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segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Por que o mundo odeia Israel?


Esses dias, procurando mais informações sobre a mais recente crise Israel/“palestinos”, li dois textos, uma na revista Veja, que eu detesto, e outro no Midia Sem Máscara, e compilei os dois aqui (em itálico):
...
Observemos o mundo desde o ano 2000.
A Coreia do Norte continua a ser um país que é, inteiro, essencialmente, um enorme campo de concentração.
A Somália não existe mais enquanto país. É um estado anárquico onde o mais cruel e o mais forte (geralmente o mesmo) prevalece.
No Congo, cerca de 5,5 milhões de pessoas foram mortas – quase o mesmo número de judeus do Holocausto. É a guerra com maior número de vítimas desde a II Guerra Mundial. Ninguém se importa. Ninguém vai levar medicamentos, água ou comida para esses pobres desgraçados. Não vai haver nenhuma “frota da paz”. Ninguém vai comentar em blogs. 
Na Síria, cerca de 150 mil pessoas foram mortas nos últimos três anos e milhões perderam os lares. 
No Iraque, quase toda semana vemos assassinatos em massa causados por atentados terroristas.
No México, desde 2006, aproximadamente 120 mil pereceram nas guerras do tráfico.
O Irã, uma ditadura que defende o genocídio, está prestes a fabricar armas nucleares.
Comunidades cristãs no Oriente Médio são aniquiladas; o massacre de cristãos é rotina na Nigéria.
Na Rússia, morreram cerca de duzentos mil muçulmanos chechenos. Houve uma única jornalista que protestou, e terminou suicidada com dois tiros. Na mídia, silêncio. 
Morrem mais muçulmanos nos conflitos sunitas x xiitas do que no conflito com Israel. Mas se árabe mata árabe, ninguém se importa. 
Poucos se importam se Sri Lanka massacra os tamis, ou se os turcos eliminam os curdos. Esses povos vitimizados têm tanta ou mais “legitimidade” para ter um estado próprio do que os palestinos, que não é uma etnia específica e é um termo que não existia antes de 1967. Mas ninguém se importa muito com eles. 
É claro que o século XX foi ainda mais sangrento, mas estamos apenas no 15º ano do século XXI.
E apesar de tanta maldade e sofrimento, o mundo concentrou maciçamente a atenção nos supostos malfeitos de um único país: Israel. O que torna tal fato tão digno de nota é que Israel está entre os países mais humanitários e livres do planeta. E pior, é o único país do mundo sob ameaça de aniquilação. 
Este é o único caso da História em que os povos dos países livres tomaram as dores de um estado policial contra um estado livre. É impossível apontar qualquer outra ocasião na qual o estado livre foi considerado o agressor. Por que quando um shopping center do Quênia é bombardeado, terroristas islâmicos massacram cristãos na Nigéria e milhares de pessoas morrem na Síria, o mundo está parece só se preocupar com palestinos mortos em decorrência direta de lançarem milhares de mísseis para matar tantos israelenses quanto possível? Por que essa obsessão contra Israel desde a fundação do país e, em especial, desde 1967?
Não pode ser “a ocupação”. A China ocupa o Tibete e o mundo não presta a menor atenção. E a criação do Paquistão, que ocorreu ao mesmo tempo da criação de Israel, também criou milhões de refugiados muçulmanos e hindus. Mesmo assim, ninguém presta atenção ao Paquistão.
Israel não é perfeito. Muitas vezes erra mais do que acerta. Ultimamente tem cometido algumas trapalhadas, e seus políticos metem os pés pelas mãos. É válido criticar suas políticas, assim como as de qualquer outra nação. Mas Israel não tem opção: ou resiste, ou é destruído. E não se enganem: esse é o objetivo de seus inimigos. Destruir o país, aniquilar sua população, e colocar toda a área sob controle islâmico. Israel é um país minúsculo: menor que o menor estado brasileiro (Sergipe); e enquanto existem mais de 50 países muçulmanos, existe apenas um país judeu. Israel ocupa meio por cento de toda a área do Oriente Médio, e os outros 99,5% são seus inimigos; deveria ser admirado e apoiado, mas não odiado a ponto de existirem dúzias de países cujas populações querem ver Israel aniquilado, o que, mais uma vez, é um fenômeno singular. Nenhum outro país do mundo jamais foi escolhido para ser exterminado.
Por outro lado, seus vizinhos e inimigos são ditaduras e monarquias corruptas, onde as eleições são manipuladas, quando existem; lugares onde há prisão e execução de dissidentes e minorias. Só como exemplo, os jordanianos mataram em um só mês (Setembro Negro) dez vezes mais palestinos do que os israelenses em 40 anos. Mas nesses lugares a imprensa é mero porta-voz do ditador que está no comando; não há liberdade religiosa, apenas o fundamentalismo islâmico; há opressão às mulheres e o povo é tratado como gado, condenado a viver na idade das trevas, no atraso e na pobreza, apesar de terem reservas de petróleo bilionárias sob seus pés.
Dennis Prager raciocina que haveria duas explicações.
A primeira é uma predileção quase mundial por “valores e ideias” supostamente “esquerdistas”, segundo as quais a parte mais fraca, especialmente se não for ocidental, é rotulada de vítima ao combater um grupo ou país mais forte. Substitui-se o “bom e mau” por “rico e pobre”, “forte e fraco”. Israel é rico, forte e ocidental; os palestinos são pobres, fracos e não-ocidentais.
