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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Dez anos do Onze de Setembro:

É o décimo aniversário do ataque contra o World Trade Center, e uma grande ironia ainda persiste. Enquanto o mundo inteiro solenemente chora a perda de vidas inocentes e manifesta repúdio ao terrorismo, o Islã aproveita a oportunidade para fazer propaganda no Ocidente.
Quando se pergunta qual o verdadeiro significado da jihad (guerra santa), as respostas são evasivas. Dizem que jihad não significa conquista pela força, nem derramamento de sangue dos inimigos infiéis, e que o Corão não aprova nem sugere essa idéia. Para os devotos muçulmanos, a jihad representaria “a luta íntima do coração para alcançar a paz interior e a santidade pessoal”, nada mais; e o Corão “defende o amor, a paz e a fraternidade entre os homens”.
Há também momentos em que o islamismo recebe elogios por ser uma religião pluralista. Isto funciona como um verdadeiro chamariz, porque o pluralismo religioso é um dos conceitos básicos em democracias como os Estados Unidos. Mas em geral os ocidentais são ingênuos e mal informados sobre até onde vai a tolerância religiosa em outros países, particularmente nos muçulmanos. Segundo a lógica difundida pela mídia, a grande maioria dos muçulmanos estaria levando a culpa pelas ações de meia dúzia de encrenqueiros, mas, na verdade, viveria profundamente angustiada diante dos atos praticados por agitadores perversos.
As perguntas que ninguém faz - É claro que não estamos dizendo que todos os muçulmanos são terroristas ou estão determinados a conquistar o mundo. Sem dúvida, muitos muçulmanos querem realmente viver em paz com seus vizinhos. Quem conhece o mundo islâmico sabe que muçulmanos inocentes são perseguidos, torturados e até mortos por outros muçulmanos. Entretanto, se o Corão só fala de amor e a jihad é simplesmente uma busca pessoal de paz e santidade, por que centenas de milhares de cristãos estão sendo trucidados por muçulmanos engajados na jihad, que afirmam estar seguindo o Corão, o qual, segundo os mesmos, incentiva suas ações?
Na Indonésia, a violência da jihad no Timor Leste (foto ao lado) já causou cerca de 200.000 mortes. Os cristãos são perseguidos e massacrados, e suas igrejas incendiadas pelos participantes da jihad. Esses violentos ataques às igrejas forçaram milhares de cristãos a “se converter” ao islamismo ["Culture of Hate", Bat Yeor, National Review Online, 2 de agosto de 2002, www.nationalreview.com/comment/comment-yeor080202.asp].
Os cristãos assassinados ou mutilados não tiveram ninguém que falasse ou fizesse questionamentos por eles durante a comoção que tomou conta da mídia após os atentados de 11 de setembro. Se o islamismo é pluralista (na verdade, ele é absolutista), por que a maioria dos países muçulmanos tem tolerância zero em relação aos cristãos e judeus? A Arábia Saudita é o melhor exemplo disso. Lá, todos têm de ser muçulmanos. Não é permitido abrir igrejas; a exibição pública de símbolos cristãos pode levar o responsável para a cadeia; e os muçulmanos que se convertem ao cristianismo podem ser executados.
Além disso, por que um erudito muçulmano defenderia a tese da incompatibilidade entre o islamismo e os sistemas não-islâmicos? Segundo ele, “não pode haver paz nem coexistência entre a religião islâmica e as instituições políticas e sociais não-islâmicas [...] Quando o movimento islâmico se torna suficientemente forte, ele tem de assumir o poder e criar uma república islâmica” [Citado em Samuel P. Huntington, The Clash of Civilizations and the Remaking of World Order, Simon and Schuster, Nova York, 1997, p.269.]. Os muçulmanos já fizeram isso em vários lugares, como no Sudão, por exemplo.
E, se o Islã foi “seqüestrado” por grupos dissidentes formados por radicais da pior espécie, por que não se ouve um forte clamor de repúdio por parte da comunidade muçulmana do Ocidente? Todo mundo sabe que há células terroristas operando dentro ou nas proximidades das mesquitas ocidentais. Também é fato notório que desses púlpitos brotam, regularmente, violentas críticas contra as autoridades israelenses e americanas, semelhantes às despejadas pelos mullahs no Oriente Médio. Pela lógica, se os radicais estivessem dominando o Islã, os muçulmanos que representam o pensamento da maioria da sociedade islâmica seriam os primeiros a localizar, expor e excomungar os dissidentes do meio de seus irmãos que só desejam a paz. Isso interessaria primeiramente a eles mesmos. Foi isso que os cristãos americanos fizeram com grupos como a Ku Klux Klan. [E aparentemente, quando querem, as massas se movem contra os maus governantes, mesmo em países fechados como Líbia, Síria e Iêmen, como vimos. Por que não se movem contra o abominável terrorismo extremista? N. do E.]
A questão não é complicada. Se os muçulmanos querem viver no Ocidente (e essas populações já somam milhões de pessoas) e ser cidadãos pacíficos, devem seguir os mesmos padrões de conduta dos ocidentais. Democracia, pluralismo religioso, tolerância...  Por que haveria de ser diferente?
