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domingo, 25 de abril de 2010

Sai fora que é fria!


"Bênção papal" traz doenças e desgraças!

Figuras públicas que foram "abençoadas" são atingidas por doenças e desgraças! Rubens Barrichello, quando era da Ferrari, foi com uma comitiva esportiva até o Vaticano presentear o “papa” com uma réplica do carro F2004. E em troca deste generoso presente o então “pontífice” JP2 abençoou o piloto. Rubinho, que já possuía fama de azarado, não melhorou nem um pouco seu desempenho. Pelo contrário...
Mas não foi só ele. Os fatos que vamos mostrar aqui podem não passar de desastrosas coincidências, mas são capazes de arrepiar qualquer cristão: as "bênçãos" do “papa” vêm se transformando mesmo é em maldição. Afora os inúmeros casos publicados até pela imprensa secular, atuais ou centenários, salta aos olhos a quantidade de personalidades do meio artístico e político, que de uma hora para outra viram suas vidas profissional e pessoal destruídas e lançadas no fundo do poço, após um encontro com o “papa”.
A lista é imensa: a escritora e pesquisadora de religiões Mary Schultze, autora do livro "A Deusa do Terceiro Milênio", deu uma lista destas personalidades e a influência das "bênçãos" do “papa” na vida delas. De acordo com a pesquisadora, é extensa a lista de figuras e personalidades da história que foram brindadas com a bênção “papa” e em seguida foram atingidas por algum infortúnio.
O “papa” abençoou Carlota de Bourbon e quando ela voltou de Roma, enlouqueceu.
O príncipe Napoleão IV morreu logo após ter sido abençoado pelo “papa”, antes de seguir para Zuzulândia.
Já o príncipe Rodolfo, da Àustria, se suicidou, em 1889, depois de um encontro com o “papa”.
Maradona amargou a derrocada de sua brilhante carreira. Ele também pediu a bênção do “papa”, e recebeu. Coincidência ou não, sua imagem nunca mais foi a mesma, pois não conseguiu se livrar das drogas.
Afonso XII - morreu prematuramente. 
A princesa Diana morreu em violento acidente automobilístico em 1997 logo depois de ir a Roma pedir a bênção do “papa” JP2.
O Imperador da Áustria, Francisco José - sofreu a terrível derrota de Sadowa.
Napoleão III - foi preso na Prússia e morreu exilado e destronado.
Os navios "Santa Maria"e "América" - naufragaram com perda total.
Diz o ex-padre veneziano Joseph Zachello, que serviu o “papa” por 34 anos, que em 1851 Pio IX concedeu a "Rosa de Ouro" ao Rei das Duas Sicilias, que em menos de um ano perdeu a coroa e o reino. Em 1866, mesmo “papa” abençoou o Kaiser da Áustria. Em menos de um ano este imperador perdeu Veneza e a guerra seguinte.
Em 1867 o “papa” abençoou Maximiliano, Imperador do México. Logo em seguida ele foi destronado e morto a tiros.
Em 1895, o Arcebispo de Damasco deu a bênção papal às tropas e frota espanholas. Logo em seguida a Espanha perdeu ambas. Em 1897 o Núncio Apostólico abençoou o grande "Bazar da Caridade", em Paris. Cinco minutos mais tarde o prédio ardia em chamas e 150 pessoas da aristocracia pereceram, inclusive a filha da Imperatriz da Áustria.
Em 1906 Eugene Victoria (Ena), filha do Príncipe Henrique, casou-se com Afonso XIII, Rei da Espanha. sob a bênção papal. Ela havia sido obrigada a renunciar sua fé protestante e por isso foi abençoada. Embora tenha escapado milagrosamente de um atentado, no qual 13 pessoas pereceram, seu vestido de noiva ficou todo respingado de sangue. Em 1923 o “papa” lhe mandou a "Rosa de Ouro". Em 1931, ela e o marido foram exilados, quando a Itália se transformou em República, por determinação do próprio “papa”, que precisava colocar no Governo daquele país o seu amigo General Franco.
