sábado, 20 de dezembro de 2008

Quando nasceu Jesus?

Já é consenso que Jesus não nasceu em 25 de dezembro. A legitimidade desta data foi posta em dúvida desde que o 'natal' começou a ser comemorado de maneira contrária aos princípios cristãos, tornando-se uma festa pagã inteiramente comercializada e comercializante. A maior preocupação das pessoas que comemoram o 'natal', hoje em dia, é arrumar dinheiro, para retribuir presentes que ganhou ou que espera ganhar. Há uma troca de presentes bastante incentivada pela propaganda que foge completamente ao espírito cristão, que é dar sem nada esperar receber em troca. Outra característica pagã dessa festa é “Papai Noel”. Homens sérios que jamais teriam coragem de vestir uma fantasia no carnaval não se acanham em fantasiar-se e distribuir às crianças os presentes que os seus próprios pais já haviam comprado. E esse velho mitológico está, pouco a pouco, tomando o lugar do personagem que deveria ser o dono da festa, ao ponto de o Natal, ao invés de comemorar o nascimento de Jesus, receber o título de festa de “Papai Noel”.

Vinte e cinco de dezembro - A data atual foi fixada no ano de 440, a fim de cristianizar grandes festas pagãs realizadas neste dia: a festa mitraica (religião que se rivalizava com o cristianismo nos primeiros séculos) que celebrava o "Natalis Invicti Solis" (nascimento do sol vitorioso) e várias outras festividades decorrentes do solstício de inverno, como a "Saturnália" em Roma e os cultos solares entre os celtas e os germânicos. A idéia central das missas de Natal revela claramente esta origem: as noites eram mais longas e frias, pelo que, em todos estes ritos, se ofereciam sacrifícios propiciatórios e se suplicava pelo retorno da luz. A liturgia católica retoma essa idéia, e identifica Cristo com a verdadeira luz do mundo. A árvore de Natal é de origem germânica. Foi adotada para substituir os sacrifícios ao carvalho do deus germânico Odin (alguns acham que o deus é Thor, aquele do martelo) adorando-se uma árvore em homenagem ao deus-menino. O presépio foi introduzido no século XII por Francisco de Assis. Nas colônias inglesas da América, os puritanos substituíram as festividades do Natal por um dia de jejum. Os imigrantes holandeses, chegados depois, ressuscitaram os festejos natalinos. (Enciclopédia Barsa - Natal).
Afinal, quando Nasceu Jesus? Há base bíblica muito sólida para declararmos que Jesus nasceu durante a Festa dos Tabernáculos, evento anual comemorado pelos judeus na época correspondente aos nossos meses de setembr/outubro. É impossível que Jesus tenha nascido em 25 de dezembro, pois dificilmente os pastores estariam guardando nos campos seus rebanhos (Lucas 2:8), já que essa é a época do mais rigoroso inverno. Nessa época eles deveriam estar bem guardados em suas casas, e seus rebanhos, fechados nos currais. 
Além disso, Augusto não convocaria um recenseamento durante o inverno, sabendo que muitas pessoas seriam impedidas de viajar devido aos rigores do frio (Lucas 2:1). E especialmente em relação ao povo judeu, que jamais baixara a cabeça diante do exército invasor, não seria sábio expor-se a uma revolta nacionalista só por causa da data de um recenseamento. E por fim, José não iria expor sua esposa grávida ao desconforto de uma viagem em pleno inverno.
A Cronologia Bíblica: Deus é sábio. Ele não nos deixa dúvidas. Quantas vezes Ele inclui em um verso uma expressão que muitas vezes passa despercebida, mas que tem um propósito definido: trazer a nós a revelação acerca de algo importante?Em Lucas 1:5 lemos: "Nos dias de Herodes, rei da Judéia, houve um sacerdote chamado Zacarias, do turno de Abias. Sua mulher era filha de Arão, e se chamava Isabel". Note esta expressão: "do turno de Abias". Lucas 1: 8 e 9 diz: "Ora acontecendo que, exercendo ele diante de Deus o sacerdócio na ordem do seu turno, coube-lhe por sorteio, segundo o costume sacerdotal, entrar no Santuário do Senhor para queimar incenso”. Note: "na ordem do seu turno"
