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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Deu no que deu

Outro dia recebi uma mensagem por e-mail intitulada “De Deus não se zomba”. Trazia falas de diversas celebridades - que reproduzo fielmente abaixo (as fotos eu peguei na Internet):

Campinas, interior de São Paulo: uma turma de amigos já embriagados, foi buscar a última pessoa ir para uma “balada”. Pararam em frente à casa dela,  chamaram, e junto com a moça veio a mãe. Temerosa, vendo todos bêbados e sua filha entrando naquele carro lotado, a mãe pegou na mão da filha e disse: “Filha vai com Deus que Ele lhe proteja”. Mas a filha, para “tirar uma onda” com a mãe, disse: “Só se ele for no porta-malas, pois aqui já está lotado”.
Algumas horas depois veio a triste noticia: morreram todos em um acidente. O carro foi destruído, mas o porta-malas estava intacto. A foto do acidente é a que está lá em cima, no título deste artigo. A polícia técnica disse que pela violência do acidente seria impossível isso acontecer, mas quando abriram o porta-malas, lá estava uma bandeja com 18 ovos sem nenhum arranhão, e todos nos lugares corretos da bandeja.

 Com Deus não se brinca.
“Não vos deixeis enganar: de Deus não se zomba; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará” (Gálatas 6:7).

Bom, quero acrescentar duas coisas.
Essa última estória, a do acidente, eu já tinha ouvido falar e nem sei se é verídica. Quem quiser fique à vontade para verificar. Mas mesmo que não seja totalmente verdade, ou que se trate apenas de  uma lenda urbana, tem lá o seu valor moral. Ou não? Há tantas parábolas, tantos “mitos”, com tantas lições morais, que mais uma ou menos uma não será nada mal. Mesmo que não seja real esse caso, não é motivo para desacreditar toda a lição embutida nesta postagem.
A outra coisa é que talvez não exista, ipsis literis, uma forma de provar a relação direta de causa e conseqüência entre o que essas pessoas disseram e o que aconteceu depois. Mas é bem plausível. Pode-se discutir, como alguns idiotas no Yahoo Respostas – talvez o maior repositório de besteiras que a humanidade já produziu – que Deus não mataria milhares para “vingar” uma asneira dita por uma só pessoa, como no caso do Titanic. Bem... por que não? Se Deus resolver acabar com a raça humana toda, Ele acaba, e quem somos nós para questionar os Seus motivos? Aquele povo todo morreu no desastre, não como conseqüência direta da lorota do dono do navio, mas porque assim havia de ser. Precisamos ter em mente que quando dizemos que Deus é onisciente, isto é pra valer, não é apenas uma frase decorada no pré-primário ou no “catecismo”.
Deus conhece todas as coisas. Ele sabe a hora que cada um vem a este mundo e a hora que cada um dá adeus à terra dos vivos. Ele sabia o destino de cada um dos passageiros do Titanic, e também sabia, desde antes da fundação dos séculos – isto é, antes mesmo de ser estabelecida e dimensão que conhecemos como “Tempo” – que John Lennon diria aquele impropério em 1966 e que seria morto a tiros em 1980. Sabia Ele que Cazuza diria e faria as asneiras que disse e fez. As conseqüências de todos os atos impensados de homens e mulheres são alcançadas por meio de seus próprios autores – os homens e mulheres que não levam em consideração que tudo o que se semeia, se colhe.
De uma coisa, podemos ter certeza: todos esses que falaram essas coisas tiveram oportunidade de se arrepender, tiveram contato com a Palavra de Deus, e muito possivelmente a rejeitaram. A fala de John Lennon é emblemática, ao menosprezar o cristianismo e sua capacidade de resolver as questões da humanidade. O homem natural, já dizia o apóstolo Paulo há 1900 anos, não entende as coisas de Deus, e por isso cai no erro de confiar em si próprio – e o resultado é o fracasso. Isso serve também para o Cazuza e os outros. Fariam melhor se, ao invés de menosprezar e desdenhar o que Deus lhes oferece, por meio de Jesus Cristo – que veio até aqui justamente para reestabelecer o contato com o Pai – fariam melhor se tivessem ouvido o conselho do salmista:
“Uns confiam em carros e outros em cavalos, mas nós faremos menção do nome do Senhor nosso Deus... Em ti confiam os que conhecem o teu nome; porque tu, Senhor, não abandonas aqueles que te buscam” (Salmos 20:7; 9:10).
Que pena, John, Marylin, Cazuza, Bon, Brizola, Ismay, Tancredo.
Foram brincar com Deus, deu no que deu. 
E você, tem brincado com Deus? 

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