(Baseado em artigo de Elwood McQuaid, editor-chefe de The Friends of Israel - extraído e adaptado de www.foi.org) Fonte: http://www.beth-shalom.com.br
A questão muçulmana é um fator de preocupação para o Ocidente e para Israel. No entanto, ao que parece, toda a história de desavenças e massacres de parte a parte, desde o tempo de Maomé, passando pelas sangrentas Cruzadas medievais, a ascensão e queda do império otomano e a atual crise palestina, não há de ser nada compara à futura invasão de Israel, na qual tomarão parte vários países islâmicos, liderados pela Rússia. O relato dessa carnificina está descrito na Bíblia, no livro do profeta Ezequiel, capítulos 38 e 39. Aqueles que hoje defendem a convivência pacífica hão de se arrepender, quando entenderem o que realmente está por trás da aparente vontade de se integrar à comunidade internacional.  Publicado anteriormente no http://blog.teophilo.info/; a partir daqui, meus novos comentários:
E outra coisa que parece ter hipnotizado a todos – e que ninguém comenta seriamente – é o poder que a mídia tem, ao mostrar o 11 de setembro. Pelo menos no caso do Pentágono, as evidências são a favor de uma grande queima de arquivo. Agora, aplicando ao caso um viés político, com algum tempero conspiratório, vemos que, ao contrário do WTC - onde há imagens de sobra mostrando os aviões entrando com tudo nas torres e não há o que discutir sobre a participação de Osama bin Laden e da Al Qaeda - no Pentágono não há uma só imagem que mostre o suposto Boeing atingindo o edifício! 
Pelo contrário, as únicas imagens são de uma câmera de segurança numa guarita lateral, que apareceram dias depois do “atentado” (inclusive com data de 12 de setembro!), meia dúzia de frames de vídeo que não mostram nada, só uma bola de fogo. Não se vê o avião se aproximando, nem destroços, como no WTC. Como uma área de segurança máxima não tem nenhuma câmera decente, que registre os arredores? Como é que o centro nervoso do governo mais poderoso da terra não enxerga em torno de si? Quer dizer que um caminhão carregado de bombas vindo pela pista ou um míssil voando baixo também não seria notado pelas (inexistentes, desligadas ou grampeadas) câmeras de segurança?
Uma comparação simples das imagens do prédio, antes e depois, deixa claro que um avião desse tamanho (20m de altura, 40 de asa a asa) não poderia ter feito um buraco tão pequeno, em diâmetro e profundidade. Compare com as imagens dos impactos nas torres.
Mais: para atingir o Pentágono no andar térreo, a aeronave precisaria se aproximar ao nível do chão por pelo menos 1 km, sobrevoando a rodovia que dá acesso ao complexo: mas ninguém viu nada, o que significa que todos que estavam nas ruas da capital às 9 da manhã de uma terça-feira eram cegos e surdos, ou então era um avião invisível. Leia mais sobre isto aqui.
Outra: como pode um avião de 100 toneladas se desfazer totalmente, a ponto de não sobrar um pneu, uma turbina, partes da estrutura, o estabilizador de 20 de altura? Pela lógica essa seria a última parte a penetrar no edifício, ou ficar para fora da edificação, pois o bico do avião não atravessou o primeiro anel do prédio. Compare com o acidente de Congonhas (17 de julho de 2007) para ver o tamanho dos destroços; e olha que o Airbus A320 da TAM é bem menor que o Boeing B757.
Outra que não cola de jeito nenhum: que os próprios passageiros do vôo 93 teriam “se sacrificado heroicamente”, e escolheram jogar o avião no chão. Mais uma lenda americana: provavelmente eles fizeram uma votação, bem democrática, invocaram a Constituição de 1776 e cantaram “Amazing Grace” enquanto o avião mergulhava nos verdes campos da Pensilvânia, terra sagrada onde seus antepassados lutaram e morreram pela liberdade e pelo american way of life... blablabla. Pura balela, é óbvio que o avião foi derrubado por caças. A única razão para inventar essa história de heroísmo é esconder o fato de americanos matarem americanos. Outra coisa esquisita é que aí também não há destroços, como se pode ver aqui.
Parece mesmo teoria da conspiração: no WTC é indiscutível o atentado, mas no Pentágono... há quem diga que foi tudo tramado pelo próprio governo americano para revitalizar a parte sul da ilha de Mannhattan, assim como o ataque a Pearl Harbor em 1942 foi permitido por Roosevelt, como desculpa para os EUA entrarem na guerra e assim sair da depressão.
Conspirações à parte, um dia, as verdades um dia vêm à tona. Foi assim com a disseminação de drogas pesadas para “enfraquecer” a população negra (bem mostrada no filme “Panteras Negras”, de Mario Van Peebles); foi assim com as cobaias humanas na Guatemala, usadas como testes para guerra biológica; foi assim com os campos de concentração para japoneses na Costa Oeste norte-americana; e um dia a verdade sobre o Pentágono também aparecerá. É questão de tempo.
O que eu quero dizer com isso? Que você não deve acreditar em tudo o que lê, que ouve e que vê, principalmente na TV e na “grande mídia”. Lembre-se sempre que há muitos interesses envolvidos, ideologias e conceitos por trás de cada matéria, cada artigo, cada reportagem: nada é o que parece. Lembre-se das armas de destruição em massa de Saddam – onde estão? Talvez no mesmo lugar onde estão aqueles que diziam que Dilma Rousseff ia ser presa assim que saísse do Brasil, e que afirmavam que o satanista Michel Temer ia matar Dilma e assumir o poder, com ajuda de Satã, legalizar o aborto, fechar igrejas, prender pastores (se bem que tem alguns que precisavam mesmo passar uma temporada no xilindró)...
Nunca leve em conta apenas uma fonte, compare, reflita e pense. Isso vale para política, economia, saúde, esportes; mas também vale para assuntos relacionados ao espiritual. Tem muita gente por aí vendendo gato por lebre, fazendo pirotecnias que fazem o 11 de setembro parecer uma bombinha de “São” João, mas que no fundo são grandes fraudes. E o pior é que envolve o destino eterno de muitas almas. É o que eu tenho tentado mostrar neste humilde espaço.
Leia II Coríntios 11:13.
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