E ali, conforme os versículos seguintes, Zacarias teve uma visão de um anjo que lhe disse que ele teria um filho. Ao sair, ficou mudo, como sinal de que tivera uma visão de Deus. Lucas continua narrando: 23 e 24 - "Sucedeu que terminados os dias do seu ministério, voltou para casa. Passados esses dias (do seu ministério), Isabel, sua mulher, concebeu”. Anote: João Batista foi concebido imediatamente após a época do turno de Abias. Lucas 1:26-28 - seis meses após, um anjo visitou Maria e ela achou-se grávida pelo Espírito Santo. 
O verso é mais preciso ainda, textualmente nos relata que Maria engravidou quando Isabel já se encontrava no sexto mês de sua gravidez. Anote: Jesus foi concebido seis meses depois de João Batista, ou seja, seis meses depois da época do turno de Abias.
O Turno dos Sacerdotes - Para organizar a função dos sacerdotes no tabernáculo que construíra, o rei Davi ordenara a formação de 24 turnos que se sucederiam ministrando na casa do Senhor. Se a escala de sacerdotes devia ser cumprida durante o decorrer do ano religioso, cada turno de sacerdotes duraria 15 dias. A relação destas 24 turmas de sacerdotes está registrada em I Crônicas 24. Veja os versos 7 a 10: “Saiu a primeira sorte a Jeoriaribe, a segunda a Jedaias, a terceira a Harim, a quarta a Seorim, a quinta a Malaquias, a sexta a Miamim, a sétima a Coz, a oitava a Abias”. Anote: o turno de Abias era o oitavo. E quando começava a funcionar o primeiro turno? No princípio do ano religioso judeu. Êxodo 12:1 e 2 - "Disse o Senhor a Moisés e Arão na terra do Egito: este mês vos será o principal dos meses: será o primeiro mês do ano”. Quando o Senhor quer que saibamos uma data, o Espirito Santo é muito preciso.
Vejamos Levítico 23:5 - "No primeiro mês, aos quatorze dias do mês, no crepúsculo da tarde, é a páscoa do Senhor".
Todos sabemos que a páscoa é uma festa móvel, que às vezes cai em março, às vezes em abril. Isto porque não se baseia no nosso calendário (solar), mas sim no calendário judaico (lunar). Conclui-se que o primeiro mês do calendário religioso judaico (Abibe - Deuteronômio 16:1), coincide mais ou menos com o nosso mês de março. É bom lembrarmos que em Israel existe um calendário secular cujo início começa na Festa das Trombetas (setembro/outubro), e um religioso que começa 14 dias antes da Páscoa. Ora, como já vimos, João Batista foi gerado logo após o turno de Abias, que corresponde ao fim de junho ou começo de julho do nosso calendário. 
Jesus, nosso Senhor, foi gerado seis meses depois, isto é, no fim de dezembro ou começo de janeiro. Contando-se os nove meses normais de gestação, Maria veio a dar à luz no fim de setembro ou início de outubro. Em outras palavras, DURANTE A FESTA DOS TABERNÁCULOS. Não foi por acaso que ao escrever o capítulo 1, verso 14 do seu evangelho, João declarou: "E o Verbo se fez carne e habitou entre nós". A palavra grega traduzida como "habitou" ficaria melhor traduzida como "tabernaculou", se podemos inventar esse neologismo, pois é uma palavra derivada de "tabernáculo". Este verso denota a ligação entre o nascimento de Jesus e a Festa dos Tabernáculos. Ele é o nosso Emanuel - Deus conosco, isto é Deus “tabernaculando” conosco. 
Não foi por acaso que Cristo Jesus, nosso "Cordeiro Pascal" (I Coríntios 5:7) foi sacrificado por nós exatamente durante a festa da Páscoa. Da mesma forma que a Páscoa se cumpriu quando o "Cordeiro Pascal" foi entregue em sacrifício, assim também vê-se a figura da Festa dos Tabernáculos quando o Emanuel veio “tabernacular “ conosco, nascendo em Belém. E por tabela ficamos sabendo que João Batista não nasceu no final de junho ("festas juninas"), mas em março!
Embora exista também um entendimento de que o cumprimento completo de Tabernáculos será durante o Milênio, não há mais motivos para continuarmos a nos submeter às tradições pagãs e a comemorar o “natal”. Está na hora de explicarmos às nossas crianças que Jesus nasceu durante a Festa dos Tabernáculos, e que elas não ganharão presentes durante esta época de extremo comercialismo, mas em outra época. A exemplo dos puritanos que vieram da Europa para a América, façamos do Natal um dia de jejum e de arrependimento vicário em lugar de nossos irmãos que ainda estão presos pelas tradições, festejando uma data pagã, orando por eles para que o Senhor abra os olhos dos que são Seus, e profetizando "Sai dela, povo Meu!" (Apocalipse 18:4).

