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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Contradições (?) bíblicas - 11: questão de aritmética


Prossegue a crítica: a Bíblia estaria “de capa a capa, recheada de erros, barbaridades científicas, contradições e incongruências, os quais os ‘harmonistas’, sem nunca quererem admití-los, tentam contornar a qualquer custo para sustentar seus dogmas e crenças, com manobras e explicações mirabolantes e desonestas”. E dá como exemplo:
I Coríntios 15:5, com relação à ressurreição de Jesus, Paulo diz: “que apareceu a Cefas, e depois aos doze”. Os céticos afirmam que, com a morte de Judas e antes da eleição de Matias, restaram apenas onze, o que seria um erro humano de Paulo, fato que tira da Bíblia a qualidade de ser a Palavra infalível de Deus. Ora, essa é de uma infantilidade tal que nem deveria ser levada a sério. Mas eu levo a sério e digo que nos relatos não apenas se fala em onze, como também em 13 discípulos e pelo menos uma vez em dez discípulos – e nem por isso há contradição.
Veja só: Jesus “apareceu a Cefas, e depois aos doze”. Sim, depois de quê, cara pálida? Depois de algum tempo. É óbvio que, como Jesus apareceu “a mais de quinhentos irmãos duma [só] vez” – a maioria deles ainda estava viva quando Paulo escreveu essas palavras, e poderiam atestar a sua veracidade (v.6). Além do mais, “depois apareceu a Tiago, então a todos os apóstolos. Então é óbvio que Matias também testemunhou uma ou mais dessas aparições. Não há discordância ou erro. E além disso, a ênfase desse trecho de Coríntios é a autoridade apostólica, não o cartão de ponto dos apóstolos. O que interessa aqui é o ensino sobre a constituição dos fundamentos da Igreja, não explicar quem estava onde. O pessoal de Corinto já sabia que havia 12 apóstolos, não estavam preocupados com quem veio antes de quem, quem foi eleito depois etc.
Em outra parte a Bíblia diz que Jesus apareceu a dez discípulos, que foi quando Tomé estava ausente (devia estar procurando divergências na Torá e por isso perdeu a chance de se encontrar com o Cristo ressurreto). Judas havia se suicidado e Matias ainda não fora escolhido. E uma vez Jesus apareceu a pelo menos treze discípulos: os onze originais, sem Judas e com Tomé presente, mais os dois do caminho de Emaús, e ainda “outras pessoas” (provavelmente “não-apóstolos”): “E na mesma hora levantaram-se (os dois discípulos que vinham de Emaús) e voltaram para Jerusalém, e encontraram reunidos os onze e os que estavam com eles (Lucas 24:33). E se Matias estivesse presente (“os que estavam com eles”), Jesus teria aparecido “aos doze” (onze mais um), mais os dois de Emaús, e então seriam 14 discípulos... Em todo caso, o intuito de Paulo, na carta aos Coríntios, não é fazer acareação ou contabilidade do número de testemunhas.
A resolução desta aparente contradição passa pela seguinte regra de interpretação, já elencada anteriormente (princípios gramaticais): interprete as palavras no sentido que tinham no tempo do autor; e interprete a passagem em harmonia com o seu contexto. O que ele está dizendo nesta carta se refere ao ministério apostólico, e que todos os apóstolos testemunharam a aparição do Cristo ressurreto. Por Cristo ter aparecido por último a ele, Paulo, ele mesmo se considerava um “abortivo”, um apóstolo “temporão”. É isso que ele está ensinando, não que os apóstolos eram 11, 12 ou 13.
