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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Porque não sou gay

Aproveito a celeuma que criaram em torno do deputado Marco Feliciano, união civil de homossexuais, PL 122, e ainda, a ampla cobertura (eeeeeeepa!) da mídia a eventos relacionados ao tema. Por exemplo, na semana que antecede a tal “parada gay”, o portal de notícias UOL dava a cada dia duas ou mais matérias com “denúncias de homofobia”, entrevistas com gays famosos, dicas de filmes com temática homossexual etc., tudo para “criar o clima da parada”. Então, antes de perder tempo em bate-boca inútil, aqui vai a minha opinião acerca da turma do arco-íris. 
Vamos ao que interessa. No mesmo formato do artigo “Por que não sou católico”. 
1 – Não sou gay porque Deus criou dois sexos apenas, o masculino e o feminino, o homem e a mulher, sem nenhuma outra graduação intermediária ou opcional. “Criou, pois, Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou” (Gênesis 1:27).
2 - Não sou gay porque Deus considera isso uma abominação, isto é, algo de que se deve ter nojo, manter distância. Tanto o Velho Testamento quanto o Novo condenam a relação entre pessoas do mesmo sexo:
“Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação... nenhuma dessas abominações fareis, nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós (porque todas essas abominações cometeram os homens da terra, que nela estavam antes de vós, e a terra ficou contaminada); para que a terra não seja contaminada por vós e não vos vomite também a vós, como vomitou a nação que nela estava antes de vós. Pois qualquer que cometer alguma dessas abominações, sim, aqueles que as cometerem serão extirpados do seu povo. Portanto guardareis o meu mandamento, de modo que não caiais em nenhum desses abomináveis costumes que antes de vós foram seguidos, e para que não vos contamineis com eles. Eu sou o Senhor vosso Deus” (Levítico 18:22, 26-30).
“Pois do céu é revelada a ira de Deus contra toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça. Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso Deus os entregou, nas concupiscências de seus corações, à imundícia, para serem os seus corpos desonrados entre si... Deus os entregou a paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro... os quais, conhecendo bem o decreto de Deus, que declara dignos de morte os que tais coisas praticam; e não somente os que as fazem, mas também os que aprovam quem as pratica” (Romanos 1:18, 22-27, 32). Note que não é só “homem com homem”: “mulher com mulher” também está fora do padrão, doa a quem doer. E são “dignos de morte os que tais coisas praticam, não somente as fazem, mas também aprovam os que as praticam”. Antes que me processem, quem disse isto foi o apóstolo Paulo.
3 – Não sou gay porque essa prática não pode fazer parte da vida dos cristãos, pois deriva de frutos da carne.  “Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados, mas fostes santificados, mas fostes justificados em nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus” (I Coríntios 6:9-11). Veja bem: “E tais fostes alguns de vós; mas fostes lavados... em nome do Senhor Jesus”. Há saída. Ser gay é uma escolha que pode ser revertida. Arrependimento, confissão do pecado, abandono dos caminhos errados e ser lavado no Sangue de Jesus, é o caminho. Coisa que Lanna Holder, que se diz
“pastora-gay”, não fez. Ela mesma afirma que “tentou de tudo para se libertar: quebra de maldição, cura interior, desligamento de alma, quebra de vínculo”... Pergunto: onde alguém na Bíblia se converteu mediante essas coisas? Não há menção ao “método bíblico de conversão”: arrependimento. Ela não diz essa palavra nenhuma vez! A sua “esposa” diz que pediu perdão “por ser quem era”, mas continuou na mesma vidinha: deixou “o barco correr”, deixou-se “ser levada” (suas próprias palavras). Mais uma vez: não houve sinal de arrependimento, então, assim fica difícil a pessoa se libertar mesmo.
4 – Não sou gay porque a prática homossexual corresponde a se colocar sob o peso da lei de Deus. “A lei não é feita para o justo, mas para os parricidas, matricidas e homicidas, para os devassos, os sodomitas, os roubadores de homens, os mentirosos, os perjuros, e para tudo que for contrário à sã doutrina” (I Timóteo 1:9,10). Veja em que categoria está colocado o “sodomita”: junto com assassinos e ladrões, e “contrário à sã doutrina”. Para esclarecer melhor, procure num dicionário os verbetes “sodomita”, “sodomia” e “sodomizar”.
5 – Não sou gay porque aqueles que procuram justificar homossexualidade na Bíblia, como certos “pastores contemporâneos”, estão perdendo tempo e enganando não só à platéia, mas a si mesmos. Dizem, por exemplo, que Davi era gay por dizer que amava mais a seu amigo Jônatas do que as mulheres (II Samuel 1:26) e Jônatas amava Davi: “A alma de Jônatas se ligou com a de Davi; e Jônatas o amou, como a própria alma” (II Samuel 18:1).  Isto não tem nada a ver com ser gay, porque Saul também “afeiçoou-se” a Davi(cap. 16:21), e Mical, irmã de Jônatas, também “amava a Davi” (18:20). Não era só a família de Saul que amava a Davi: “todo o Israel e Judá amavam a Davi” (18:16). O jovem “era benquisto de todo o povo, e até dos próprios servos de Saul” (18:5).
