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domingo, 3 de junho de 2012

Afinal, existem extraterrestres?

Continuando nossa conversa sobre extraterrestres, andei pesquisando e achei este belo texto de Michelson Borges, no site Criacionismo. Tão bom que copiei e colei, por que traduz exatamente o que penso sobre o assunto. Abre aspas.
A coisa toda é sem dúvida muito impressionante. A milhões de quilômetros de distância, cientistas enviam comandos que cruzam o espaço sideral, acionam instrumentos de pesquisa científicos avançadíssimos e põem em movimento os braços e as rodas de uma espécie de jipinho lunar. O artefato se move, coleta amostras do solo, perfura rochas e envia fotos digitais, também pelo espaço, até a Terra. Parece cena de filme de ficção científica mas é a pura realidade. Estou falando das sondas Spirit e Opportunity, enviadas pela Nasa a Marte, e que pousaram lá no início de 2004. 
O principal objetivo era encontrar evidências de haver ou ter havido algum tipo de vida em solo marciano. Apesar de esse esforço por encontrar vida fora de nosso planeta inegavelmente ter lançado muita luz sobre questões de interesse científico legítimo, a ponto até mesmo de poder sugerir justificativas para os investimentos bilionários feitos até hoje, pode-se vislumbrar que seu maior objetivo, na realidade, ou tem sido de natureza militar, ou de tentativas para comprovar teses evolucionistas enraizadas no meio científico, o que não deixa de ser lamentável e mesmo injustificável sob o ponto de vista da própria conceituação da ciência. O primeiro lançamento, intitulado Mars Exploration Rovers, foi em 10 de junho de 2004, com a Spirit, e o segundo em 7 de julho, com a Opportunity, ambos a partir de Cabo Canaveral, na Flórida. O que se pode notar nas entrelinhas é uma quase desesperada necessidade de se encontrar vida fora da Terra a fim de se tentar, com isso, justificar a evolução biológica. Se a vida existe aqui, deve ter-se originado em algum lugar – se não na Terra, então em outro ponto do Universo, é o pensamento evolucionista. De fato, com uma origem extraterrestre, isso claramente levaria a questão da origem da vida para além do acesso à investigação humana.
Ao se analisar as fotos enviadas pelas sondas, uma realidade de há muito conhecida fica mais uma vez evidente: com exceção da Terra nenhum planeta do Sistema Solar – nem Marte, que é o que mais se assemelha ao nosso planeta – parece capaz de abrigar formas de vida. Uma das características mais distintivas de nosso planeta é que realmente ele se apresenta como algo especialmente modelado para possibilitar a existência de vida, ao contrário de todos os demais planetas do Sistema Solar e suas luas.
É particularmente notável a diferença entre a Terra e os demais planetas e luas “sólidos”, isto é, que possuem crosta sólida, que presumivelmente poderiam ter condições para também abrigar vida. Todos eles apresentam uma paisagem “sem forma e vazia”, cravejada de crateras de vulcões ou de asteróides e meteoritos, cujo impacto deixou suas marcas, sem água (pelo menos visível na superfície), e praticamente todos sem atmosfera.
Isso nos faz pensar em como poderia eventualmente ter sido o nosso planeta antes de iniciar-se sua modelagem para poder se tornar um lar perfeito, não só para o ser humano, como para todas as demais formas de vida então criadas.
E as observações até agora feitas dos demais planetas do Sistema Solar e suas luas nos induzem a concluir que realmente a vida, sob todas as suas formas conhecidas na Terra, é peculiar ao nosso planeta, não existindo em nenhum outro local de nosso Sistema Solar. E fora de nosso sistema?
 
