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sábado, 16 de novembro de 2013

Se eu fosse o Diabo...

Se eu fosse o Príncipe das Trevas, tentaria envolver o mundo inteiro nas trevas. Eu gostaria de ter um terço do mercado imobiliário e quatro quintos da população mundial, mas não ficaria feliz até dominar a maçã mais madura da árvore. Com isso quero dizer que seria necessário tomar conta dos Estados Unidos.
Em primeiro lugar, subverteria as igrejas. Começaria uma campanha de sussurros. Com a sabedoria de uma serpente, sussurraria para você, como sussurrei para Eva: “Faça tudo que você quiser”.
Para os jovens, gostaria de sussurrar que “a Bíblia é um mito”. Eu iria convencê-los de que o homem criou Deus e não o contrário. Eu diria a eles, em segredo, que o que é ruim é bom, e o que é bom está “fora de moda”. Aos idosos, eu iria ensiná-los a orar: “Pai nosso, que estás em Washington…”
Depois, eu me organizaria. Ensinaria os escritores a fazer literatura sensacionalista emocionante, de maneira que qualquer outra coisa parecesse chata e desinteressante. Eu encheria a TV de filmes cheios de sexo. Forneceria drogas para todos. Eu venderia álcool para senhores e senhoras da sociedade. Tranqüilizaria o restante com comprimidos.
Se eu fosse o Diabo, colocaria as famílias em guerra com elas mesmas; as igrejas em guerra com elas mesmas, e as nações em guerra, até que cada uma delas fosse consumida.
Prometeria à imprensa o maior índice de audiência, forçando-as a se destruírem mutuamente. 
Se eu fosse o Diabo, iria encorajar às escolas a refinar o intelecto dos jovens, mas negligenciar a disciplina: “Deixem correrem soltos”. Antes que pudessem se dar conta, seria preciso cães farejadores de drogas e detectores de metal em cada entrada de escola. Dentro de uma década, teria presídios superlotados.
Com promessas de reconhecimento e poder, faria os juízes defenderem a pornografia e ficarem contra Deus. Em pouco tempo, colocaria ateus para me representar diante da suprema corte e os pregadores iriam concordar. Assim, conseguiria expulsar Deus do tribunal, depois da escola, e, por fim, do Congresso e do Senado.
Se eu fosse o Diabo, entraria nas igrejas e substituiria a religião por psicologia. Eu endeusaria a ciência. Incentivaria padres e pastores a abusarem de meninos e meninas e ficarem ricos com o dinheiro das igrejas.
Se eu fosse o Diabo, faria que o símbolo da Páscoa fosse apenas um ovo e o símbolo do Natal, uma garrafa de bebida.
Se eu fosse o Diabo, tiraria daqueles que têm e daria àqueles que desejam ter até conseguir matar o incentivo de suas ambições. Quer apostar que eu faria com que todos promovessem o jogo como uma forma de ficar rico? Alertaria a todos contra os extremos no trabalho duro, no patriotismo e na conduta moral.
Convenceria os jovens que o casamento é uma coisa defasada, que só ficar é bem mais divertido e o que a TV mostra é a maneira certa de viver. Assim, eu poderia despir as pessoas em público, e incentivá-los a transar com pessoas que tenham doenças incuráveis.
Em outras palavras, se eu fosse o Diabo, continuaria fazendo o que ele já está fazendo.

Esse texto foi escrito em 1964 pelo jornalista Paul Harvey (falecido em 2009) logo após o assassinato do presidente John Kennedy, quando se iniciava a Guerra do Vietnã e as drogas se tornavam populares entre os hippies. Em votação no site da emissora Fox News, as pessoas disseram que essas palavras eram praticamente uma profecia, pois tudo que foi dito quase 50 anos atrás está se cumprindo a cada dia.
Mesmo que você entenda que tudo isto que vemos hoje é apenas coincidência; que é apenas a “evolução dos costumes e da sociedade”; e que é exagero pensar que o mundo vai acabar, então pense apenas nos fatos a seguir.
Em 1973 David Wilkerson recebeu uma visão de que no futuro seriam ordenados pastores ou sacerdotes cristãos gays como um dos sinais do fim. Naqueles dias, a homossexualidade era considerada uma doença mental pela Associação Médica Americana, e os homossexuais estavam sujeitos processos criminais em 48 estados. Entretanto, na mesma época, Bill Johnson se tornou o primeiro homem abertamente gay da história moderna em ser ordenado ministro para a Igreja Unida de Cristo. Mesmo assim a visão de Wilkerson não parecia se cumprir, até que em 25 de Julho de 2010 a Igreja Luterana Americana (ELCA) ordenou os primeiros pastores gays em São Francisco. Em 8 de outubro de 2011, Scott Anderson, do Conselho de Igrejas Wisconsin, foi o primeiro homem abertamente homossexual a ser ordenado pastor na Igreja Presbiteriana (PCUSA) dos Estados Unidos. 
Em 31 de maio de 2013, foi eleito o primeiro bispo abertamente gay na Igreja Luterana Americana (ELCA), o Reverendo R. Guy Erwin, essa figurinha aqui ao lado.
Hoje, se alguém questionar a ordenação de ministros gays, pode ser processado e preso.
Ai de quem achar que a TV está inundada de baixaria.
Pobre daquele que ousar censurar os jovens pelo que fazem nas baladas.
Está frito quem ousar dizer que os mandamentos bíblicos de não matar, não roubar e não cobiçar os bens alheios deveriam ser a base da legislação.
E depois dizem que o Diabo não existe.

Eu, se fosse o Diabo, convenceria a todos que eu não existia.

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