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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Mundo cão - especial



O ano de 2015 vai se acabando e a gente vai vendo que o mundo está ficando cada vez mais bizarro, mais estranho, mais maluco. Algumas dessas notícias só servem para duas coisas: nos espantar (pelo menos espantar que ainda tem a cabeça mais ou menos no lugar) e comprovar o que a Bíblia já dizia há dois mil anos (aproximadamente): “O mundo jaz no maligno”...

 


Presépio com “Jesus zumbi” gera protestos
Domingo, 6 de dezembro de 2015 - A presença de zumbis na cultura pop tem crescido muito nos últimos anos. Seriados de sucesso como The Walking Dead e Guerra dos Tronos apresentam suas próprias versões de como seria se os mortos voltassem à vida.
Duas notícias distintas nos Estados Unidos esta semana mostram como o que é uma brincadeira para alguns pode ser ofensa religiosa para muitos outros. Os brinquedos do “Presépio Zumbi” foram colocados a venda na época do Halloween e inicialmente não chamaram muita atenção. As peças do brinquedo mostram um anjo, um burro e as figuras de José, Maria e Jesus como mortos-vivos, em parcial decomposição. As asas do anjo são mais usadas para caracterizar demônios e o menino Jesus tem parte do cérebro a mostra. Criação da NerdTalk Brinquedos, este colecionável foi criado pelos amigos Ashley Gojic (ateia) e Justin Contre (católico). Mas eles afirmam que não se trata de uma provocação aos cristãos. “Temos o mesmo senso de humor” resume Contre, 33. Gojic, 26 anos, afirma que durante mais de um ano tentou lançar o produto, mas como não encontrou nenhuma empresa interessada, lançou a ideia  e conseguiu não só dinheiro, mas também muita atenção de sites cristãos que condenaram veementemente a ideia blasfema. Kelly Baker, autor do livro “The Zombies Are Coming!”, cujo subtítulo é “As realidades do Apocalipse Zumbi na cultura americana”, afirma que a ideia toda por trás do conceito de mortos-vivos é religiosa. “Os zumbis sugerem que a vida após a morte não é o que a maioria dos cristãos imagina que ela seja. Eles ressuscitam, mas são apenas corpos sem alma. Se a ressurreição de Jesus representa a esperança e a promessa da vida eterna, os zumbis são uma inversão disso. A esperança se foi, e a vida eterna é andar por aí como um cadáver atrás de cérebros”.
Ao mesmo tempo em que surgiu o debate na internet por causa do brinquedo, um homem no estado do Ohio montou em seu gramado um presépio com figuras em tamanho real. A temática também é de zumbis, e o menino Jesus mais parece um vampiro. Um detalhe chama atenção, a estrela de Belém, na verdade é um pentagrama (símbolo satanista). Jasen Dixon conta que ano passado seus vizinhos se opuseram ao ato e fizeram queixa na prefeitura, que obrigou a retirar as peças da frente de sua casa. Este ano ele voltou a exibi-las e se queixa do cerceamento de sua liberdade de expressão. Uma nova queixa foi feita e a prefeitura promete multá-lo pois ele se recusou a tirar as figuras do pátio. Contudo, este ano ele tem recebido apoio de pessoas que consideram apenas uma “brincadeira”. Para os cristãos, as figuras do presépio representam algo que está no centro de sua fé: a chegada do salvador. Diferentemente dos zumbis, ele morreu, mas sua ressurreição não lhe deu um instinto assassino. Pelo contrário, lhe deu um corpo glorificado e o poder de salvar. Com informações de Religion News e Local 12
Comentário – pra falar a verdade, esse negócio de Walking Dead é muito chato e bobo. Tenho pena de quem segue essas séries idiotas. E pior ainda é querer fazer graça com coisa séria usando esta besteirada como pano de fundo.

 

