”! (Lucas 2:10,11).
 
Fontes: Revista Vinde, ano 2, nº14, pg. 37; Defesa da Fé, ano 1, nº 2, pg.6-7; publicado anteriormente no Boletim Mensal da Igreja Batista da Renascença, Belo Horizonte, dezembro de 1998, pg. 8 - Nota: a árvore citada acima não ficava nesta igreja, era noutra...

sábado, 6 de dezembro de 2008

Os Magos que visitaram o Menino Jesus: quem eram, de onde vieram e como souberam que Ele havia nascido em Israel? - parte 3

Adaptado (editado e condensado) de “A Espada do Espírito” –
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Agora vamos ver que até mesmo os presentes que os magos levaram para Jesus sugerem que eles tinham estudado bem a profecia de Daniel. Considere o que eles ofereceram:
* Ouro - Daniel 9:25 diz que o Messias Ungido seria um "príncipe". O termo indica realeza, governo, nobreza. Ouro era o presente perfeito para oferecer a um rei, como um tributo.
* Incenso - Deus estipulou em Êxodo 30:34-36 que o incenso seria preparado com propósito sacrificial. Jesus Cristo foi morto no Calvário como o sacrifício perfeito que seria aceitável a Deus para tirar os pecados de todos os que o recebessem. A profecia de Daniel revela esse aspecto sacrificial? Sim! Em 9:26, Deus diz que o Messias seria "morto". E é interessante que o incenso também era usado pelos sacerdotes no serviço no templo. Portanto, esse presente de incenso também aponta para Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, cargo que ele assumiu após sua ascensão aos céus.
* Mirra - Os judeus usavam a mirra para embalsamar os corpos nos preparativos para o enterro. Novamente, o verso citado anteriormente também deve ter dado uma indicação aos magos sobre quais presentes oferecer.
Veja que dois dos presentes que os magos ofereceram ao menino Jesus relacionavam-se com sua morte e sepultamento. A profecia dava todas as informações que os magos precisavam para escolher os presentes.
A pergunta: por que os líderes espirituais de Israel negligenciaram completamente essa profecia, enquanto que os magos pagãos estavam atentos a ela? A resposta é realmente bem simples. Vários séculos antes de Cristo nascer, os líderes judeus começaram a aceitar e a propagar dois ensinos terrivelmente errôneos. Primeiro, ensinavam que as Santas Escrituras não deveriam ser interpretadas literalmente, pois não eram totalmente inspiradas por Deus e, portanto, continham erros. Segundo, ensinavam que as profecias não deviam ser interpretadas literalmente, mas deveriam ser espiritualizadas. Os livros proféticos, como Daniel, não eram lidos mais, pois continham muitas profecias.
Alguma semelhança com alguns ensinos de hoje em dia?
Após a passagem de várias gerações, essa interpretação se solidificou, e os líderes espirituais no tempo de Jesus desconheciam completamente a profecia. Assim, "não conheceram o tempo da sua visitação".
O significado deste estudo para os dias de hoje é simples e óbvio. O mesmo ensino errôneo que nega a inspiração e a inerrância das Escrituras está sendo propagado nos dias atuais. A maioria das pessoas considera a Bíblia um livro comum, escrito por homens, manipulado e mal-traduzido, cheio de lendas e erros; não sabe que mais de trezentas profecias referentes à segunda vinda de Jesus Cristo já se cumpriram ou estão sendo cumpridas.
Essas pessoas não sabem que isso nunca ocorreu antes. Portanto, estão negligenciando e perderão a Segunda Vinda de Jesus Cristo, correndo assim grande perigo espiritual.
Jesus disse enfaticamente que aqueles que conhecem a profecias sobre Sua Segunda Vinda poderão saber quando Ele estará às portas [Mateus 24:33]. Ele também nos disse qual tipo de atitude precisamos ter ao virmos a proximidade da Sua Segunda Vinda; em Marcos 13:37, ele disse, "O que porém, vos digo, digo a todos: Vigiai". Isso significa que cada um de nós deve estar testemunhando ativamente para seus colegas de trabalho e amigos; devemos estar atentos aos eventos mundiais, e devemos ler nossas Bíblias diariamente, para que o Espírito Santo nos mantenha fiéis a Jesus Cristo, ao entrarmos nesta época de tanta enganação espiritual.
No entanto, precisamos também aplicar outro ensino que aprendemos com essa profecia das setenta semanas: Deus é meticuloso no cumprimento de todas suas profecias. Ele nos diz, "Buscai no livro do SENHOR, e lede; nenhuma destas criaturas falhará, nem uma nem outra faltará, porque a boca do Senhor o ordenou, e o seu espírito mesmo as ajuntará" [Isaías 34:16]. Nenhuma das profecias de Deus falhará, de modo que Ele nos instrui a "buscar" as profecias aplicáveis para que as conheçamos e não sejamos surpreendidos quando forem cumpridas.
Além disso, Deus cumprirá todas as profecias referentes ao fim dos tempos com a mesma precisão que demonstrou na profecia das setenta semanas; no entanto, em Sua soberana vontade, decidiu não revelar a data exata em que o Anticristo aparecerá. Mas Jesus nos disse que conheceremos a estação quando virmos o cumprimento das profecias referentes ao fim dos tempos. Neste fim dos tempos (AGORA!) já estamos vendo o cenário sendo montado para o último ato da História humana! 
Estamos muito próximos do momento em que Jesus Cristo virá buscar sua igreja para que não precisemos passar pela Tribulação. A Tribulação é a última “semana de anos” que falta para cumprir a profecia. Será um período que Jesus descreveu como os piores transtornos jamais experimentados pela Humanidade. Você pode ler o livro de Apocalipse para ter uma noção do que acontecerá a este planeta. Mas antes, o próprio Jesus Cristo virá livrar desse tormento aqueles que o receberam como Senhor e Salvador, num evento conhecido como “o Arrebatamento”, que acontecerá repentinamente, sem aviso prévio, a qualquer momento. Se você não está desejando ansiosamente o Arrebatamento, talvez seja porque ainda não tenha obtido a salvação. Abra seu coração para Jesus Cristo ainda hoje.

