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domingo, 8 de setembro de 2013

Especial Mundo Cão III


Pedófilos querem os mesmos direitos dos homossexuais
Segunda, 29 de abril de 2013 - Os adversários dos costumes gays há muito tempo afirmam que, uma vez aceito o reconhecimento da homossexualidade como um mero “estilo de vida” ou orientação sexual diferente, logicamente, nada seria proibido. Militantes gays se sentiram ofendidos com essa opinião, afirmando que isso nunca iria acontecer. Mas agora, usando as mesmas táticas dos militantes homossexuais, os pedófilos começam a querer um status similar aos gays, baseados em pareceres de psiquiatras que estão começando a se desviar para uma nova definição de pedofilia, como foi feito para a homossexualidade há vários anos. 
Um grupo de psiquiatras propôs recentemente durante um simpósio uma nova definição de pedofilia no Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais da PAA (Associação Psiquiátrica Americana). Ela chama os pedófilos simplesmente de “pessoas atraídas por menores”. O site da organização afirma que seu objetivo é “ajudar os profissionais de saúde mental aprender mais sobre a atração por menores e considerar os efeitos de normalização, o estigma e o medo”. Em 1998, a PAA emitiu um relatório afirmando que “o potencial negativo do sexo adulto-criança foi exagerado e que a maioria dos homens e mulheres relataram nenhum efeito sexual negativo através de experiências de abuso sexo na infância”. À pedofilia já foi concedido um estatuto protegido pelo governo federal. A lei “Matthew Shepard e James Byrd, Jr.” sobre crimes de ódio inclui “orientação sexual” como passível de proteção, embora ainda não tenha prazo de validade definido até o momento. Parlamentares do Partido Republicano têm tentado adicionar uma emenda especificando que “pedofilia não é considerada uma orientação”; a alteração foi, porém, rejeitada pelos democratas. O deputado Alcee Hastings explicou que qualquer modo de vida sexual diferente deve ser protegido por lei. “Esta lei refere-se a nossa determinação para acabar com a violência baseada no preconceito e garantir que todos os americanos, independentemente de raça, cor, religião, origem, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou deficiência ou todos esses “filias”, “fetiches” e “ismos” não devem viver com medo de quem ele é. Exorto os meus colegas a votar a favor dessa lei”. A Casa Branca apoiou a lei, dizendo que “no fundo, não é apenas sobre as nossas leis, trata-se de quem somos como indivíduos. Isso se relaciona aceitar as nossas diferenças em vez de permitir que eles se tornem uma fonte de animosidade”.
No início de 2013, dois psicólogos canadenses disseram que a pedofilia é uma orientação sexual, assim como a homossexualidade ou heterossexualidade. Van Gijseghem, psicólogo e ex-professor da Universidade de Montreal, disse aos membros do Parlamento que “os pedófilos não são simplesmente pessoas que cometem um pequeno delito de tempos em tempos, mas são atormentados pelo que equivale a uma orientação sexual exatamente como outro indivíduo pode estar sofrendo sua heterossexualidade ou até mesmo a homossexualidade”. Ele continua: “Os verdadeiros pedófilos têm preferência exclusiva por crianças, o que é o mesmo que ter uma orientação sexual. Você não pode mudar a orientação sexual da pessoa”. Quando perguntado se ele comparou os pedófilos e homossexuais, Van Gijseghem respondeu: “Você não precisa aceitar a todos. Na verdade os pedófilos não mudam sua orientação sexual”. Dr. Quinsey, professor emérito de psicologia da Universidade de Queen em Ontário, afirma que “não há nenhuma evidência de que esse tipo de preferência [pedofilia] pode ser mudado por meio de tratamento ou qualquer outra coisa”. Em julho, a Harvard Medical Publications disse que “a pedofilia é uma orientação sexual que não deve mudar”. Linda Harvey, da Missão América, disse que o impulso para a igualdade de direitos para os pedófilos se tornará cada vez mais comum à medida em que grupos LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) continuarem suas reivindicações. “É  tudo parte de um plano para estimular a sexualidade das crianças mais jovens para convencê-los de que a amizade normal é realmente uma atração sexual”. Assim, agressores sexuais afirmam que as leis que os impedem de viver perto de escolas ou parques são injustas porque estão a penalizá-los para toda a vida, e por isso as leis para proteger as crianças foram desafiadas em vários estados, incluindo Califórnia, Geórgia e Iowa. (Fonte)