A única outra explicação possível é Israel ser judeu. Não existe qualquer outra explicação racional, pois o ódio por Israel não é racional. (Fonte) (Fonte)
Esses textos revelam um pouco da perplexidade em relação a Israel. Poucos buscam entender a razão de tanto ódio a um país tão pequeno. Mas temos que ir além da política para ver o real significado da rejeição aos judeus pelo resto do mundo, quase sem exceção. Este terceiro texto dá uma luz definitiva sobre o tema (procurei resumi-lo; texto original em itálico).
A Bíblia afirma em Isaías 41:8-9: “Mas tu, ó Israel, servo meu, tu, Jacó, a quem elegi, descendente de Abraão, meu amigo, tu, a quem tomei das extremidades da terra, e chamei dos seus cantos mais remotos, e a quem disse: Tu és o meu servo, eu te escolhi e não te rejeitei”. Deus não escolheu o povo judeu por causa de seu número, do seu poder, da sua grandeza, ou de qualquer outra coisa. Simplesmente, Deus é soberano e escolheu Israel para ser o veículo de Seu plano para o mundo, que tem, pelo menos, três aspectos. 
Primeiro, Deus desejava alguém que levasse a Sua palavra ao mundo. De acordo com Deuteronômio 4:1-2 e Romanos 3:1-2, Deus usou o povo judeu para produzir a Bíblia.
Em segundo lugar, Deus queria que a nação de Israel servisse ao mundo como Sua testemunha. Em Isaías 43:21 lemos“...povo que formei para mim, para celebrar o meu louvor”. 
Finalmente, em terceiro lugar, Deus planejou usar a nação de Israel como veículo para trazer o Messias ao mundo. A passagem de Miquéias 5:2 claramente afirma que o Rei de Israel, o Messias, viria de entre os judeus e nasceria em Belém. Dessa maneira, a redenção para o mundo emanaria do ventre de uma mulher judia.
Por isso a preservação do povo judeu é uma coisa sobrenatural. Uma nação após a outra tem tentado riscá-lo do mapa. Desde os Faraós até os “pogroms” (movimentos populares de violência contra os judeus), desde Hamã nos dias de Assuero até Hitler, de Antíoco Epifânio até o vindouro Anticristo, todos procuraram (procuram, e ainda procurarão) aniquilar os judeus. Mas nações e povos muito mais numerosos, mais ricos e que ocupavam territórios bem maiores, tais como babilônios, persas, gregos e romanos, surgiram e desapareceram. Saíram do palco, mas a nação judaica continua. A explicação? Isaías 41:10,13-14: “não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel... Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo. Não temas, ó vermezinho de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel”.
O onipotente Deus do Universo protege e guarda Seu povo escolhido. Jeremias 31:35-37 afirma que se alguém quisesse destruir Israel, antes teria de acabar com o Universo inteiro. O plano e o propósito de Deus para a humanidade estão centrados nesse povo. Dessa forma, os judeus existirão para sempre, porque se encontram no centro da vontade de Deus para este mundo!
O escritor russo Leon Tolstoi falou sobre isso em um ensaio intitulado “O que é um judeu?”:
“[O judeu] tem sido abusado e molestado, oprimido e perseguido, maltratado e massacrado, queimado e enforcado por governadores e nações – em conjunto ou separadamente – e, apesar de tudo isso, ainda vive (...) Ele, a quem nem a matança, nem a tortura ao longo de anos puderam destruir; a quem nem o fogo, nem a inquisição foram capazes de varrer da face da terra; (...) tal nação não pode ser destruída. O judeu dura para sempre, como a própria eternidade”.
A maior parte da história de Israel é de conflitos com os países vizinhos. A paz nunca chegou à “cidade da paz” – Jerusalém. Não obstante, o fim prometido a todos os que se levantam contra essa nação – os que a odeiam, que a perseguem, os que lhe fazem guerra – será a destruição, doa a quem doer. Com tais nações acontecerá o que elas pretendiam fazer a Israel. Deus manterá a promessa feita a Abraão, e que alcança os seus descendentes: “... amaldiçoarei os que te amaldiçoarem” (Gênesis 12:3).
O final desta época, como bem sabemos, terá seu clímax quando as nações da Terra vierem contra Israel na batalha do Armagedom (Joel 1:15; 3:9-17; Sofonias 3:8-9; Zacarias caps. 12 a 14). Naquele dia, Deus se valerá de Israel para destruir as nações. Ele defenderá Israel (Zacarias 12:8), e o mais fraco entre o povo judeu “será como Davi, e a casa de Davi será como Deus”. As nações serão derrotadas (Zac. 14:3,9) e Jesus confirmou que todos os que odeiam os judeus serão julgados (Mateus 25:41-46).
As nações da Terra se opõem a Israel porque, no fundo, se opõem ao Deus de Israel. Elas são rebeldes e não querem ser governadas por Deus. “Por que se amotinam as nações, e os povos tramam em vão? Os reis da terra se levantam, e os príncipes juntos conspiram contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo: Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas” (Salmo 2:1-3).
Mas o Deus de Israel é poderoso não só para proteger o Seu povo, como também para julgar indivíduos e nações que se opõem à Sua vontade; então Ele merece nossa atenção e adoração. É isto que precisamos ter em mente quando nos posicionamos em relação a Israel: de que lado estamos?
Lá no Salmo 2, escrito há 3000 anos, Deus aconselha:
“Agora, pois, ó reis, sede prudentes; deixai-vos instruir, juízes da terra. Servi ao Senhor com temor, e regozijai-vos com tremor. Beijai o Filho, para que não se ire, e pereçais no caminho; porque em breve se inflamará a sua ira. Bem-aventurados todos aqueles que nele confiam”.

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