Homem processa museu por só ter quadros “racistas” de Jesus

Terça, 8 de dezembro de 2015 - Um norte-americano negro visitou o Museu Metropolitano de Arte de Nova York recentemente. No outro dia, procurou um advogado e está processando a cidade de Nova York e o museu pelo que chama de “violações da Lei dos Direitos Civis”. Ele alega que os quadros exibidos são “racialmente insensíveis” pois todos retratam Jesus como um homem branco. De acordo com a queixa apresentada por Justin Renel Joseph no Tribunal Distrital de Nova York, várias pinturas – incluindo “A Sagrada Família com anjos” por Sebastiano Ricci, “A Ressurreição”, de Perugino, “O Milagre dos Pães e Peixes”, de Tintoretto, e “A crucificação” de Francesco Granacci – são racistas pois representam Jesus Cristo como um “ariano”, termo usado pelos nazistas para representar uma suposta superioridade da raça branca. Joseph, de 33 anos, alega na denúncia que é um “homem bi racial, parte judeu e de ascendência africana”. Defende ainda que por ser cristão, sofreu “danos emocionais e psicológicos”, quando foi exposto às obras “racistas”. Todas foram pintadas na Europa nos séculos 16 e 18. Para o denunciante, as imagens são “antissemitas, racistas e ofensivas. Elas são o roubo cultural de uma importante figura histórica e pública, que mesmo vindo do povo hebreu, não é retratado como alguém do Oriente Médio”. No processo consta ainda que ao ver Jesus como um homem de cabelos e pele clara, Joseph (que se define como negro) sentiu-se, entre outras coisas, “rejeitado e não aceito pela sociedade”. Os méritos do processo ainda não foram julgados, mas representam um discurso do politicamente correto.
A porta-voz do museu não quis discutir o mérito da ação judicial, apenas ressaltou que os quadros são importantes pelo seu valor histórico e artístico. “Quando foram pintados, era típico os artistas retratarem temas com a mesma identidade que o público local. Este fenômeno ocorre em muitas outras culturas”, explicou Elyse Topalian ao jornal The New York Post. Além do processo contra o museu, a cidade de Nova York, que ajuda a manter o Museu Metropolitano, também é acusada de violar a Lei dos Direitos Civis, institucionalizando a defesa da “supremacia branca” com dinheiro público. Também quer indenização por que tentou registrar uma queixa-crime contra o Museu numa delegacia de polícia, mas nenhum policial aceitou. Quando ele se ‘descontrolou’, acabou sendo preso por desacato e mandado para tratamento psiquiátrico. Com informações de Christian Examiner
Comentário – esse tipo de idiotice infelizmente está se tornando comum. Como se fizesse diferença se Jesus for branco, negro, índio, judeu, japonês... sempre vai ter um chato politicamente correto criando caso à toa. E a mensagem original e principal do Evangelho vai para terceiro plano.


Marmanjo cinqüentão agora quer ser garotinha de 6 anos
Terça, 15 de dezembro de 2015 - O canadense Paul, 52 anos, era um mecânico que levava uma vida normal. Casado e pai de 7 filhos, conta que aos 46 anos se descobriu “transgênero”. Sua esposa não aceitou e ele se separou. Agora assumiu a identidade de uma menina, Stefonknee Wolscht, de apenas 6 anos. O que para muitos seria visto como um distúrbio mental, tem sido saudado como uma manifestação da chamada “ideologia de gênero”. Stefonknee-Paul conta que por falta de apoio da antiga família, tentou o suicídio duas vezes. Após largar o emprego, passou cerca de um mês no hospital, acabou indo dormir em abrigos para pessoas sem teto. Quando uma das filhas se casou, ele só poderia ir com a condição de vestir com roupas masculinas, sentar atrás na igreja e não conversar com o restante da família. Acabou encontrando apoio na comunidade de transgêneros de Toronto. Agora, ele ganhou pai e mãe adotivos e vive com eles. Usa roupas de meninas e passa o dia brincando e colorindo com seus pais. “Deixar de ser trans não é uma coisa que consigo fazer, é como se me falassem para diminuir minha altura ou ir embora”, contou ao site “The Daile Xtra”. A nova família é a alegria de Paul-Stefonknee. “Não posso negar que eu era casada, não posso negar que tenho filhos. Mas eu andei para frente e voltei a ser criança, não quero ser uma adulta agora. Eu tenho um pai e uma mãe – adotivos – que estão totalmente confortáveis comigo. Os filhos e netos deles também me apoiam. Eu sou permitida a ser quem realmente sou”, comemora. Por trás do insólito está o avanço do discurso politicamente correto da “ideologia de gênero” usada amplamente pelos proponentes da agenda LGBT. Em resumo, cada um pode ser o que quiser e a sociedade precisa aceitar isso...
Comentário - e vocês querem que eu ache normal uma coisas dessas.


Homem que “virou mulher” agora quer se transformar em cavalo
Sexta, 4 de dezembro de 2015 - “Tenho um cavalo dentro de mim”, diz um francês em um documentário de 63 minutos sobre “identidade de gênero”. O personagem central da produção “Horse-Being” [Ser Cavalo] é Karen, de 50 anos. Nascido homem, teve uma vida normal, era professor, casou-se e teve uma filha. Quando decidiu “assumir” sua opção sexual, pagou um tratamento e modificou o corpo, passando a se dizer mulher. Mas agora seu objetivo é outro. Karen quer viver como um animal, mais especificamente como um cavalo. Ele(a) conta que essa ideia o persegue desde os sete anos de idade. Durante uma brincadeira na escola, o professor pediu para que os alunos brincassem imitando um ‘cavalinho’. Essa ideia de ser um cavalo virou uma fixação para Karen. “Eu tenho um cavalo dentro de mim”, resume ela a certa altura. O documentário mostra que o ex-professor francês participa de campeonatos do chamado pony-play. Ele – ou ela, sei lá - e os demais participantes fingem ser, de fato, um animal, andam de quatro com uma sela nas costas, trotam, e puxam uma espécie de charrete! O material explora a questão que esse seria um “passo adiante” na questão transgêneros. Ou seja, Karen escolheu não ser mais homem e passou a ser mulher. Insatisfeito(a), prepara-se para ser um animal. Tudo em nome da “construção” da sua identidade, ou seja, o exterior refletir como ela/ele “se sente” no íntimo.
Comentário – nisso é que dá a filosofia do “vale-tudo”. Quando dissemos que a ideologia LGBT iria desgringolar para pedofilia e zoofilia, nos tacharam de malucos e exagerados. Agora está aí para quem quiser ver no que deu. E quer saber? Acho que ainda vai piorar.

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