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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Roupa nova para velhas heresias (parte 3 e meio): mais nicolaítas!

Como dizem sempre, uma imagem vale mais do que mil palavras. Quanto valem então umas doze imagens? Geralmente essas coisas que escrevo giram em torno de 1500 palavras, o que daria uma imagem e meia; portanto, acho que essas imagens correspondem a uns dez artigos, o que me permite férias do blog até o 2014...
A explicação: as fotos abaixo são imagens feitas dentro de uma igreja dita “evangélica”, numa cerimônia a que chamaram “consagração de pastor”. Tampei os rostos das pessoas para não expô-las (ainda mais) ao ridículo... Vai que daqui a um tempo elas percebam o mico em que se meteram e se arrependam... Para mim, essa instituição é ex-evangélica, ex-batista, ex-igreja, pois toda essa fanfarronice, essa encenação, está mais para a Maçonaria do que para o Evangelho – veja só esses panos roxos nos ombros. São a plena confirmação do que eu escrevi anteriormente, sobre os nicolaítas. Gente que adora uma cerimônia, uma diferenciação entre “o clero”, “o sacerdócio”, e o povo, os leigos, os não-qualificados para o ensino e ministração da Palavra. E bota diferenciação nisso: quem em sã consciência usaria uma fantasia dessas? Obviamente, estou falando de gente que se diz “evangélica”, porque entre os católicos, budistas, muçulmanos etc., é comum usar fardamento especial e diferenciado. Quanto mais papagaiado, mais alta a posição, como na foto que ilustra o título desta postagem, ali acima. Veja o absurdo:





Finalizando, peço que me mostrem onde na Bíblia se diz que “consagração de pastor” tem que ter toda essa pompa e circunstância. Até onde entendo, a consagração ao ministério pastoral ocorre “com a imposição de mãos do presbitério” (I Timóteo 4:14). Que foi o que aconteceu quando a Igreja separou Paulo e Barnabé para pregar a Palavra: “Então, depois que jejuaram, oraram e lhes impuseram as mãos, os despediram” (Atos 13:1-3). Oração, jejum, busca da orientação do Espírito Santo, e imposição de mãos. Essa tem sido a prática das igrejas evangélicas desde sempre... nada mais. No máximo, um sermão pregado pelo pastor recém-consagrado. Nada que dê a entender que seja necessária uma encenação teatral, uma pantomima de gosto duvidoso, parecendo mais um desfile a fantasia, daqueles que ocorrem no carnaval, não raro com alegorias saídas de mentes doentias de desviados comportamentais. Eu hein... a que ponto chegou a “cristandade”...

“Sei onde habitas... entretanto, algumas coisas tenho contra ti...  tens também alguns que de igual modo seguem a doutrina dos nicolaítas” (Apocalipse 2:13-15).

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