Para evitar que a ciência continue a fazer de tola a hierarquia "infalível" da Igreja Católica, o papa admoestou os teólogos católicos a consultarem os cientistas antes de interpretarem as Escrituras. No entanto, o apóstolo Pedro, que os católicos insistem ter sido o primeiro papa, declarou que as Escrituras foram inspiradas pelo Espírito Santo (2 Pedro 1:21). Certamente o Espírito Santo não precisa da ajuda dos cientistas. Se a Bíblia não for infalível quando fala do que pertence ao campo da ciência, por que confiar nela no que diz respeito a Deus e à salvação? Edward Daschbach, um sacerdote católico, explica que tomar a Bíblia literalmente exigiria admitir que a mulher que se assenta sobre a besta em Apocalipse 17 é a Igreja Católica Romana. Ele escreve:
“A Igreja, portanto, não aceita... a interpretação literal dos primeiros capítulos do livro de Gênesis... Quando os que advogam o criacionismo aplicam suas ferramentas fundamentalistas a este último livro [Apocalipse], a Igreja muitas vezes se torna alvo de veementes ataques”.
A bem da verdade, em nenhum lugar da Bíblia se afirma que o Sol gira em torno da Terra. Mas, por outro lado, a Bíblia declara com todas as letras que a Terra é “redonda”:
Isaías 40:22 afirma que “ E Ele (Deus), o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos...”.Há 3500 anos, a Bíblia já informava aos homens que a Terra está flutuando no espaço sideral.
Jó 26:7 diz que “Ele (Deus) estende o norte sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada”.
Mas apesar disso, a igreja católica considera que a Bíblia possui erros. O Concílio Vaticano II declara: "Afirmarmos que a Bíblia é livre de erro naquilo que pertence à verdade religiosa revelada para nossa salvação. Não é necessariamente livre de erro em outros assuntos (por exemplo, ciências naturais)".
Isso não é uma questão trivial. Se o relato da criação em Gênesis não é digno de confiança, o restante da Bíblia também não pode ser confiável, pois depende desse relato. Além disso, prova-se que Cristo não era realmente Deus, mas um mero mortal que, tolamente, interpretou literalmente a história de Adão e Eva (Mateus 19:4-5), e não pode, portanto, ser nosso Salvador. O periódico The American Atheist [O Ateu Americano] sabe muito bem qual é a questão: "Destruam-se Adão e Eva e o pecado original, e nos escombros se encontrarão os restos mortais do Filho de Deus, eliminando-se assim qualquer significado para sua morte”.
E você, de que lado ficará?
Crerá em Jesus, que citou literal e cabalmente fatos e personagens que os “modernos” consideram lendários (Adão e Eva, Noé e o dilúvio, Jonas e o grande peixe), ou prefere seguir a afirmação do homem “infalível” de que a Bíblia possui erros e portanto não é digna de crédito?











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