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sábado, 11 de maio de 2013

Você sabe de onde são essas fotos?


Elas circulam pela Internet há algum tempo, então é possível que você já saiba. Caso contrário, vá olhando até embaixo para ver se descobre..




Conseguiu adivinhar?
Não? Nem com a seta vermelha apontando para uma bandeira na praia?

Pois fique sabendo que é da Faixa de Gaza!!!... (clique em cada foto para ver em tamanho maior).

Isto desmascara a farsa de que os palestinos estão na pior, que Israel não deixa eles fazerem nada, que vivem na miséria e na opressão “sionista”. E também mostra para que servem os milhões que a Europa vem mandando para lá desde a Olimpíada de Munique em 1972, com medo de outro  “Setembro Negro”.
E às vésperas do 65º aniversário da fundação do Estado moderno de Israel - 14 de maio - ainda querem tomar Jerusalém! Porque os seus “irmãos muçulmanos”, que detêm 99,5% de todas as terras do Oriente Médio, não lhes dão mais um pedaço e acabam com a guerra? Porque ainda querem “riscar Israel do mapa”? É importante notar que:
Desde sua fundação, o Estado de Israel vive sob incessante estado de guerra com seus vizinhos. A maior parte desses países sequer reconhece oficialmente a existência do Estado de Israel. Os israelenses saíram vitoriosos de todos os conflitos armados nos quais se viram envolvidos. Além de ser uma incontestável potência militar na região, o nível de bem-estar sócio-econômico da população israelense é consideravelmente superior ao de seus vizinhos: segundo o último levantamento, publicado no último dia 2 de novembro, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de Israel é 0,888, enquanto a média registrada nos países da Liga Árabe é de 0,644 - o que torna o Estado judeu o único país do Oriente Médio entre os 20 primeiros colocados no ranking do IDH. Outro fator é a solidez da democracia israelense, um dos poucos regimes que não sofreu golpe militar, não viu a ascensão de nenhum governo autocrático secular ou religioso, nem foi abalado por guerras civis.
Mas desde setembro de 2009 a OLP/AP, apoiada pela ONU e seus tentáculos, abandonou as negociações de paz e promoveu sua guerra política para criminalizar e deslegitimar Israel. A aceitação da “Palestina” pela UNESCO indiretamente forçou Israel a abrir mão de seus direitos sobre Judéia e Samaria, e, no mínimo, colocou em xeque seu direito exclusivo de soberania em Jerusalém.
Em 1974, a UNESCO votou pelo boicote a Israel e pela “suspensão de convênios com Israel nas áreas de educação, ciência e cultura em virtude da persistente alteração por parte de Israel das características históricas de Jerusalém”.
As ações da UNESCO para negar as ligações judaicas com Jerusalém e o resto da Israel histórica têm se mantido constantes desde então. Em 1989, por exemplo, a UNESCO condenou a “ocupação de Jerusalém por Israel” alegando que estava destruindo a cidade através de “atos de interferência, destruição e transformação”.
Em 1996, a UNESCO promoveu um simpósio sobre Jerusalém na sua sede de Paris. Nenhum grupo judaico ou israelense foi convidado para participar.
No começo de 1996, o Waqf[1]  do Monte do Templo começou a destruição sistemática de artefatos do Segundo Templo. A destruição foi conduzida durante escavações ilegais sob o Monte do Templo executadas para a construção de uma mesquita ilegal e não-autorizada nos Estábulos de Salomão. A UNESCO sequer se importou em condenar esse ato. Ela se manteve silente, a despeito do fato de as atitudes do Waqf constituírem uma grave violação das mesmas leis internacionais de antiguidades e locais sagrados que a UNESCO deve proteger. Outrossim, a UNESCO jamais condenou a profanação palestina da Tumba de Rachel, ou da Tumba de José, nem de quaisquer das antigas sinagogas em Gaza e Jericó que foram demolidas.
Muito longe de cumprir sua missão de proteger locais de patrimônio mundial, desde 1974 a UNESCO tem sido cúmplice de um dos maiores crimes culturais da história da Humanidade - a tentativa palestina e pan-árabe de eliminar a história judaica na Terra de Israel dos registros históricos. E os crimes da UNESCO nessa área não têm fim. Em 2009, ela designou Jerusalém como “capital da cultura árabe”. Em 2010, ela classificou a Tumba de Raquel e o Túmulo dos Patriarcas em Hebron como “mesquitas islâmicas”.
Em 1995, ela aprovou uma resolução lembrando o 50º aniversário do fim da Segunda Guerra Mundial. Apesar de pedidos de Israel, a resolução não fez qualquer menção ao Holocausto.
Em dezembro de 2010, a UNESCO publicou um relatório sobre a história da ciência no mundo árabe. Seu relatório listou o grande médico judeu e estudioso, Rabino Moshe Ben Maimon - Maimônides - como um muçulmano chamado “Moussa ben Maimoun”.
Mais surpreendente que o comportamento da UNESCO é o comportamento de todos, exceto cinco, países-membros da União Européia. Com exceção de República Tcheca, Alemanha, Lituânia, Países Baixos e Suécia, todos os países-membros da UE ou votaram a favor do pedido de ingresso palestino, ou se abstiveram.
Ao aceitar os palestinos como um país-membro, a UNESCO solapou sua legitimidade e viabilidade organizacionais. Aceitar a “Palestina” representa uma violação do estatuto da organização, que determina que apenas Estados podem ser aceitos como membros.
Os objetivos da UNESCO envolvem, dentre outras coisas, promover a cooperação em educação e avançar o estado de direito. Mas os livros escolares adotados pela Autoridade Palestina ainda estão permeados de ódio aos judeus em todos os níveis. Ao permitir essa violação do estatuto da UNESCO, os europeus fazem troça das regras da ONU e, assim, não enfraquecem apenas a UNESCO, mas a ONU como um todo.
O processo de paz entre Israel e a OLP/AP está baseado no compromisso de que um Estado palestino só pode surgir como conseqüência de um tratado de paz com Israel. Ao apoiar a quebra desse compromisso fundamental dos palestinos na UNESCO, os europeus enfraqueceram a possibilidade de se alcançar uma paz negociada que levará a um Estado palestino.
O que o comportamento dos europeus na UNESCO indica é que, assim como a UNESCO deseja subverter sua missão ao atingir Israel, os europeus desejam subverter os objetivos declarados de sua política externa.
Esta é uma ameaça que Israel não pode ignorar.

Para pensar...

Fonte 1; fonte 2; fonte 3; fonte 4
[1] A tradução literal do termo é “domínio”, ou “retenção”. No contexto da Lei Sharia, significa reter determinada propriedade e reverter seus dividendos para fins caritativos. À semelhança de mutos outros termos islâmicos, também não se encontra uma tradução exata para Waqf; talvez o termo mais próximo seja "fundação". Grosso modo, é a versão islâmica das fundações filantrópicas religiosas do Ocidente.

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