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sábado, 26 de novembro de 2011

O verdadeiro super-herói

Um ser com poderes extraordinários aparece diretamente do céu, enviado à Terra quando ainda era um bebê. Ele abraça o destino de toda a humanidade, vivenciando tudo o que um homem normal vive. Então ele cresce e possui a missão de salvar todos os seres humanos dos vários perigos que possam enfrentar.
Isto soa familiar?
Esta é uma pequena descrição do Super-Homem que tanto conhecemos. Mas se pensarmos bem, o que isso tem a ver com Jesus Cristo? Bem, eu diria que a relação não é o que Jesus Cristo tem a ver com o Super-Homem, mas exatamente o contrário: Super-Homem é que foi inspirado no ÚNICO Super-Herói da história.
Jerry Siegel e Joe Shuster, ambos judeus, criaram o Super-Homem no final da década de 30 como um típico herói judeu. Exatamente nessa época os judeus já começavam a sofrer perseguição de Hitler. O “S” no peito do herói era uma homenagem aos próprios criadores relativamente aos seus últimos nomes (Siegel e Shuster). Uma curiosidade é que Jerry Siegel está na lista dos 100 judeus mais influentes de todos os tempos, assim como Moisés e Steven Spielberg.

O primeiro filme de 1978 foi um estouro de sucesso, e à época rendeu US$ 80 milhões de dólares, um fenômeno para aquele tempo. Seu diretor, Richard Donner, havia terminado em 1976 de dirigir “A Profecia” (“The Omen”), que tratava sobre o Anticristo. Mas este filme trata basicamente de recontar a história de vida de Jesus, o último Super-Judeu. Quando o filme chegou aos cinemas da China, em 1985, um jornal tratou de nomear Super-Homem como “um bravo herói de força incomparável que claramente distingue entre amor e ódio”. Esta afirmação soa bastante cristã.
A história começa no planeta Krypton, onde Jor-El está condenando três vilões, após julgamento e expulsão. Analogamente, esses vilões seriam o dragão, a besta e o falso profeta (Apocalipse 16:13). Podemos conferir a similaridade com a expulsão de Satanás do Céu em Lucas 10:18.
A Santa Trindade também é representada por Jor-El (pai), Lara e Kal-El. Interessante também notar que a expressão hebréia para Deus é EL e tanto Super-Homem e seu pai possuem EL em seus nomes. Nas histórias em quadrinhos Kal-El representa, no sentido kryptoniano, “Criança das Estrelas”, o que pode nos remeter à semelhança da Estrela de Natal que levou os três Reis Magos a encontrar o bebê Jesus. Assim, o nascimento de Cristo foi anunciado por uma estrela, assim como o Super-Homem, que foi enviado à Terra em uma nave com uma aspecto bastante similar ao de uma estrela.
 
Antes de enviar seu filho à Terra, Jor-El o abençoa e diz algumas palavras que soam bastante bíblicas: “Nós nunca vamos deixá-lo... Tudo o que tenho pertence a você, meu filho... Estarei sempre com você todos os dias de sua vida...”. Super-Homem, como Cristo, possui características divinas e humanas. Ambos possuem famílias humanas e uma origem celestial. Jesus é “Deus conosco” (Mateus 1:23).
O começo do ministério de Jesus teve lugar no deserto (Marcos 1:12,13). Foi o início de sua jornada. Clark Kent, ao deixar sua fazenda passou pela sua Fortaleza da Solidão. Após essa experiência de “solidão”, assim como Jesus, Super-Homem começou a realizar milagres sobre-humanos.
O vôo do Super-Homem com Lois Lane também pode ser comparado à experiência de Pedro ao caminhar sobre o mar (Mateus 14:28,29).
O fato engraçado é que Pedro duvidou e começou a afundar, assim como Lois que escorregou das mãos do Super-Homem e caiu, por um certo tempo, até ser salva pelo herói.
O inimigo do Super-Homem é Lex Luthor, que vive no subsolo, como se imagina que Satanás viva. Em determinada cena do filme, Luthor apresenta ao Super-Homem um reinado mundial, situação bastante similar à tentação de Cristo (Mateus 4:8-10).
Após a crucificação e morte de Jesus, muitos crêem que Jesus foi ao inferno. O Super-Homem após libertar-se da kryptonita foi ao fundo da terra, tentando evitar a destruição que um míssil poderia causar. O que aconteceu foi que a explosão do míssil resultou em um grande terremoto, assim como no momento da morte de Cristo (Mateus 27:54). A Bíblia também relata a ressurreição de vários mortos, assim como Super-Homem faz com Lois Lane, após alterar o curso do tempo. Note a similaridade com Jesus que marcou a humanidade com “Antes de Cristo” e “Depois de Cristo”. Finalmente Super-Homem acaba levando à prisão Lex Luthor e seus comparsas, assim como a Bíblia menciona em Colossenses 2:15: “E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo”, o que Cristo realizou.
Será que é “viagem na maionese”?
O que este texto pretende não é ressaltar o Super-Homem, uma boa história de ficção e aventura, que de tempos em tempos recebe
 “atualizações”, como nessa (por enquanto) última Homem de Aço” com Russell “Gladiador Crowe interpretando  Jor-El. Mas sim ressaltar que só existe um verdadeiro Super-Herói que foi, é e sempre será Jesus Cristo, nosso Salvador e Senhor. O Super-Homem é tido como o maior herói dos quadrinhos, mas até ele teve suas idéias originárias de Jesus Cristo.
Pense nisso!