Atualmente são conhecidos mais de 60 planetas extra-solares, conforme mencionado pela revista The Planetary Report, publicada pela Sociedade Planetária, sendo que outras fontes, como a revista Time, mencionam mais de 90 (“A Sister Solar System?”, Time, 24 de junho de 2002). De qualquer maneira, o número de planetas extra-solares detectados realmente tem crescido com o aprimoramento dos métodos utilizados para a sua detecção.
Estima-se que entre 2% a 4% de todas as estrelas semelhantes ao Sol sejam acompanhadas de planetas semelhantes a Júpiter, mas que nem todos os respectivos sistemas planetários apresentem semelhança estrita com o nosso Sistema Solar. Isso significa que, das aproximadamente 50 bilhões de estrelas semelhantes ao Sol existentes na nossa Via Láctea, cerca de 1,5 bilhão poderiam abrigar planetas, dos quais uma pequena fração poderia ser de planetas semelhantes à Terra. Dentro dessa fração, que poderia ainda atingir a cifra de milhares a milhões, provavelmente estarão alguns dos 60 ou 90 mencionados pela Planetary Report e pela Time.
Para alguns pesquisadores mais céticos, podemos estar sozinhos no Universo. Isso porque a maioria dos planetas recentemente descobertos – todos eles gigantescas esferas gasosas semelhantes a Júpiter – oscila tão erraticamente em sua órbita ao redor de seus sóis, que causariam grandes distúrbios em qualquer planeta próximo, menor, que tivesse condições para a vida. 
 
Extraterrestes na Bíblia - Afinal de contas, a pergunta que não quer calar é: Extraterrestres (ETs) existem? Esta indagação tem sido feita por muitas pessoas ao longo dos anos. Além das recentes notícias relacionadas com o planeta vermelho, há também os filmes que alimentam a imaginação popular: ET, Arquivo X, Contatos Imediatos, Independence Day, são alguns exemplos. Mas o que a Bíblia tem a dizer sobre tudo isso? Existe evidência de vida extra-terrestre em suas páginas?
Pode-se dizer que isso evidencia também a carência da humanidade, em sua busca desorientada pelo transcendental. Afinal, muitos já perceberam que a solução para os problemas humanos não está nas mãos do homem.
Como existe muito preconceito por parte das pessoas ditas científicas e racionais, a Bíblia é descartada como fonte de informações. E a própria ciência tem se mostrado limitada frente a muitas questões com as quais as pessoas se deparam freqüentemente. Essa situação de impasse – limitação da ciência e rejeição das Escrituras – foi muito bem aproveitada pelo espiritualismo e pelo esoterismo. Os próprios ÓVNIS  têm sido interpretados como manifestações espirituais extraterrestres, pois as ditas naves (ou discos voadores) realizam movimentos no céu que extrapolam as leis da física (como “curvas” de 90º a altíssimas velocidades).
Mas o que, afinal, a Bíblia tem a dizer sobre o assunto? Extraterrestres existem ou não?
A Divindade - Gênesis 1:1 afirma que Deus criou o mundo “no princípio”, logo, Deus não pertence a este mundo. O mesmo é dito de Jesus Cristo, em Hebreus 1:2. A Trindade, portanto, é apresentada pelas Escrituras como eterna, sem princípio nem fim (João 1:1), e não está incluída entre as inteligências criadas. A localização do trono de Deus no Universo é muito indefinida, e é referida apenas como “Céu”, ou “Terceiro Céu” (ver II Coríntios 12:2).
A comunicação da Divindade com os seres humanos tem sido abundante ao longo da História, bem como Suas visitas à Terra. De modo mais efetivo, Jesus é a suprema revelação de Deus (ver Mateus 1:23).
 
