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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Israel x Irã:

Começo este post reproduzindo algumas noticias de jornais.

Israelenses divididos sobre possível ataque ao Irã (quinta, 3 de novembro de 2011) - A opinião pública israelense está dividida sobre a conveniência de um possível ataque contra o programa nuclear iraniano, com 41% das pessoas a favor, 39% contra e 20% indecisas, segundo uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (3). A enquete, publicada pelo jornal Haaretz, revela uma notável confiança (52%) na capacidade do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e do ministro da Defesa, Ehud Barak, para “lidar com o assunto”. 37% desconfiam da habilidade de ambos para tratar da situação. A pesquisa, que ouviu tanto árabes como judeus, saiu em meio a informações sobre um possível ataque de Israel ou Estados Unidos ao Irã. Segundo o Haaretz, Netanyahu e Barak tentam conquistar a maioria dos ministros para um bombardeio relâmpago: a oposição tem ligeira maioria. O ministro das Relações Exteriores, que até agora se opunha devido à possível repercussão do ataque, passou a apoiar a ação militar. Na segunda 31, a sessão do Parlamento foi dominada pela questão. (Terra)
Rússia: ataque de Israel ao Irã seria erro muito grave - A Rússia advertiu nesta segunda-feira (7 de novembro de 2011) que um ataque ao Irã [esquema provável ao lado] seria capaz de provocar mais conflitos e  vítimas civis. “Seria um erro muito grave com consequências imprevisíveis”, disse o diplomata russo Serguei Lavrov, após o presidente israelense Shimon Peres dizer que um ataque contra o Irã é cada vez mais provável. Clique aqui para ver o esquema do ataque em tamanho maior.
“Não pode existir nenhuma solução militar para o problema nuclear iraniano, como não pode existir para nenhum outro problema do mundo contemporâneo”, destacou Lavrov. “Qualquer conflito deve ser resolvido exclusivamente de acordo com a Carta da ONU”, completou. (Terra)
Irã promete destruição se for atacado por Israel - O Irã promete retaliar com “destruição” se Israel atacar suas instalações nucleares e a resposta à ofensiva “não se limitaria ao Médio Oriente”, garante o chefe adjunto das forças armadas da nação islâmica. O general Massud Jazayeri, citado pelo canal Al-Alam, afirmou que o país tem capacidade para destruir o centro nuclear de Israel e “muito mais”.
Essas declarações vêm aumentar a controvérsia gerada pela divulgação do relatório da AIEA, que revela que o Irã tem capacidade para construir uma arma nuclear. O embaixador do Irã na Agência  Internacional de Energia Atômica (AIEA), Ali Asghar Soltaniyeh, disse que as informações representam um “erro histórico”. Para ele, o documento é uma “repetição de antigas alegações, que o Irã já provou não terem fundamento”. O embaixador referiu-se a um relatório de 117 páginas enviado há quatro anos à agência, no qual nega a produção de armas nucleares. “Durante os últimos oito anos, não houve qualquer prova de desvio de material nuclear para fins militares”, disse.
O presidente iraniano rejeitou o relatório, afirmando que ele contém informações “inválidas” dos EUA e garantiu que não vai recuar do seu programa nuclear. A AIEA divulgou que o programa nuclear do Irã é “mais ambicioso e estruturado” do que se pensava e “está focado na construção e ensaio de uma arma nuclear que poderá ser anexada a um míssil de longo alcance”. O documento revela ainda que o Irã não deteve a investigação nem o desenvolvimento tecnológico do seu programa nuclear em 2003, como pensavam os serviços de inteligência. “Ataque militar está mais próximo que opção diplomática”, avisou o presidente de Israel, Shimon Peres. O chefe da diplomacia israelita, Avigdor Lieberman, defendeu que a comunidade internacional deve impor ao Irã sanções “muito severas e paralisantes”, que devem visar sobretudo o banco central do país e as suas exportações de petróleo. “Se os Estados Unidos e o Ocidente não adotarem uma abordagem tendo em vista tais sanções severas contra o Irã, isso significará que acomodam-se a um Irã nuclear”, finalizou. (RTP-Portugal)