sábado, 13 de dezembro de 2008

Os símbolos do Natal

Muitos cristãos apreciam os símbolos do Natal e os utilizam até mesmo dentro da Igreja. Até recentemente uma das maiores igrejas evangélicas do Brasil, localizada em Belo Horizonte, adornava o templo, no final do ano, com um imenso pinheiro coberto de bolas coloridas e outros enfeites brilhantes. Mas o que nem todos esses cristãos compreendem é se esse e outros símbolos têm ou não a ver com a Palavra de Deus, e como surgiram.
A árvore de natal, por exemplo. Segundo a lenda, foi criada durante a Idade Média. Cerca de 1.200 anos atrás, um inglês chamado Wilfred viajava pelo norte da Alemanha quando encontrou um grupo de druidas – sacerdotes das antigas religiões pagãs da Europa – prestes a sacrificar o jovem príncipe Astolfo junto a um carvalho, a árvore sagrada do deus nórdico Odin (alguns afirmam que a árvore era do outro deus, Thor, aquele mesmo do martelão). Seja como for, Wilfred interrompeu a cerimônia, cortou o carvalho e imediatamente surgiu em seu lugar um pinheiro, que passou a ser a nova “árvore sagrada”. Logo as pessoas passaram a levar pinheiros para casa. É possível que os alemães tenham sido os primeiros a enfeitar as árvores de natal, usando frutas. Outros povos, como os escandinavos, usavam pequenas bandeiras, enquanto os poloneses usavam velas e ornamentos de papel. Atualmente os enfeites evoluíram para bolas brilhantes e lâmpadas coloridas cada vez mais sofisticadas, que tocam até música.
Já o hábito de dar presentes tem uma origem supostamente bíblica: faz alusão às oferendas que os magos do Oriente fizeram a Jesus quando O visitaram, logo após Seu nascimento. De olho nesse costume, o comércio fatura alto nessa época do ano. Muitas lojas vendem no mês de dezembro mais do que no ano todo, sem falar na publicidade, que explora as imagens do Natal à exaustão, para vender todo tipo de produtos.
Mas controvertido mesmo é o “papai Noel”. O “bom velhinho”, para quem muitos evangélicos torcem o nariz, originou-se, provavelmente, a partir da figura de “São” Nicolau, que viveu, segundo a lenda, no século IV depois de Cristo e foi bispo da cidade de Mira, na Ásia Menor (atual Turquia). Ficou famoso por sua suposta generosidade. Segundo a “tradição”, Nicolau costumava trazer presentes para as crianças todo mês de dezembro. Seu hábito de descer pela chaminé tem origem numa lenda escandinava, segundo a qual uma deusa chamada Herta aparecia nas lareiras trazendo boa sorte para as famílias. Mas a sua figura tradicional, barrigudo, de roupa vermelha e andando de trenó, surgiu muito depois, no final do século XIX, fruto do trabalho do desenhista americano Thomas Nast. E como no Brasil quase ninguém tem Lareira, “Papai Noel” acostumou-se a entrar pela janela, onde muitas crianças, crentes ou não, esperam encontrar, na manhã de Natal, os sonhados presentes. A pastora Valnice Milhomens costuma comparar “Papai Noel” a um tipo de “chefe dos duendes”.
A própria data do Natal é muito questionada. Sabe-se que esse dia marcava, desde a Antiguidade, uma festa regada a bebidas e orgias, em homenagem ao deus Mitra, de origem persa mas cultuado em todo o império romano. No ano 440 da era cristã, o 25 de dezembro foi fixado para marcar o nascimento de Jesus, já que ninguém sabia ao certo o dia correto. Como vimos antes, há sérios argumentos contra essa data. É bem mais certo que Jesus tenha nascido no final de setembro ou início de outubro, como veremos na próxima semana.
Apesar de tudo, porém, é preciso esclarecer o seguinte: o Natal não é artigo de fé. Não faz parte do corpo doutrinário da Igreja; é questão de ordem pessoal. Não se pode dizer que quem o celebra está em pecado, enganado por Satanás; e que quem não o celebra deva ser crucificado por causa disso. O fato é que o Natal é uma oportunidade para anunciar a Boa Nova, pois nessa época a maioria das pessoas está sensível a ouvir algo sobre Jesus. Pergunte a alguém o que acha de Jesus ou do Natal; qual o seu significado; será que o Natal significa comer e beber, cantar e dançar? Diga que o mundo precisa é do Pai da Eternidade, e não do “papai Noel”. Anuncie para o mundo o que o anjo anunciou aos pastores no campo: “Trago-vos novas de grande alegria, o que será para todo o povo. Na cidade de Davi vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor”! (Lucas 2:10,11).
 