Recebido por e-mail, com a informação de que foi extraído e adaptado de www.hollywoodjesus.com

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domingo, 20 de novembro de 2011

Star Trek ou Terminator?

Outro dia estava arrumando umas coisas na minha estante e me lembrei de dois filmes que vi, há algum tempo. Os dois de ficção científica, gênero que gosto muito por conta da fantasia, imaginação e aventura. Um deles é o remake de “Star Trek – Jornada Nas Estrelas”, que conta o início das aventuras do Capitão Kirk, do Sr. Spock e companhia. O outro é o último capítulo – pelo menos até agora – de “O Exterminador Do Futuro”. Coisa interessante desses dois filmes é que ambos retratam visões de futuro que poderão vir a acontecer de fato... mais para “Star Trek”, mas pelo menos parte de “Terminator” ilustra o que vou tentar explicar.
Primeiro, quero dizer que “Star Trek” é um tipo de utopia, isto é, a projeção fantasiosa de um mundo quase perfeito. O cenário é o século 23. A Humanidade atingiu um grande avanço tecnológico e depois de uma guerra devastadora, se uniu sob um só governo centralizado, e também a civilizações de outros planetas na chamada “UFP” (sigla para Federação de Planetas Unidos ou algo similar). Apesar de sempre surgirem problemas (sem os quais não haveria a aventura) o cenário geral é de pelo menos tentar a convivência pacífica e progredir sempre.
Já “Terminator” é uma distopia, ou seja, uma “utopia ao contrário”, um mundo onde tudo deu errado (“Blade Runner” é outro filme desse tipo, onde as condições da humanidade no futuro serão piores do que atualmente, em que pese o avanço tecnológico). Em “Terminator”, as máquinas e computadores em determinado momento se tornam auto-suficientes e resolvem acabar com a humanidade, a quem consideram uma ameaça. A história gira em torno da “resistência”, o que restou da raça humana após o holocausto perpetrado pelas máquinas assassinas, lutando em desvantagem contra a tirânica dominação “cibertecnológica”. O cenário é um mundo devastado e pessoas em condições miseráveis, perambulando por lugares inóspitos, constantemente fugindo da aniquilação total.
E o que isso tudo tem a ver com este blog? Não tratamos de cinema. Mas é interessante fazer um exercício de imaginação e verificar que, se lermos atentamente o livro de Apocalipse, há nele a descrição de eventos desastrosos para grande parte da humanidade. Guerras, fomes, doenças, fenômenos cósmicos (queda de corpos celestes), desastres ecológicos, alterações climáticas extremas, terremotos, tudo isto já está previsto nas Escrituras há 1.900 anos! Fora outros fenômenos que a ciência nunca conseguirá explicar. Isso tudo, segundo cálculos de estudiosos do assunto, reduzirá a população mundial a 1/4 ou 1/5 da atual, em apenas sete anos!
Imagine visualizar uma grande cidade dos dias atuais depois desse período! Irá ser muito parecida com as cenas de “Terminator”: pessoas famintas, esfarrapadas, desesperadas, em busca de um alívio para o seu tormento... Não sei quanto aos robôs assassinos, mas o cenário e o clima de terror e apreensão do filme poderão ser realidades palpáveis. Menos o “salvador” John Connor. O Salvador que resolverá toda essa situação agora virá como Senhor e Rei, Jesus Cristo.
E “Star Trek”, onde se encaixaria? Bem, outro exercício de imaginação. Depois que o causador de toda essa bagunça – Satanás, o Diabo, enganador, a antiga serpente – for preso pelo Único e Verdadeiro Senhor, a humanidade – o que restou dela, junto com os que haverão sido preservados de toda essa grande tribulação – viverá um longo período de paz, harmonia e prosperidade, como Deus havia planejado desde o início de sua criação. Isaías, Ezequiel e outros profetas do Antigo Testamento dão detalhes dessa época. A saudação típica do Sr. Spock – “vida longa e próspera” – poderá muito bem ser adotada, já que a longevidade será um fato corriqueiro.
Por que não imaginar que, junto com essa prosperidade, não poderiam vir também avanços tecnológicos e científicos? Lembre-se, nessa época a humanidade estará livre da influência do pecado e do Diabo. O Homem poderá explorar o seu potencial criativo que desde a queda no Éden tem ficado muito aquém do que os próprios cientistas da atualidade entendem ser possível. Por que não seria possível criar naves que possam viajar pelo espaço, e quem sabe descobrir outros planetas? Aí tem a questão sobre se existe vida inteligente em outros lugares do Universo. Tem gente que acha que não, e provam por A + B; outros já acham que existe, e também dão provas interessantes de suas teorias... Em todo caso, no século 23 as condições gerais do planeta Terra com certeza serão melhores do que hoje, e o governo será também unificado, não sob a Federação dos Planetas, mas debaixo do senhorio daquele que é o mesmo ontem, hoje e eternamente.
O que você acha? Está preparado para enfrentar os anos de tribulação, quando a maior parte da humanidade será exterminada, ou ficará a salvo, esperando o retorno glorioso do Senhor, para reinar com Ele não numa utopia, mas num mundo de real plenitude?
A decisão é sua.

(texto publicado anteriomente no blog.teophilo.info)

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