Alemanha cria terceiro sexo para recém-nascidos
Quarta, 21 de agosto de 2013 - A Alemanha aprovou uma lei que cria o terceiro sexo para registro de recém nascidos. A partir de 1º de novembro os pais poderão registrar seus filhos como sexo masculino, feminino ou “indefinido”. A lei foi aprovada em maio e só divulgada nesta semana pelo governo, tornando a Alemanha o primeiro país a oficializar o terceiro gênero. Há quem diga que essa opção é para pais de bebês hermafroditas, que nascem com ambos os sexos e na vida adulta terão que decidir se serão homens ou mulheres, podendo também permanecer como sexo indefinido pelo resto da vida.
Mas na verdade a decisão dada pelo tribunal constitucional alemão entende que há pessoas que se sentem profundamente identificadas com um determinado gênero e têm o direito de escolher seu sexo legalmente. Ou seja, pessoas que foram registradas como masculino ou feminino e hoje se sentem envergonhadas por terem adotado uma identidade diferente do registro. Apesar de ser uma mudança significativa nas leis do país, outras leis precisarão ser alteradas para oferecer os mesmos direitos de quem foi registrado como masculino e feminino, como incluir o sexo como “X” no passaporte e até mesmo as leis do matrimônio já que na Alemanha o casamento é permitido apenas entre homens e mulheres, não contemplando o novo gênero. (Fonte)

Vereadora evangélica cria carnaval gospel
Quinta, 25 de julho de 2013 - A cidade de Fortaleza (CE) pode ganhar o Carnaval Gospel, isso se o projeto de lei 186/2013 for aprovado na Câmara e sancionado pelo prefeito Roberto Claudio. De autoria da vereadora Germana Soares (PHS) o projeto tem como objetivo destacar a música gospel, que já é considerada como manifestação cultural. “A ideia de promover o Carnaval Gospel de Fortaleza, a exemplo do que já acontece em cidades como o Rio de Janeiro, Londrina, Olinda e Ouro Preto, é oferecer aos cidadãos fortalezenses uma festa de cunho popular diferente, em meio às comemorações do período de carnaval”, disse a autora do projeto. O PL 186/2013 já começou a tramitar na Câmara e encontra-se na Comissão de Legislação esperando um parecer do vereador Benigno Júnior (PSC) que é o relator do projeto. Se for aprovado, o Carnaval Gospel será realizado todos os anos na mesma época do Carnaval e deverá ter desfiles de rua, comemorações em locais públicos e a participação de artistas locais e de outros estados.
Germana Soares é evangélica e atua em causas humanistas como a luta contra a violência doméstica. Ela já usou a tribuna para se manifestar em favor da defesa das crenças pessoais dos políticos. Em abril, diante das polêmicas envolvendo o deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP), a vereadora cearense falou que não concordava com tudo o que o parlamentar falava, mas que assim como ela, ele tinha o direito de manifestar suas crenças. “Nós temos o direitos de defender aquilo que acreditamos, não fomos nomeados e nem indicados por ninguém, represento o povo que me elegeu. Acredito na família e nos valores cristãos, será que estou errada por pensar diferente, será que sou homofóbica?”, disse ela na ocasião. (Fonte)

