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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A invasão de Israel - parte 2


BAND NEWS - Terça-feira, 04 de outubro de 2011 - 14h32 - Mundo: Assad ameaça atacar Israel e incendiar a região do Oriente Médio
O presidente sírio Bashar al-Assad ameaçou atacar Israel e "incendiar" o Oriente Médio, caso a comunidade internacional decida intervir na revolta popular síria. Segundo a agência de notícias iraniana Fars, Assad disse ao chanceler turco Ahmet Davutoglu que não hesitaria em bombardear as maiores cidades israelenses, caso seja atacado. Pelo menos 2.700 pessoas já foram mortas pela repressão de Assad.

A notícia acima, de anos atrás, parece que é de hoje: só o que mudou foi o número de mortos, que segundo as últimas estatísticas já passa de 30.000. Infelizmente, a revolta síria, além de tirar a vida de cidadãos inocentes em seu próprio país, ameaça incendiar toda a região e em especial Israel. Longe de ser apenas mais um capítulo da longa série de atritos entre os dois países, podemos estar assistindo o que também pode ser o último.
A Síria tem sido, historicamente, um personagem que acompanha Israel desde tempos imemoriais. Lemos na Bíblia que no tempo dos profetas Elias, Eliseu, Amós, Oséias e Jonas, os sírios invadiram grandes áreas de Samaria, no reino “do Norte”. E desde a reconstrução do Estado de Israel, em 1948, a tensão entre os dois países nunca cessou. Em 1967, Síria e Egito coordenaram uma ação que terminou mal: a Guerra dos Seis Dias. Israel chegou em poucas horas às portas do Cairo e de Damasco, forçando os agressores a uma rendição humilhante. Nessa ocasião, Israel reconquistou Jerusalém, tomou o Monte do Templo, as Colinas de Golã, a Cisjordânia (também conhecida como a “Margem Ocidental”), a Faixa de Gaza e a Península do Sinai. Depois, numa atitude inédita, devolveu tudo menos Golã aos perdedores. Nunca antes na História mundial o vencedor de uma guerra sofrera tanta pressão internacional para devolver territórios aos derrotados. A seguir este raciocínio, a Inglaterra deveria fazer o mesmo e devolver as Malvinas à Argentina... mas isso é outra história.
O fato é que a Síria, embora tenha todo esse histórico de rusgas com Israel, não aparece na profecia de Ezequiel. Por quê? Há controvérsias.
Bill Salus escreve no site WorldNet que a profecia de Ezequiel não menciona a Síria por que esse país, que alinha seus tanques com a vontade do Irã e da Rússia, vai estar destruído e, portanto, não poderia fazer parte da coalizão. A capital Damasco logo deixará de ser uma cidade reconhecível. Para ele, esse é o fato que aciona a coalizão liderada pela Rússia - e com a participação do Irã - a avançar sobre Israel!
Incrível? Não, se examinarmos as razões expostas em www.bibleprophecyendtimes.com. O autor do texto entende que a explicação está no Salmo 83:2-8: “Pois eis que teus inimigos se alvoroçam, e os que te odeiam levantam a cabeça. Astutamente formam conselho contra o teu povo, e conspiram contra os teus protegidos. Dizem eles: Vinde, e apaguemo-los para que não sejam nação, nem seja lembrado mais o nome de Israel. Pois à uma se conluiam; aliam-se contra ti as tendas de Edom e os ismaelitas, Moabe e os hagarenos, Gebal, Amom e Amaleque, e a Filístia com os habitantes de Tiro. Também a Assíria se ligou a eles; eles são o braço forte dos filhos de Ló.
Diz o autor que os inimigos de Israel listados no Salmo são:
- Jordânia (Amaleque, Amom, Moabe, Edom e “descendentes de Ló”);
- Árabes e Sírios (Ismaelitas, Hagarenos);
- Palestinos (Filístia);
- Líbano (Tiro, Gebal);
- Irã e Iraque (Assíria).
Em seu livro “Israelestina: Os Antigos Planos para o Futuro do Oriente Médio”, ele explica que há três ataques contra Israel programados na agenda dos tempos finais: primeiro, o evento descrito no Salmo 83 (a guerra árabe/israelense), seguida prontamente por Ezequiel 38-39 (a invasão russo/persa-iraniana) e finalmente a campanha do Armagedom. Enquanto assistimos à crescente onda de revoluções nos países islâmicos, que engolfa justamente os envolvidos nesse grande drama dos últimos dias – Síria, Egito, Líbia e outros - os grandes eventos proféticos esperam, posicionados como pedras de dominó enfileiradas, o momento de afetar profundamente a geopolítica mundial.