Fontes: Revista Vinde, ano 2, nº14, pg. 37; Defesa da Fé, ano 1, nº 2, pg.6-7; publicado anteriormente no Boletim Mensal da Igreja Batista da Renascença, Belo Horizonte, dezembro de 1998, pg. 8 - Nota: a árvore citada acima não ficava nesta igreja, era noutra...

sábado, 6 de dezembro de 2008

Os Magos que visitaram o Menino Jesus: quem eram, de onde vieram e como souberam que Ele havia nascido em Israel? - parte 3

Adaptado (editado e condensado) de “A Espada do Espírito” –
www.eti.com.br
Agora vamos ver que até mesmo os presentes que os magos levaram para Jesus sugerem que eles tinham estudado bem a profecia de Daniel. Considere o que eles ofereceram:
* Ouro - Daniel 9:25 diz que o Messias Ungido seria um "príncipe". O termo indica realeza, governo, nobreza. Ouro era o presente perfeito para oferecer a um rei, como um tributo.
* Incenso - Deus estipulou em Êxodo 30:34-36 que o incenso seria preparado com propósito sacrificial. Jesus Cristo foi morto no Calvário como o sacrifício perfeito que seria aceitável a Deus para tirar os pecados de todos os que o recebessem. A profecia de Daniel revela esse aspecto sacrificial? Sim! Em 9:26, Deus diz que o Messias seria "morto". E é interessante que o incenso também era usado pelos sacerdotes no serviço no templo. Portanto, esse presente de incenso também aponta para Jesus Cristo como Sumo Sacerdote, cargo que ele assumiu após sua ascensão aos céus.
* Mirra - Os judeus usavam a mirra para embalsamar os corpos nos preparativos para o enterro. Novamente, o verso citado anteriormente também deve ter dado uma indicação aos magos sobre quais presentes oferecer.
Veja que dois dos presentes que os magos ofereceram ao menino Jesus relacionavam-se com sua morte e sepultamento. A profecia dava todas as informações que os magos precisavam para escolher os presentes.
A pergunta: por que os líderes espirituais de Israel negligenciaram completamente essa profecia, enquanto que os magos pagãos estavam atentos a ela? A resposta é realmente bem simples. Vários séculos antes de Cristo nascer, os líderes judeus começaram a aceitar e a propagar dois ensinos terrivelmente errôneos. Primeiro, ensinavam que as Santas Escrituras não deveriam ser interpretadas literalmente, pois não eram totalmente inspiradas por Deus e, portanto, continham erros. Segundo, ensinavam que as profecias não deviam ser interpretadas literalmente, mas deveriam ser espiritualizadas. Os livros proféticos, como Daniel, não eram lidos mais, pois continham muitas profecias.
Alguma semelhança com alguns ensinos de hoje em dia?
Após a passagem de várias gerações, essa interpretação se solidificou, e os líderes espirituais no tempo de Jesus desconheciam completamente a profecia. Assim, "não conheceram o tempo da sua visitação".