Alemão degenerado defende prática da zoofilia
Segunda, 29 de abril de 2013 - Michael Kiok é um personagem estranho: ele é o “presidente da única federação de bestialidade do mundo”, a ZETA (Zoophiles Engagement für Toleranz und Aufklarung, algo como “Zoófilos Comprometidos com a Tolerância e Esclarecimento). Essa organização, a única de seu tipo no mundo, defende o direito de humanos terem relações sexuais com animais. “Nós não somos sádicos e criminosos”, tenta esclarecer o seu presidente. 
Esse bibliotecário de 52 anos afirma que sua atração sexual por animais é que o leva a apelar contra o Tribunal Constitucional, para defender o direito de “fazer amor” com animais. Ele se orgulha de lutar para o desenvolvimento da bestialidade, e agora está lutando contra o que chama de “perseguição”. “Nós somos discriminados”, reclama, referindo-se à lei antizoofilia, pois deve ser condenado a uma multa de 25.000 euros por atividade sexual com animais. A lei ainda precisa ser aprovada pelo Senado. Até agora, zoófilos podiam ter relações sexuais sem medo de repressão na Alemanha. A lei não proíbe bestialidade desde 1969, desde a onda da liberação sexual. Michael Kiok acredita na prática de uma sexualidade que “respeita” animais “sem forçá-los”. Como “acompanhante”, ele tem uma cadela de 8 anos, chamada “Cessy”. “Eu também tenho uma atração por cavalos. Mas eu quero distância. Tenho medo de se apaixonar”, diz ele. Um cavalo é mais caro para manter do que uma cadela”...
Segundo afirma, existem cerca de 100 mil adeptos na Alemanha. Um encontro anual ocorreria em uma fazenda no norte da Alemanha. “Para muitos de nós, este é o destaque do ano”, diz ele sem explicar o que está acontecendo.  “Zoófilos têm relações com vacas, cavalos, ovelhas e porcos. Na cidade, especialmente com os cães”, diz ele.  A declaração confirma acusações de parlamentares que denunciaram “bordéis de animais” em seu relatório.
O veterinário Nicola Siemers relata histórias chocantes, difíceis de acreditar. Para embasar sua petição pela ilegalidade dessa “atividade”, ele fotografou as lesões de alguns animais e enviou as fotos para o Ministério da Agricultura. Michael Kiok nega qualquer abuso: “um animal sabe mostrar o que quer e o que não quer. Os animais são, por vezes, mais fáceis de entender do que as mulheres.Vamos nos defender no tribunal. Não há problema em condenar a violência contra os animais. Mas não é aceitável que o ato sexual sem violência ser punido. Em sua forma atual, a proibição é desnecessária”. Michael Kiok finalmente denuncia a hipocrisia dos parlamentares: “Proíbem o prazer sexual entre homens e animais, mas permitem o abuso na indústria de alimentos”, referindo-se à castração porcos e cavalos. (Fonte)

Vereador de BH quer transporte público especial para zona boêmia
Terça, 4 de junho de 2013 - Desde que a fiscalização de motoristas com base na Lei Seca ficou mais rígida em Belo Horizonte, no ano passado, uma velha questão foi reacesa entre os motoristas frequentadores de bares e restaurantes na capital mineira: as limitações do transporte público da cidade. Metrô e linhas de ônibus têm a circulação interrompida ou reduzida durante a madrugada e nos fins de semana, e os táxis são poucos para atender a demanda, além de caros. Mas um projeto de lei que tramita na Câmara Municipal tenta minimizar o problema. De autoria do vereador Marcelo Aro (PHS), o texto propõe a criação de um serviço de transporte público coletivo destinado a atender o público das regiões boêmias da cidade. A ideia, segundo o parlamentar, é criar circuitos especiais para as regiões dos bairros de Lourdes, Cidade Jardim, Pampulha e Savassi, onde há concentração de bares e restaurantes na cidade. “O Estado implantou a Lei Seca, que é benéfica, mas faz imposição. Junto com a lei, o Estado também tem de dar condições para o cidadão cumpri-la”, defende. Segundo o vereador, a proposta não traria custos para a prefeitura. “Serão cobradas tarifas que pagarão esse gasto, do mesmo jeito que os ônibus comuns. Quem paga não é o poder público, são as empresas de ônibus”. Para a formulação do projeto, Marcelo Aro se inspirou no modelo de Paris, na França. Lá, há um coletivo noturno adaptado para jovens – uma espécie de pré-balada – que circula entre as regiões mais movimentadas durante a noite. 
Gustavo Jacob, sócio de três casas noturnas na capital, aprova. “Quem foi prejudicado mesmo (com a Lei Seca) foram os bares. Esse projeto pode ajudar”. Pedro Loureiro, também sócio de um bar, faz coro. “Costumávamos funcionar até as 4h, e hoje ficamos até 2h30. Não se acha táxi depois das 2h, não tem ônibus”. O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de Belo Horizonte (SetraBH) informou que não vai se pronunciar por desconhecer o projeto. Já o líder do governo na Câmara, o vereador Preto (DEM), afirmou que será preciso ver viabilidade da proposta. “Muitos ônibus na madrugada circulam com poucos passageiros. Podemos optar por outras alternativas, como táxi lotação”, disse.
O especialista em transporte público e presidente do Conselho Empresarial de Políticas Urbanas, José Aparecido Ribeiro, aprova a intenção, mas não como o projeto foi pensado. Segundo ele, para virar realidade, o transporte noturno deveria ser mais sofisticado que as linhas convencionais. “As pessoas que saem à noite não gostam do coletivo, gostam de carro, táxi. Teria de ser confortável, diferente dos ônibus normais, em que as pessoas não saiam cheirando a diesel. Nem os novos coletivos, que oferecem ar-condicionado, bastariam. Precisamos de outros atrativos, como serviço de bordo”.  A BHTrans informou que, das 274 linhas municipais, 58% não operam entre 0h e 3h59 nos dias úteis, 56% param aos sábados, e 54%, aos domingos. O metrô pára após as 23h. (Jornal O Tempo)