Os Anjos - Hebreus 1:14 informa que os anjos são “espíritos ministradores”. Os anjos existiam, sem dúvida, antes de os seres humanos serem criados (ver Jó 38:7). O próprio Lúcifer pertencia a essa categoria antes de ter se rebelado, no Céu, sendo expulso para a Terra (Apocalipse 12:7-9). Em Gênesis 3:24 é dito que anjos foram encarregados de cuidar da entrada do Jardim do Éden, após a queda. Fica claro, então, que os anjos não são “almas” de humanos mortos, pois são mencionados pela Bíblia antes mesmo de ter havido a primeira morte.
Como Lúcifer e um terço dos anjos foram lançados na Terra, este planeta é o único lugar no Universo onde existem duas categorias de seres criados, que estão em rebelião contra seu Criador. Logo, este é o único planeta onde existe a morte, e isso é fundamental para se entender as diferenças entre a concepção bíblica de ETs e a concepção corrente no mundo.
Outros seres extraterrestres - Além da Divindade e dos anjos, a Bíblia ainda menciona outros seres que não pertencem ao nosso planeta. Em Jó 1:6 e 7 e 2:1 lemos: “Num dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o Senhor, veio também Satanás entre eles. Então, perguntou o Senhor a Satanás: Donde vens? Satanás respondeu ao Senhor e disse: De rodear a terra e passear por ela”. O lugar dessa reunião não era a Terra, pois Satanás vinha de lá, e seres humanos não têm acesso ao Céu. Então, quem eram os filhos de Deus mencionados no verso 6? I Coríntios 4:9 diz que os seguidores de Cristo se tornaram “espetáculo ao Universo, tanto a anjos, como a homens”, e Efésios 3:15 diz que “toda a família, tanto no Céu como sobre a Terra”, tomam o nome do Pai. Hebreus 11:3 diz que “os mundos” foram criados pela palavra de Deus.
Portanto, existem ETs, sim. Mas do ponto de vista bíblico não podemos considerar OVNIs como provenientes de inteligências extraterrestres, por várias razões:

1. Sua existência real não foi comprovada.
2. Os “extraterrestres bíblicos” possuem meios de transporte muito mais eficientes e avançados que os “discos voadores” (ver Daniel 9:20-23).
3. O pecado não alcançou os outros mundos, logo, a morte, a destruição, as violações, os seqüestros (abduções), as crueldades e as conquistas atribuídos aos ETs, não combinam com a descrição bíblica dos anjos e outros seres perfeitos.
O lado mais bonito disso tudo é saber que a ovelha perdida da parábola de Mateus 18:12 também pode representar nosso mundo perdido. Se Deus foi capaz de deixar tudo para vir morrer neste que é um dos menores planetas, um “grão de pó”, como escreveu Ellen White, isso deixa claro o quanto Ele nos ama. (Michelson Borges) fecha aspas.


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domingo, 27 de maio de 2012

Encontrar ETs mudaria as religiões?

Apareceram recentemente na mídia algumas noticias sobre teólogos, filósofos e outros palpiteiros falando sobre como uma eventual descoberta de seres extra-terrestres poderia influenciar a vida na Terra, não apenas no aspecto científico mas no campo da religião. Segundo esses paroleiros, tal fato poderia representar um dilema especial para as religiões do mundo. E aí, prosseguem, os cristãos poderiam ser os mais “afetados” mais fortemente porque “o sistema de crença cristã não permite facilmente outros seres inteligentes no universo”.
Começa aí o festival de bobagens – atingindo proporções astronômicas.
A reportagem lança a pergunta:
“Jesus morreu pelos aliens também?” e todo o resto a seguir entre aspas:
“De acordo com o cristianismo, o evento histórico há cerca de 2 mil anos era para salvar toda a criação divina… se toda a criação inclui 125 bilhões de galáxias com centenas de bilhões de estrelas em cada uma, como os astrônomos pensam, então o que aconteceria se algumas dessas estrelas tivessem planetas com civilizações avançadas também? Por que Jesus Cristo veio à Terra, de todos os planetas inabitados no universo? Para salvar os terráqueos e abandonar o resto das criaturas de Deus?
Um professor de filosofia da Ruhr-University Bochum, Christian Weidemann, se autodescreve como cristão protestante e sugeriu algumas soluções possíveis. Talvez os extraterrestres não sejam pecadores, como seres humanos, e portanto não precisem de salvação. No entanto, o princípio da mediocridade – a ideia de que o seu exemplo é mais provável, a menos que você tenha provas em contrário – lança dúvidas sobre isso.
Se existem seres inteligentes extraterrestres, é seguro assumir que a maioria deles são pecadores também, disse Weidemann. Se for assim, Jesus irá salvá-los também? Provavelmente não. Então, a nossa posição entre os seres inteligentes no universo seria muito excepcional.
Outra possibilidade é a de que Deus encarnou várias vezes, enviando uma versão de si mesmo para salvar cada planeta habitado separadamente. No entanto, com base nas melhores estimativas de quantas civilizações poderíamos encontrar no universo e por quanto tempo os planetas e as civilizações são esperadas para sobreviver, encarnações de Deus teriam que estar em cerca de 250 lugares simultaneamente em um dado momento, assumindo que cada encarnação levou cerca de 30 anos. Se Deus realmente se tornou corpóreo e tomou forma humana quando Jesus Cristo nasceu, as várias reencarnações não teriam sido possíveis. Isso parece ser um problema somente para o cristianismo.
No Islã, por exemplo, Maomé era um profeta, ou mensageiro de Deus, não Deus encarnado. Por isso, profetas adicionais poderiam simultaneamente visitar outros planetas para salvar espécies extraterrestres”...
 