Devemos ficar atentos a essas notícias, pois as conhecidas bravatas do presidente iraniano agora encontraram um motivo concreto, que é a possibilidade de uma ação coordenada Israel-EUA para detonar seu programa nuclear. Você pode estar se perguntando: “e eu com isso? Guerra tem todo dia, para todo lado, ainda mais naquela região”...
Sim, isto é verdade, já nos acostumamos com noticias de guerras. E com “rumores de guerras”: praticamente todo dia explodem na nossa cara cenas de atentados no Iraque, no Afeganistão, na Indonésia. Os mais novos talvez não saibam ou não se lembrem, mas a Europa passou anos de medo, quando terroristas de vários matizes explodiam bombas em restaurantes e aeroportos: eram bascos do ETA, irlandeses do IRA, palestinos do Fatah e Setembro Negro, Brigadas Vermelhas na Itália; e guerras comiam soltas: na Nicarágua, em Uganda, no Vietnam. E aí você dirá: “tá vendo? Não sei porque tanta preocupação com isso, sempre existiu guerra”.
Sim, sempre existiram guerras.
Mas você há de admitir que elas têm aumentado em quantidade e em intensidade; e dizer que isto é por causa da mídia, que antes a gente não sabia, já é ser simplista demais. Basta consultar qualquer Google ou Wikipedia da vida, ou qualquer estatística sobre o assunto, para comprovar a escalada da violência bélica em todo o planeta.  Então mais esse atrito entre Israel e o Irã não deveria ser motivo para preocupação. Ou devia?
Devia. Porque podemos estar vivendo o inicio de uma situação que irá degringolar rapidamente em um conflito multinacional, não apenas entre israelenses e iranianos, mas engolfar toda a região numa catástrofe sem precedentes.
Veja bem – pode ser – ou não. Mas não custa ficarmos atentos e observar certos fatos. O principal deles é que uma situação assim já estava prevista há dois mil e quinhentos anos.
O livro do profeta Ezequiel traz uma profecia terrível, conhecida por quem estuda os últimos dias. Nos capítulos 38 e 39, Deus diz que uma coligação de nações virá invadir Israel, comandadas por um líder “das extremidades do norte”, com um poderoso contingente; mas que miraculosamente, Deus intervirá pessoalmente na batalha para salvar Seu povo. A mortandade entre os invasores será tão grande que Israel levará sete meses para enterrar os mortos nessa guerra-relâmpago. Então surgem as perguntas inevitáveis: quem seriam esses invasores, e quem seria esse “rei do norte”? E as nações coligadas, podemos identificá-las? Quando sucederão esses eventos?
Seria possível tal coligação de países numa invasão armada a Israel? A maioria desses países é muçulmana e deseja ardentemente a eliminação de Israel, mas a Etiópia não pode ser vista neste momento como uma nação capaz de participar de uma guerra. E a Turquia, cogitada para fazer parte de uma força de paz, será que mudaria suas intenções? Ou será que ela nunca teria, de fato, intenção de ser “agente da paz”? E a Síria, por que não há menção dela em Ezequiel? A Líbia, esfacelada por uma guerra interna, tomaria parte numa empreitada dessas? Talvez poucos percebam, mas quando Israel faz planos de atacar o Irã, está apenas precipitando o cumprimento de uma profecia milenar!
Os detalhes desse imbroglio veremos mais para a frente, mas uma coisa parece cada dia mais certa: o Irã é o grosso desse exército, mas a Rússia será a líder da invasão – estão nos jornais as noticias que apontam para a preparação desses eventos. Leia mais ao clicar aqui – e aguarde o desenvolvimento deste tema nas páginas deste blog...

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