- Na próxima semana: Afinal, Jesus nasceu mesmo em 25 de dezembro?

sábado, 29 de novembro de 2008

Os Magos que visitaram o Menino Jesus: quem eram, de onde vieram e como souberam que Ele havia nascido em Israel? - parte 2

Adaptado (editado e condensado) de “A Espada do Espírito” –
www.eti.com.br
Vamos agora considerar o significado da profecia e descobrir três coisas:
· Os magos sabiam que o tempo da vinda do Messias estava próximo.
· Israel deixou de esperar o Messias.
· Isso se aplica a nós hoje.

1. A duração da Profecia
Essa profecia estipulava que o Messias seria apresentado a Israel e que seria morto após a passagem de 69 semanas de anos desde o ponto inicial. Quando multiplicamos 69 x 7, compreendemos que o tempo envolvido aqui é igual a 483 anos. Como no calendário judaico lunar o ano tem 360 dias, podemos facilmente ver que Deus está falando sobre 173.880 dias. Portanto, podemos esperar que 173.880 dias após o período inicial dado na profecia, o Messias se apresentaria a Israel como o Rei.
2. O ponto inicial da Profecia (Daniel 9:25a)
Neste verso, Deus disse que a profecia iniciaria "desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém..." Quando Deus deu essa profecia a Daniel, Israel estava cativo na Babilônia; no entanto, Deus já tinha anunciado anteriormente, por meio do profeta Jeremias, que esse cativeiro duraria setenta anos. Esse período de setenta anos estava terminando rapidamente; na verdade a história registra que o rei medo-persa Artaxerxes emitiu o decreto autorizando a reconstrução de Jerusalém em 14 de março de 445 AC. Portanto, exatamente 173.880 dias após essa data, deveria levar-nos a algum evento significativo na vida de Jesus em que ele seria apresentado à nação de Israel como o Messias.
3. A Matemática da Profecia
A. As Primeiras Sete Semanas
Se você estudar o livro de Neemias, verá o relato da migração dos judeus para reconstruírem Jerusalém após o decreto de Artaxerxes. Neemias assumiu a liderança dos esforços para a reconstrução, que foi realizada com tantas dificuldades ameaças que os construtores carregavam espadas na cintura enquanto trabalhavam na reedificação dos muros. Assim, a profecia do verso 25b foi cumprida: "as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos". Esse esforço começou em 445 AC e culminou em 396, exatamente 49 anos, conforme profetizado.
B. O Segundo Período (62 Semanas de Anos, ou 483 anos)
Daniel 9:26 fala sobre o "Ungido", que viria após esse período de tempo e que seria morto. Os estudiosos mais conservadores compreendem que essa passagem refere-se a Jesus Cristo, não no seu nascimento, mas em sua apresentação como o Príncipe, o Messias [John MacArthur Jr., "The Future of Israel", Word of Grace Communications, pg 21]. "Existem dois eventos na vida de Cristo em que ele foi apresentado oficialmente. Um foi no seu batismo e o outro foi quando entrou triunfantemente em Jerusalém" [Ibid.]. Esse último evento tornou-se conhecido como Domingo de Ramos. Quando ocorreu? O Messias Jesus chegou a Jerusalém para festa da Páscoa, em 6 de abril do ano 32 d.C." [ Ibid.].
C. Os dois perídos combinados (7 + 62 = 69 Semanas de Anos, ou 483 anos judaicos, ou 173.880 dias)
Quando contamos de 14 de março de 445 a.C.até 6 de abril de 32 d.C. temos 477 anos e 24 dias. No entanto, precisamos deduzir um ano porque conta-se um ano entre 1 a.C. e 1 d.C. (não existe o ano “zero”). Isso nos dá 476 anos e 24 dias, ou 173.764 dias.
Em seguida, precisamos adicionar 119 dias referentes aos anos bissextos durante esse período de 476 anos (476 dividido por 4). Agora, temos 173.883 dias.
No entanto, existe uma pequena imprecisão no calendário juliano quando comparado com o ano solar. O Observatório Real de Londres calcula que um ano juliano é 1/128 dias mais longo que o ano judaico solar. É por esse motivo que os anos terminados em 00 não são bissextos, exceto quando divisíveis por 400. Quando multiplicamos 476 por 1/128, temos 3 dias. Subtraindo 3 do valor acima, chegamos a... 173.880 dias! [Ibid. p.22].
Portanto, existem exatamente 69 Semanas de Anos (173.880 dias) entre o decreto do rei Artaxerxes 14 de março de 445 a.C., que permitiu a reconstrução de Jerusalém, até o Domingo de Ramos, em 6 de abril de 32 d.C.! Deus anunciou o dia em que o Messias se apresentaria a Israel como seu Rei! Vemos esse evento registrado em Mateus 21:1-11. Vemos também que Deus anunciou de uma forma maravilhosa a Daniel o dia exato em que o Messias se apresentaria como Rei. Os magos certamente conheciam essa profecia e toda a reputação de Daniel como profeta. Portanto, antes do nascimento de Jesus, eles estavam aguardando, pois sabiam que estavam vivendo próximos da data profetizada. Se alguém fosse se apresentar como Messias em alguns anos, precisaria nascer por aquela época. Assim, os magos estavam procurando um sinal que indicasse o nascimento do Messias. O Espírito Santo também não estava deixando nada acontecer por acaso, e criou a expectativa nas mentes desses magos, fazendo-os compreender o que estavam prestes a observar nos céus. Até mesmo os presentes que os magos levaram para Jesus sugerem que tinham estudado bem a profecia de Daniel, como veremos no próximo estudo.