Outro “erro bíblico” estaria em Atos 7:14, quando Estevão diz que “a parentela de José que desceu ao Egito era de 75 almas”. Mas Gênesis 46:27 nos informa o número de setenta. Vejamos: Estevão diz “a parentela”. O final da frase de Gênesis de fato diz “todas as almas da casa de Jacó, que vieram para o Egito eram setenta. Agora por favor leia o versículo 26: “Todas as almas que vieram com Jacó para o Egito e que saíram da sua coxa, fora as mulheres dos filhos de Jacó, eram todas sessenta e seis almas; e agora o 27: “e os filhos de José, que lhe nasceram no Egito, eram duas almas. Todas as almas da casa de Jacó, que vieram para o Egito eram setenta. Vamos ver isso direitinho. Guarde essas expressões: “da casa de Jacó” e “que saíram da sua coxa”.
Todos os que foram de Canaã para o Egito, “que saíram da sua coxa”, isto é, seus descendentes diretos, foram sessenta e seis. Fora as mulheres dos filhos de Jacó, como está claro no texto. Quantas e quais eram essas mulheres?
Se lermos a partir do verso 1, veremos que “Partiu, pois, Israel com tudo quanto tinha”. Os versos 5 e 7 dizem: “Então Jacó se levantou de Beer-Seba; e os filhos de Israel levaram seu pai Jacó, e seus meninos, e as suas mulheres... Os seus filhos e os filhos de seus filhos com ele, as suas filhas e as filhas de seus filhos”.
Vai somando aí: os filhos de Jacó (que é Israel), fora José (que obviamente não estava na caravana que “desceu ao Egito”), eram 11.
Os “seus filhos” (isto é, os filhos dos filhos de Jacó, os netos) somam 48; com os 11 filhos de Jacó, temos 59.
Mais quatro bisnetos (dois filhos de Perez e dois de Beria), 63.
Mais as três mulheres sobreviventes de Jacó: Lia, Bila e Zilpa (pois Raquel já tinha morrido), e temos 66.
Não estão nessa lista a filha de Aser (Será, v. 17, contada à parte), Diná (também contada em separado) e o próprio Jacó, o que dá 69. Falta um.
O verso 7 diz que foram com Jacó “os seus filhos e os filhos de seus filhos com ele, as suas filhas e as filhas de seus filhos”, mas só uma “filha de seus filhos” é chamada pelo nome: Será, filha de Aser (v. 17). Evidentemente havia outra neta de Jacó, cujo nome não está na lista; outra possibilidade surge quando olhamos de novo o verso 15, e vemos que “todas as almas de seus filhos e de suas filhas (isto é, de Lia), e podemos entender que além de Diná, Lia teve uma outra filha, cujo nome desconhecemos.
Essa conta bate: “Todas as almas da casa de Jacó, que vieram para o Egito eram setenta” (Gênesis 46:27). Todas as almas que saíram da coxa de Jacó, isto é, seus descendentes diretos, eram 66; mais as três esposas sobreviventes e o próprio Jacó, são 70. Os cinco restantes – que constituem a diferença entre a informação de Gênesis e o testemunho de Estevão – poderiam ser o marido de Diná e outros “parentes”, como esposas dos netos de Jacó (pois se relata que um filho de Judá, Perez, tinha dois filhos, assim como um filho de Aser, Beria, que também já tinha dois filhos), ou noras de Jacó, isto é, mulheres dos filhos de Jacó; ou a outra neta não nomeada, ou ainda outra filha de Lia... Lembre-se que da conta em Gênesis 46:26 estão fora as mulheres dos filhos de Jacó. Sugiro que você faça a soma, posso ter errado... já a Bíblia... não erra.
Essa alegada “discrepância” é facilmente entendida, pois Estevão diz: “a parentela era 75”, e Gênesis diz que “os que saíram da sua coxa eram 66”, ou seja, descendentes diretos. Entre a “parentela” existiam alguns que não eram descendentes diretos, isto é, que “não saíram da sua coxa” (genros, noras etc.).
Um pouco de aritmética do ensino fundamental resolve fácil essa “dúvida”.