Por que Davi era o amado de todo o mundo? Por causa de sua simpatia, da sua simplicidade, da sua coragem, do seu caráter, da sua “boa aparência” (16:12, 18; 17:42) e por tocar bem a sua harpa (16:18). Davi gerava confiança nos outros, a tal ponto que “ajuntaram-se a ele todos os que se achavam em aperto e todo homem endividado, e todos os amargurados de espírito” (22:2). Inicialmente eram 400 pessoas. Esse número elevou-se pouco depois para 600 (23:13, 27:2, 30:9).
O que aproximou Jônatas e Davi era a fé no poder e na atuação de Deus. Eles eram iguais quanto a isso. Jônatas explicou ao seu escudeiro que a sua fé era como a de Davi: “para o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos” (I Samuel 14:6).
Mas Davi tinha mesmo um problema sério, que desmente a tese de sua homossexualidade: ele não podia ver um “rabo-de-saia”. Teve várias esposas (Mical, Abigail, Ainoã, Maaca, Hagita, Abital, Eglá e outras). Chegou até a providenciar a eliminação de um soldado para ficar com a mulher dele: seu adultério com a mulher de Urias mostra que era heterossexual convicto (I Samuel 18:27, 25:42-43, II Samuel 3:2-5, 11:1-27). Nem depois de velho abriu mão da companhia feminina (II Reis 1:1-4). Se isso é ser gay, então não sei mais nada.
O rabino Henry Sobel joga a pá de cal nesse argumento “contemporâneo”:
“O relacionamento entre Jônatas e Davi é visto na Bíblia como um modelo de amizade. Em nenhum lugar das Escrituras se encontra referência a uma ligação homossexual entre eles. É importante observar que a palavra hebraica usada na passagem de I Samuel 1:26 (
ahavá) não significa amor no sentido conjugal/sexual, mas sim no sentido paternal (“Isaque gostava de Esaú”, em Gênesis 25:28), no sentido de amizade (“Saul afeiçoou-se a Davi”, em I Samuel 16:21), no sentido de amor a Deus (“Amarás o Senhor, teu Deus”, em Deuteronômio 6:5) e no sentido de amor ao próximo (“Amarás ao próximo como a ti mesmo”, em Levítico 19:18). Em todos estes exemplos, o verbo usado na Torá (a Bíblia hebraica) é ahavá”. (Revista Ultimato nº 254, cf. cit. em http://www.desafiodasseitas.org.br/m-05.htm ).
6 – Não sou gay como certos líderes gays pseudo-evangélicos, que tentam se justificar dizendo que “a Bíblia é antiga” e por isso as suas determinações deveriam ser revistas. Se essas pessoas estão se referindo às leis do Velho Testamento, se esquecem convenientemente de que o Novo Testamento, que dá as regras de fé e prática para quem se diz cristão, também condena o homossexualismo, como citado antes (Romanos 1:18, 22-27, 32; I Coríntios 6:9-11; I Timóteo 1:9,10).
7 – Não sou gay porque o testemunho dos líderes do movimento gay são incompatíveis não apenas com os de um cristão verdadeiro, mas também contrariam toda noção de normalidade psicológica e comportamental. Veja só: “Nos últimos 36 anos, calculei que devo ter transado com uns 500 homens . . . Pra dizer a verdade, o que eu queria mesmo não era um homem e sim um meninão” (Depoimento de Luiz Mott). I Coríntios 11: 28 e 6:20 diz: “Examine-se, pois, o homem a si mesmo... glorificai pois a Deus no vosso corpo”.  Agora eu pergunto: Alguém que leva esse estilo de vida pode ter comunhão com Deus? Um marmanjo “transar” com 500 homens e achar que está “tudo bem”? E não quer ser criticado?
Assim como não admitem críticas algumas empresas públicas que gastam verdadeiras fortunas para privilegiar um grupo minoritário da população brasileira... E isso a despeito de o próprio mercado reconhecer que associar marcas a esses eventos é um tiro no próprio pé. A despeito de a diretriz dessas empresas públicas, como elas mesmas gostam de dizer, seja associar sua imagem “somente a projetos e conteúdos que não contenham ofensa ou discriminação a grupos específicos ou minoritários, no que se refere a gênero, etnia, cor, religião, opção política, inclinação sexual, deficiência, classe social e regionalidades” (trecho retirado da política de patrocínio de uma dessas empresas). Ora, o que se vê nessas “paradas”, com imagens erotizadas de santos e palavras de ordem contra outro grupo da população brasileira, como é o caso dos evangélicos, não é exatamente o oposto? Como podem essas empresas promover o que dizem combater? Ou seja, dando dinheiro aos militantes gays acabam por promover “ofensa ou discriminação a grupos específicos ou minoritários, no que se refere a religião... e inclinação sexual”! Esses dois últimos links não deixam dúvidas! A natureza desses “patrocínios” deveria ser investigada pelas autoridades sérias!
Finalizando:
8 - Não sou gay porque mergulhar nesse “estilo de vida” é bater de frente com as determinações bíblicas para o Homem e para a Mulher. É contrariar o “manual do fabricante”. E viver dessa forma é seguir pela estrada larga: “porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela” (Mateus 7:13).


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