sábado, 22 de novembro de 2008

Os Magos que visitaram o Menino Jesus: quem eram, de onde vieram e como souberam que Ele havia nascido em Israel?

Estudo adaptado (editado e condensado) de “A Espada do Espírito” –
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A tradição popular diz que “três reis” magos visitaram Jesus quando nasceu em Belém, e que se chamavam Melquior, Baltasar e Gaspar. Talvez alguém tenha considerado que, como os presentes eram três, também esse devia ser o número dos visitantes. Essa batatada toda começou com "São" Beda, “o Venerável” (673-735), que no seu tratado “Excerpta et Colletanea” assim relata: Belchior era velho de setenta anos, de cabelos e barbas brancas, tendo partido de Ur dos Caldeus. Gaspar era moço, de vinte anos, robusto e partira de uma distante região montanhosa, perto do Mar Cáspio. E Baltazar era mouro, de barba cerrada e com quarenta anos, partira do Golfo Pérsico, na Arábia Feliz. [Wikipédia].
Isso tudo é uma bobagem. Nessa fantasia já há contradição com a Bíblia, que diz que os magos vieram “do Oriente”. O Mar Cáspio está ao Norte e a Arábia, feliz ou não, fica ao Sul de Israel. Na verdade, a Bíblia não nos dá nem mesmo os nomes desses personagens. Não diz que eram “reis” e muito menos que eram três. Relata apenas que “uns magos” vieram do Oriente (Mateus cap. 2). 