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quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Jesus fundou alguma igreja?

O mês de outubro abriga um contraste religioso. Enquanto os católicos celebram sua senhora e “padroeira” no dia 12, dezenove dias depois os protestantes comemoram o aniversário da Reforma, que aliás se aproxima dos seus 500 anos. Entre uma festa e outra, e em meio a apelos ecumênicos vindos principalmente do Vaticano, que prega “um só rebanho e um só pastor” desde que o chefe de todos seja o “papa”, os católicos costumam dizer que a sua igreja é a única verdadeira, uma falácia desossada facilmente aqui. Alegam que a única linha que pode ser traçada de hoje até aqueles dias gloriosos em que Jesus andava pela Terra passa por seus líderes, os “papas”, até “são Pedro, que juram de pés juntos ter sido o primeiro deles. Mas então vejamos se de fato Jesus fundou a igreja católica e se Pedro foi mesmo o primeiro “papa”.
O livro de Atos trata da história inicial da Igreja: começa com Jesus subindo aos céus e instruindo os seus seguidores para que pregassem o Evangelho; conta os primeiros atos dos discípulos, os relatos históricos, os milagres, a expansão do Evangelho, a perseguição, morte, martírio; trata da atuação da Igreja sem a presença física de Jesus. É um documento histórico, original, de grande valor, seja na Bíblia católica, seja na Bíblia protestante, porque traz a história de maneira fidedigna: ele traz a confirmação daquilo que Jesus havia prometido: “Preguem o Evangelho a cada criatura. Quem crer e for batizado, será salvo. E estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios, falarão novas línguas, pegarão em serpentes e se beberem qualquer coisa mortífera, não lhes fará dano algum. E imporão as mãos sobre os enfermos e os curarão. E eis que estou com vocês todos os dias até a consumação dos séculos”.
Atos 11:26 explica: “E sucedeu que todo o ano se reuniram naquela igreja e ensinaram muita gente. Em Antioquia, foram os discípulos pela primeira vez chamados cristãos”. O objetivo de se reunir em uma igreja – do grego ekklesia (assembléia, reunião) – é louvar e adorar a Deus, ensinar e aprender a Sua Palavra. Então, durante um ano os discípulos se reuniram naquela assembléia, naquela ekklesia – que provavelmente se reunia em uma casa e não em um templo – ensinando ao povo as palavras de Jesus, que eles mesmos haviam ouvido, pessoalmente. Este relato foi escrito por volta do ano 60 da era atual, e antes disso, os seguidores de Jesus eram chamados de “discípulos” (aluno ou seguidor). Mas em Antioquia, pela primeira vez, foram apelidados de “cristãos”. Portanto, a pessoa que segue os ensinamentos de Cristo é uma pessoa cristã.
Quando se prossegue na leitura de Atos, vê-se a perseguição brutal que os primeiros cristãos sofreram, em todos os lugares. Sabe-se que durante os três primeiros séculos, os cristãos foram ridicularizados, feridos, maltratados, perseguidos, despojados, exilados, aprisionados, acorrentados, torturados, arrastados pelas ruas, crucificados, queimados vivos, jogados aos leões.
Por causa da fé, os primeiros cristãos enfrentaram tudo isso, até que no ano 313 Constantino resolveu oficializar o cristianismo. Os judeus, que se opunham aos cristãos, bem como outras religiões, foram obrigados por decreto a se tornarem cristãos. Obviamente, isto é um erro, pois a Palavra diz: “não por força e nem por violência, mas pelo meu Espírito” (Zacarias 4:6).
No entanto, Constantino também aboliu todos os deuses do mundo antigo e seus templos foram transferidos para a administração da agora poderosa “igreja”, com patrocínio estatal. Começava aí a tão falada prostituição religiosa, a promiscuidade político/religiosa, o ressurgimento da antiga prática babilônica de misturar religião e estado, que a igreja católica nunca abandonou. Constantino imaginava estar fazendo um grande serviço para Deus, mas na verdade criou um monstro que nunca mais pode ser contido, e avacalhou muito o projeto de Deus para a Humanidade. Especula-se muito sobre suas razões, porém uma coisa é certa: sua conversão duvidosa le proporcionu aproveitar-se politicamente da situação. Até mesmo em concílios religiosos ele dava seu pitaco. 
Em suma, Constantino fez todos se “converterem” por decreto, e chamou a essa agora enorme comunidade de “universal”, em grego katholikós - geral, universal, latinizado para catholicus. Esse era o projeto do imperador, uma religião global – algo que o futuro inimigo de Cristo também tentará fazer em breve. O poder dessa igreja foi dado aos sacerdotes mais próximos da corte, que logo buscaram ser os chefes de todos os outros.  Passando a denominar-se “o pai de todos” (em latim: “papa”), criaram uma espécie de “genealogia” que regredia trezentos anos. 
Ou seja, para legitimar que estava assumindo a cadeira (“cathedra”, de onde derivou mais tarde a palavra “catedral”) não apenas por decreto imperial, os “papas” afirmaram ser os chefes da igreja porque eram “sucessores legítimos de Pedro”.  Segundo essa teoria, Pedro teria sido o primeiro “papa”. Esta pretensão choca-se frontalmente com as palavras de Jesus em Mateus 23:9: “E a ninguém na terra chameis vosso pai, porque um só é o vosso Pai, o qual está nos céus”.

Até hoje essa informação (a árvore genealógica ou “linha sucessória”) tem chegado ao mundo como se fosse não apenas a partir do ano 313, mas desde o primeiro século. Isso não é verdade. Atos 11:26 mostra que antes de 313 não havia igreja católica e, sim, Igreja Cristã. As pessoas que acreditavam em Cristo não eram católicas, mas cristãs! Se você ler todo o livro de Atos dos Apóstolos, que abarca o primeiro século, verá que em nenhum momento a igreja foi chamada de católica. Tudo isto está não só nos livros de religião, mas nos livros de História. A história do mundo nos explica como surgiu a igreja católica apostólica romana. Além do mais, o apóstolo Pedro foi um líder conhecido pelos cristãos primitivos, mas nunca foi de fato “papa”. Leia mais aqui.