Tem mais bobagem aqui neste link, mas eu resumi: http://news.noticiascristas.com/2011/10/encontrar-ets-poderia-mudar-as.html .
Em 2010, Guy Consolmagno (o barbudo com cara de aloprado na foto aqui ao lado), um astrônomo do Vaticano, especulou que, se os alienígenas existem, eles devem ter almas e se ofereceu para batizá-los. Negócios, sempre negócios...
A igreja católica, como sempre, procurou logo logo dar uma de espertinha para tirar vantagem do imbroglio. Temos que reconhecer que os homens de preto ficaram mais espertos, desde que quase fritaram Galileu; não mais caem na armadilha de contrapor religião e ciência, e rapidamente se reagrupam ao lado dos homens de avental branco, como recentemente o então “papa” JP2, que disse aceitar a teoria da evolução mesmo com todos os seus furos e negação de Deus no processo de criação da vida. O astrônomo e diretor do Observatório do Vaticano, José Gabriel Funes, por exemplo, parece ter esquecido completamente que a sua igreja ficou extremamente confusa na época dos descobrimentos, quando custou a descobrir que tanto os africanos como os indígenas do Novo Mundo também tinham alma. 
Só depois de muito tempo deixaram de considerar essas pessoas como utensílios domésticos ou macacos amestrados... enfim, o tal Funes afirmou que a igreja católica não teria problemas com a possibilidade da existência de vida inteligente em outros lugares do cosmos.
 “Os astrônomos acreditam que o universo é composto de 100 bilhões de galáxias, cada uma das quais possui bilhões de estrelas. Muitas dessas – ou quase todas – poderiam ter planetas habitados”, disse Funes. “Como você pode excluir a possibilidade de que a vida se desenvolveu em outro lugar? Do mesmo modo que há uma multiplicidade de criaturas na Terra, pode haver outros seres, até mesmo inteligentes, criados por Deus”, acrescentou. “Isso não contradiz nossa fé, pois não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus. Se consideramos criaturas terrestres como ‘irmão’ e ‘irmã’, por que não poderíamos falar também de um ‘irmão extraterrestre’?”
Ted Peters (foto ao lado, todo paramentado, parecendo aqueles marcianos cabeçudos do filme "Marte Ataca!"), é professor de teologia sistemática no Pacific Lutheran Theological Seminary e do Graduate Theological Union, ambos na Califórnia, e autor do livro “OVNIS: Carruagens de Deus”. Ele concorda com Funes. “Eu conheço vários jesuítas que acreditam que a criação de Deus é imensa e que outros seres inteligentes seriam criaturas do mesmo Deus que conhecemos, pois só há um Deus”. Peters afirma que “as pessoas de muitas denominações diferentes, acreditam que a realidade da vida extraterrestre não faria mal à sua fé”.
E se quisermos ir além no campo do besteirol, podemos deduzir que os evangélicos vão exigir que os ETs dêem o dízimo ou se submetam à “cobertura” dos “apóstolos”?  Eu avisei, isto pode ir longe, onde ninguém jamais esteve...
Tudo isto é pura especulação filosófica e ginástica mental. A questão da existência de vida extra-terrestre é abordada de forma séria e é muito bem tratada por C.S.Lewis. Em seu livros “Longe do Planeta Silencioso” (algumas edições saíram com o título “Além do Planeta Silencioso”), “Perelandra” e “Aquela Força Medonha” ele discorre sobre isso – principalmente nos dois primeiros. Nesses livros ele concebe mundos habitados por diversos tipos de criaturas, completamente diferentes dos humanos, e onde o pecado não entrou. Podemos ter uma idéia de como deveria ter sido este mundo se Adão e Eva tivessem dito “não” à serpente tentadora: um mundo perfeito, com harmonia entre todas as coisas vivas, com respeito à natureza e onde não é preciso criar movimentos ecológicos e de defesa de animais, pois tudo funciona perfeitamente.
Mas, falando de maneira mais prática, veja só a bobagem desses teólogos de boteco: se existem mesmo aliens, extra-terrestres inteligentes – e podem existir mesmo – quem disse que eles precisam ser batizados? E se eles não pecaram, como sugere C. S. Lewis? Jesus não precisaria morrer por eles!
A Bíblia diz que Jesus veio por causa do homem caído, logo, a espécie humana. Isso quer dizer que a espécie humana é que precisava de redenção, ela é quem é que pecou, não toda a criação (que sofre as conseqüências do pecado dos homens, conf. Romanos 8:19-22 - o que é diferente de “toda a criação”, incluindo outros mundos, ter pecado). Os tais “teólogos” não sabem disto?
Segundo, é bem possível que haja outras espécies, em outros planetas, fazendo-se um cálculo sobre a quantidade de estrelas com planetas, a probabilidade desses planetas abrigarem vida etc. Se bem que o parâmetro da NASA é procurar planetas com água, por que pensam que a água é essencial à vida. Sim, mas à vida como a conhecemos. E se existirem seres que não precisam de água e sim de, digamos, metano líquido ou plutônio? E a vida é possível até mesmo em outras dimensões ou, como diriam os místicos, “outro plano de existência” (como são os anjos e demônios).
Também é plausível que tais criaturas, em outros planetas ou mundos, não tenham experimentado o pecado, e portanto, não necessitariam da redenção proporcionada por Cristo, ao contrário do que disse o senhor Weidemann, lá em cima. Por que os ETs teriam pecado, como ele presume? Como? Foram tentados pela serpente também, ou por ainda uma outra criatura? Ou pelo mesmo Satã que se infiltou no Éden? E mesmo que houvessem pecado, não temos como saber qual o meio que Deus, eventualmente, tenha designado para a sua restauração, ou não. Ou seja, se existem aliens, e se eles também pecaram, quem disse que o tipo de redenção para eles deve ser o mesmo que o nosso, humanos?
Tudo isto serve apenas para mostrar o quanto somos pequenos em nossas vãs imaginações. O que, aliás, já nos foi sinalizado 2500 anos atrás: “Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. Porque, assim como o céu é mais alto do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos” (Isaías 55:8,9).