A destruição de Damasco precipitaria esses acontecimentos em rápida sucessão. Essa antiga cidade, que atualmente abriga vários organismos terroristas, será alvo da ira divina, conforme Amós, Isaías e Jeremias. Sua destruição será um evento tão poderoso que Isaías foi instruído a dar apenas informações sucintas. Isaías 17:1: “Oráculo acerca de Damasco. Eis que Damasco será tirada, para não mais ser cidade, e se tornará um montão de ruínas”. O profeta ainda anuncia que as cidades fortificadas da Síria serão submetidas à soberania de Israel (v. 9): “Naquele dia as suas cidades fortificadas serão como os lugares abandonados no bosque ou sobre o cume das montanhas, os quais foram abandonados ante os filhos de Israel; e haverá assolação”. Isto sugere que a queda de Damasco seria obra de uma campanha das forças israelenses?
O profeta Amós faz eco a essa profecia, e nos dá detalhes adicionais. Ele declara que as construções principais da Síria se tornarão em fumaça, e a nação estará em cativeiro (1:3-5): “Assim diz o Senhor: Por três transgressões de Damasco, sim, por quatro, não retirarei o castigo; porque trilharam a Gileade com trilhos de ferro. Por isso porei fogo à casa de Hazael, e ele consumirá os palácios de Ben-Hadade. Quebrarei o ferrolho de Damasco, e exterminarei o morador do vale de Ávem e de Bete-Éden àquele que tem o cetro; e o povo da Síria será levado em cativeiro a Quir, diz o Senhor”.
Jeremias concorda e diz que o poder militar sírio será definitivamente aniquilado, e que muitos morrerão nas ruas da cidade (49:23-27): “A respeito de Damasco. Envergonhadas estão Hamate e Arpade, e se derretem de medo porquanto ouviram más notícias; estão agitadas como o mar, que não pode aquietar-se. Enfraquecida está Damasco, virou as costas para fugir, e o tremor apoderou-se dela; angústia e dores apossaram-se dela como da mulher que está de parto. Como está abandonada a cidade famosa, a cidade da minha alegria! Portanto os seus jovens lhe cairão nas ruas, e todos os homens de guerra serão consumidos naquele dia, diz o Senhor dos exércitos. E acenderei fogo no muro de Damasco, o qual consumirá os palácios de Ben-Hadade”.
Contrariamente à afirmação de Ehud Olmert, que disse que não mais existe o “Grande Israel”, e à bravata de Mahmoud Ahmadinejad, presidente iraniano que usa sempre a catilinária “até que Israel seja exterminado”, em breve as forças israelenses poderão impor a Damasco uma derrota definitiva.
Agora, a Síria está a brincar com fogo. A dura repressão do regime de Bashar al-Assad a seus compatriotas já começa a irritar até mesmo seus antigos aliados: mísseis erráticos disparados pelas tropas sírias atingiram território turco causando várias baixas civis, e o governo de Tayyp Erdogan respondeu bombardeando a Síria.  A Turquia já abriga mais de 100.000 refugiados e teme uma entrada em massa semelhante ao êxodo de meio milhão de curdos iraquianos após a Guerra do Golfo, em 1991. A tensão entre os dois países começou a ferver quando a Síria derrubou um avião turco. Istambul já dá sinais de que sua paciência com Damasco está no fim. Erdogan até que cultivava boas relações com o presidente sírio, mas se tornou crítico severo após a revolta na Síria, acusando Assad de criar um “estado terrorista”. O premiê turco tem permitido que os rebeldes sírios se organizem na Turquia e pressionou por uma zona de segurança protegida por forças internacionais dentro da Síria.
E se a destruição de Damasco for obra de seus próprios “irmãos muçulmanos”?
Uma coisa parece certa: Damasco será destruída!
E o que acontece em seguida?

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