A igreja católica é portanto, posterior ao cristianismo, porque os cristãos, assim chamados em Antioquia no ano 60, existiam bem antes da igreja católica, que teve a sua sede colocada em Roma. A igreja cristã nasceu em  Jerusalém. Leia Atos 2:38, que trata da pregação veemente de Pedro anunciando Jesus como o único Salvador, único Juiz dos vivos e dos mortos, único Senhor; veja o arrependimento das pessoas e o que Pedro disse ao povo: “Arrependei-vos e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados. E recebereis o dom do Espírito Santo” 

Quem ouviu esta pregação foi batizado (v. 41 ao 47): “foram batizados os que receberam de bom grado a sua palavra e naquele dia agregaram-se quase 3 mil almas. E perseveravam na doutrina dos apóstolos, na comunhão e no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos. Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam suas propriedades e fazendas, repartiam com todos, segundo a necessidade de cada um. E perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão, em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que iam sendo salvos”

A primeira igreja surgiu assim. As pessoas se batizaram no mesmo dia em que ouviram a pregação, participaram da Ceia do Senhor, mantiveram essa comunhão e o número de pessoas aumentava a cada dia.

Ninguém precisou ser crismado, rezar missas, descer ao purgatório, rezar para santos, acender velas, participar de procissões e novenas, evitar carne na sexta-feira da paixão, se confessar ao padre, colocar cinza na testa, rezar o terço mil vezes. De fato, a igreja católica criou um verdadeiro cipoal de normas para que a pessoa alcance a salvação, como se segue (se duvida, procure ler os “catecismos oficiais”:

Mandamentos da Igreja    (católica)

1- Participar da Missa inteira nos domingos e festas de guarda. Os dias santos são:
Santa Maria, Mãe de Deus - 1º de janeiro
Epifania - 6 de janeiro (no Brasil é transferido para o domingo)
São José - 19 de março (no Brasil não é de preceito)
Ascensão do Senhor - quinta-feira da sexta semana da Páscoa (no Brasil é transferido para o domingo)
Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi) - segunda quinta-feira depois de Pentecostes
São Pedro e São Paulo - 29 de junho (no Brasil é transferido para o domingo)
Todos os Santos - 1º de novembro (no Brasil é transferido para o domingo, a menos que Finados caia no domingo)
Imaculada Conceição de Maria - 8 de dezembro
Páscoa - Ocorre sempre entre 22 de março e 25 de abril.
2- Confessar-se ao menos uma vez por ano (ou no máximo até um ano após ter consciência de pecado mortal).
3- Comungar ao menos pela Páscoa da Ressurreição.
4- Jejuar e abster-se de carne quando manda a Igreja. Estão obrigados à lei da abstinência de carne ou derivados de carne aqueles que tiverem completado quatorze anos de idade; estão obrigados à lei do jejum (uma só refeição normal ao dia, e apenas mais dois pequenos lanches ou colações) os maiores de idade, desde os dezoito anos completos até os sessenta anos começados.A Quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira Santa, memória da Paixão e Morte de Cristo, são dias de jejum e abstinência. A abstinência pode ser substituída pelos próprios fiéis por outra prática de penitência, caridade ou piedade, particularmente pela participação nesses dias na Sagrada Liturgia. Abstinência de carne: Toda sexta-feira do ano é dia de penitência, a não ser que coincida com solenidade do calendário litúrgico. Nesse dia, os fiéis abstenham-se de carne ou outro alimento, ou pratiquem alguma forma de penitência, principalmente obra de caridade ou exercício de piedade  (Legislação Complementar da CNBB quanto aos cânones 1251 e 1253 do Código de Direito Canônico).
5- Contribuir com o Dízimo segundo está escrito na Bíblia Sagrada.
A igreja católica segue da mesma forma que Constantino - pensa estar a serviço de Deus mas de fato, espiritualmente falando, é terrivelmente danosa: não prega a Palavra de Deus, dificulta o caminho das pessoas em direção a Deus, e embora preste serviços seculares importantes na área da caridade, da educação e dos hospitais, não assegura a nenhum de seus membros o bem mais precioso, a salvação de suas almas.
A Igreja Cristã nasceu 50 dias depois da morte de Jesus Cristo, no dia de Pentecostes, e não impunha nenhum desses “dogmas” ao povo. Essa igreja não tinha nome, nem mesmo era chamada de Igreja Cristã. Começaram a se reunir nas casas e durante 300 anos, era só o que havia. Nada de catolicismo, muito menos romano. Portanto, o papo de que Jesus fundou a igreja católica e essa tal seria a única verdadeira é uma tremenda falácia, doa a quem doer. A Igreja a que Jesus se referiu é formada pelos membros do Seu Próprio Corpo, os que seguem os Seus mandamentos, e não os mandamentos de homens. Uma Igreja sem mácula e sem envolvimento com este mundo. Uma Igreja – um Corpo – onde apenas Cristo é cabeça.
Esta sim é a única e verdadeira Igreja! 

Trecho de livro:

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