Para finalizar: Casa Branca afirma que não existem sinais de vida extraterrestre
Declaração foi feita após 17 mil cidadãos americanos pedirem que governo torne público o conhecimento sobre a existência de ETs (Agencia EFE 08/11/2011 10:41) - O governo dos Estados Unidos afirmou no site da Casa Branca que "não há evidências" de vida fora de nosso planeta, nem que algum "extraterrestre" tenha entrado em contato com a raça humana. Os signatários de duas iniciativas distintas pediram ao governo americano que fossem abertos ao público "todos os arquivos de todas as agências e dos militares relacionados ao fenômeno", e que o assunto seja discutido em audiências públicas no Congresso. Phil Larsson, assessor da divisão de política espacial e comunicações da Casa Branca, afirma que nenhuma informação sobre a ocorrência de vida em outro planeta foi ocultada do público. Apesar disso, o funcionário diz que isso não significa que o assunto não precisa ser explorado e que existem numerosos projetos para comprovar se existe vida extraterrestre. Ele cita como exemplo a missão do telescópio Kepler, da Nasa, que tem como objetivo detectar a existência de planetas com condições de vida similares à Terra, e a próxima missão a Marte, "Mars Science Laboratory". O assessor diz ainda que cientistas e matemáticos afirmam com "visão estatística" que entre os trilhões de planetas existentes no Universo é possível que exista um que possua vida.
No entanto, as possibilidades de contato, "especialmente com os inteligentes", são "extremamente pequenas" devido às grandes distâncias. "O fato é que não temos evidências de presença extraterrestre aqui na Terra", concluiu.

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