Comentário - É óbvio que “o fim do mundo” é uma expressão idiomática, uma citação um tanto jocosa, um dito popular. Sabemos que o mundo não vai acabar, pelo menos da forma que se imagina por aí. Não vai cair um meteoro e acabar com a civilização como se crê que ocorreu com os dinossauros; a raça humana não vai se extinguir como o pássaro dodô, os mamutes ou o tigre de dente de sabre. Mas há duas coisas sobre as quais temos que falar. Uma é que a corrupção dos costumes anda tão acelerada, a decadência ética e moral caminha a passos tão largos, que mesmo aqueles mais incrédulos já dão como certo que “alguma coisa tem que ser feita”, “alguma coisa tem que acontecer”, pois “não é mais possível este estado de coisas”. Muitos acreditam que uma espécie de “juízo final” se aproxima, pois é claro que o mundo saiu do prumo. Basta dar uma lida nos jornais, basta ver o noticiário na TV, é só ver um capítulo da novela, para ficar de cabelos em pé com o que se diz, se faz e se propaga como sendo “normal”. Como sendo “sociedade moderna”.
E aí é obrigatório nos voltarmos para o que Jesus disse há quase dois mil anos: “Como aconteceu nos dias de Noé, assim também será nos dias do Filho do homem. Comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até o dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio e os destruiu a todos” (Lucas 17:26,27).
O que isto quer dizer? Quer dizer que assim como naqueles tempos sombrios, de barbárie e selvageria, onde só se pensava no prazer e na satisfação imediata da carne, até que veio uma catástrofe global, assim também seria no fim dos tempos. Não é o que vemos hoje? Homossexuais, pedófilos, até zoófilos querem ter “o seu espaço”, querem “ser respeitados”, e para isso lançam mão de tudo que podem: leis, mídia, coerção. Em vez de pensar em melhorar a segurança, a saúde e a educação, autoridades criam comodidades para que os boêmios fiquem mais à vontade e continuem em seus vícios, em suas bebedeiras, suas baladas, suas noitadas. Cristãos são engolfados por esse sistema, tanto que querem copiar o mundo e criar seu próprio “carnaval”. Até onde vai isso?
Jesus já disse até onde. Vai até o momento em que, como no tempo de Noé, chegar a hora do dilúvio cair sobre a Terra. Não um dilúvio de água, mas um juízo que descerá sobre a Humanidade. Até o dia em que o Homem deverá prestar contas a Deus por todas as suas maldades.
Então este mundo, enquanto sistema falido, terá fim. O planeta continuará, a vida continuará, mas tudo será limpo, purificado, regenerado. É por isso que, no fim da Bíblia, existe a promessa de “um novo céu e uma nova terra” (Apocalipse 21:1).

Eu pergunto: de que lado você estará quando esse momento chegar? Dentro da arca- a salvo da destruição, ou levado pelas ondas do dilúvio?

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