O significado deste estudo para os dias de hoje é simples e óbvio. O mesmo ensino errôneo que nega a inspiração e a inerrância das Escrituras está sendo propagado nos dias atuais. A maioria das pessoas considera a Bíblia um livro comum, escrito por homens, manipulado e mal-traduzido, cheio de lendas e erros; não sabe que mais de trezentas profecias referentes à segunda vinda de Jesus Cristo já se cumpriram ou estão sendo cumpridas.
Essas pessoas não sabem que isso nunca ocorreu antes. Portanto, estão negligenciando e perderão a Segunda Vinda de Jesus Cristo, correndo assim grande perigo espiritual.
Jesus disse enfaticamente que aqueles que conhecem a profecias sobre Sua Segunda Vinda poderão saber quando Ele estará às portas [Mateus 24:33]. Ele também nos disse qual tipo de atitude precisamos ter ao virmos a proximidade da Sua Segunda Vinda; em Marcos 13:37, ele disse, "O que porém, vos digo, digo a todos: Vigiai". Isso significa que cada um de nós deve estar testemunhando ativamente para seus colegas de trabalho e amigos; devemos estar atentos aos eventos mundiais, e devemos ler nossas Bíblias diariamente, para que o Espírito Santo nos mantenha fiéis a Jesus Cristo, ao entrarmos nesta época de tanta enganação espiritual.
No entanto, precisamos também aplicar outro ensino que aprendemos com essa profecia das setenta semanas: Deus é meticuloso no cumprimento de todas suas profecias. Ele nos diz, "Buscai no livro do SENHOR, e lede; nenhuma destas criaturas falhará, nem uma nem outra faltará, porque a boca do Senhor o ordenou, e o seu espírito mesmo as ajuntará" [Isaías 34:16]. Nenhuma das profecias de Deus falhará, de modo que Ele nos instrui a "buscar" as profecias aplicáveis para que as conheçamos e não sejamos surpreendidos quando forem cumpridas.
Além disso, Deus cumprirá todas as profecias referentes ao fim dos tempos com a mesma precisão que demonstrou na profecia das setenta semanas; no entanto, em Sua soberana vontade, decidiu não revelar a data exata em que o Anticristo aparecerá. Mas Jesus nos disse que conheceremos a estação quando virmos o cumprimento das profecias referentes ao fim dos tempos. Neste fim dos tempos (AGORA!) já estamos vendo o cenário sendo montado para o último ato da História humana! 
Estamos muito próximos do momento em que Jesus Cristo virá buscar sua igreja para que não precisemos passar pela Tribulação. A Tribulação é a última “semana de anos” que falta para cumprir a profecia. Será um período que Jesus descreveu como os piores transtornos jamais experimentados pela Humanidade. Você pode ler o livro de Apocalipse para ter uma noção do que acontecerá a este planeta. Mas antes, o próprio Jesus Cristo virá livrar desse tormento aqueles que o receberam como Senhor e Salvador, num evento conhecido como “o Arrebatamento”, que acontecerá repentinamente, sem aviso prévio, a qualquer momento. Se você não está desejando ansiosamente o Arrebatamento, talvez seja porque ainda não tenha obtido a salvação. Abra seu coração para Jesus Cristo ainda hoje.

- Na próxima semana: Afinal, Jesus nasceu mesmo em 25 de dezembro?