Em 1924 um rico proprietário de terras nos Estados Unidos - Mr. Edwards - converteu-se ao Catolicismo Romano. Dois anos depois foi a Roma receber a bênção do “papa”; morreu 4 dias após e deixou a rica herança para o Vaticano.
Parece coincidência... Mas é bom não arriscar.
Quando Mussolini invadiu a Abissínia, o “papa” o abençoou nessa "cruzada santa". Só que em poucos anos Mussolini e sua amante Clara Petacci foram linchados pelo povo.
Já Winston Churchill foi a Roma receber a bênção do “papa”. Perdeu logo o prestígio em seu país, mesmo tendo ganho a guerra para os Aliados.
Quanto a Roosevelt, mandou um representante ao Vaticano "apanhar" a bênção. Perdeu o respeito do povo americano e morreu logo em seguida, sem contemplar a vitória para os Estados Unidos.
Em 1951, a futura Rainha da Inglaterra foi pedir a bênção do “papa”. Pouco tempo depois a Inglaterra perdeu os poços petrolíferos no Irã, o Canal de Suez e a guerra contra o Egito.
Em 1958 o Cardeal Stritch, de Chicago, ao ser nomeado representante no Vaticano, para lá se dirigiu. Adoeceu gravemente no caminho e o “papa”, que havia abençoado sua viagem, não foi capaz de visitá-lo, quando ele teve de amputar um braço e morrer a poucas quadras da Catedral de São Pedro.
Brasileiros - Na lista de Mary não faltam figuras brasileiras atingidas pela "bênção do “papa”", como por exemplo: O presidente Washington Luiz foi deposto do cargo, em 1930, logo após ser abençoado pelo “papa”.
Já a princesa Isabel foi "abençoada" com a sua expulsão do Brasil, depois de um encontro pessoal com o “papa”.
O presidente Campos Salles foi assassinado poucos dias depois de um encontro desses. Afonso Pena também foi agraciado - morreu um mês depois do encontro com o rei de Roma.
Dos tempos atuais, duas figuras queridas dos brasileiros também passaram por tribulações e, coincidência ou não, tinham recebido a bênção do “papa”: o cantor Roberto Carlos, católico declarado, e sua esposa, Maria Rita, estiveram com JP2 em sua visita ao Brasil, em 97. Pouco mais de um ano depois, ela estava com câncer.
Já o ex-craque Ronaldo pediu para o “papa” abençoar, em 98, as alianças de noivado com a modelo Suzana Werner, antes da Copa da França. Resultado: além de ver terminado o seu noivado com a modelo, o Brasil perdeu a Copa. Quem acompanha o noticiário sabe a estória: escândalos seguidos com bebidas, drogas, travestis, prostitutas, e seguidas contusões quase acabaram com a sua vertiginosa carreira de atleta. Depois de muito tempo, o atleta custou a retomar sua carreira, após de atingir o fundo do poço; mesmo assim, nunca mais teve o mesmo sucesso.
Quando analisamos tantas "coincidências", não podemos deixar de perceber que receber “bênção do “papa”” parece não ser um bom negócio. A Palavra de Deus é muito clara quanto à origem da bênção, que só pode vir do Senhor; e de nenhum homem ou imagem, mas o catolicismo insiste em transferir para a figura do “papa” poderes que só pertencem a Deus. A leitura da Bíblia e a observância de seus mandamentos são capazes de atrair bênçãos sem medida sobre a vida do cristão, conforme diz a Palavra "O Senhor determinará que a bênção esteja nos teus celeiros, e em tudo o que puser a tua mão: e te abençoará na tenda que te dá o Senhor teu Deus" (Deuteronômio 28.8).
(http://www.cacp.org.br/catolicismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=151&menu=2&submenu=8)
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