Nem vale a pena analisar “o venerável São Beda”. As questões que realmente interessam são outras! Como os magos souberam que a estrela que viram no céu era especial? Tão especial que partiram em uma longa viagem para apresentarem presentes ao futuro Rei? Espere um minuto! Quem lhes informou sobre o Rei? Além disso, aqueles homens nem mesmo eram judeus; eram adoradores de Zoroastro e outros deuses... Como eles podiam saber do recente nascimento do Messias judeu que tinha sido profetizado por tanto tempo?
Se avançarmos 33 anos além do nascimento de Jesus, veremos o Senhor chorando pelos habitantes de Jerusalém, que não O reconheceram como o Messias. Ele disse: "Se conheceras por ti mesma ainda hoje o que é devido à paz! Mas isto está agora oculto aos teus olhos. Pois sobre ti virão dias em que os teus inimigos te cercarão de trincheiras e, por todos os lados, te apertarão o cerco; e te arrasarão e aos teus filhos dentro de ti; não deixarão em ti pedra sobre pedra porque não reconheceste a oportunidade da tua visitação" [Lucas 19:42-44]. Jesus tinha todo o direito de cobrar das pessoas que soubessem quando Ele viria, pois esse segredo precioso tinha sido revelado ao profeta Daniel cerca de 500 anos antes.
A Profecia Mais Importante de Toda a Bíblia - Na época de Daniel apenas os oficiais e líderes religiosos importantes tinham acesso aos livros; ainda não havia imprensa, mas apenas manuscritos. Os sábios que foram visitar o menino Jesus eram estudiosos e, portanto, tiveram acesso aos escritos de Daniel. Além disso, eram magos, uma ordem da religião pagã de Zoroastro, na Média e na Pérsia. [Dictionary of the Bible, edit.por William Smith, The S. S. Scranton Company, 1904 pg 501]. Os reis os chamavam de "sábios", pois eles os convenciam que podiam oferecer bons conselhos e interpretar sonhos. Sempre que um rei conquistava outra nação, tomava os melhores jovens e os melhores "sábios" e os levava à sua corte, para orientá-lo nos negócios de seu reino. Daniel e seus amigos receberam esse tratamento (Daniel cap. 1).
Na Bíblia, vemos os magos da corte babilônica. Você deve se lembrar: o rei Nabucodonosor teve um sonho terrível, e ficou muito perturbado, pois não conseguia se lembrar do sonho e nem sabia o que significava. Então, convocou todos os magos, incluindo o profeta Daniel, já nesse tempo conhecido por sua sabedoria, e exigiu que lhe dissessem qual tinha sido o sonho e a interpretação, sob ameaça de morte. Quando os soldados foram matar os magos, Daniel pediu mais um prazo. Após muita oração de Daniel e de seus amigos, Hananias, Misael e Azarias, Deus revelou o sonho a Daniel e o rei poupou a vida dos magos [Daniel 2:1-19].
Daí em diante, os magos reverenciaram muito a Daniel, pela grande visão que recebera de Deus. Talvez nem cressem em Deus como o único Deus do universo; talvez cressem que Ele era o mais poderoso daquele tempo, e certamente muito poderoso em qualquer época. Certo é que continuaram politeístas.
Mas séculos depois os magos ainda conheciam Daniel; tinham cópias do seu livro e sabiam da profecia. Quando a estrela apareceu no céu, eles viram que era a época de aquela profecia se cumprir. Seu conhecimento das Escrituras e a ação motivadora do Espírito Santo fizeram com que embarcassem em uma longa jornada até Israel para prestar homenagem ao Messias.
Vamos considerar essa impressionante profecia, sobre o tempo da vinda de Jesus Cristo, dada com detalhes inacreditáveis cinco séculos anos antes. Deus anunciou o dia exato em que Jesus se apresentaria aos judeus como o aguardado Messias!
Uma Profecia Inigualável - Daniel 9:24-26 diz: "Setenta semanas estão determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade para fazer cessar a transgressão, para dar fim aos pecados, para expiar a iniqüidade, para trazer a justiça eterna, para selar a visão e a profecia, e para ungir o Santo dos Santos. Sabe, e entende: desde a saída da ordem para restaurar e para edificar Jerusalém, até ao Ungido ao Príncipe, sete semanas e sessenta e duas semanas: as praças e as circunvalações se reedificarão, mas em tempos angustiosos. Depois das sessenta e duas semanas será morto o Ungido, e já não mais estará; e o povo de um príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações estão determinadas. Ele fará firme aliança com muitos por uma semana; na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele”.
O termo semana referindo-se a sete anos era comum entre os judeus. O termo vem da ordem de Deus em Levítico 25:1-7; para cultivar um campo por seis anos, permitindo que descanse no sétimo ano. Esse período de sete anos veio a ser conhecido como "semana de anos". Portanto, 70 semanas são 490 anos. Observe que a profecia contém três partes:
· Sete semanas de anos [49 anos]
· Sessenta e duas semanas de anos [434 anos]
· Uma semana de anos [7 anos]
No ponto exato na história quando as 7 + 62 Semanas de Anos se cumpriram, Israel podia esperar que o Messias se apresentasse. Que grande notícia! Isso significava que Israel não poderia deixar de perder o Messias! Tudo o que os israelitas precisavam fazer era contar, acompanhar os eventos que se desdobravam e conhecer a profecia. Na próxima semana, veremos que:
· Os magos sabiam que o tempo da vinda do Messias estava próximo.
· Israel deixou de esperar o Messias.
· Isso se aplica a nós hoje.