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sexta-feira, 2 de julho de 2010

Desastre ecológico:

Tirando a Copa do Mundo, um dos assuntos que mais chamou a atenção da mídia em meados de 2010 foi o vazamento de óleo no Golfo do México. Inúmeros esforços foram feitos para conter a poluição, mas tiveram resultados frustrantes. E para piorar a situação, a temporada de furacões na região adicionou mais um componente sombrio à situação.
A dona do poço e responsável pela lambança é a BP, sigla de British Petroleum, empresa de origem inglesa que hoje é uma transnacional cuja sede fica em Nova York. Antiga participante de mutretas de todo tipo no negócio sujo – no sentido literal e figurado – que é a exploração de petróleo, a BP influiu no golpe de estado que derrubou o primeiro-ministro Mohammed Mossadegh e colocou o xá Reza Pahlevi no poder no Irã, nos anos 1950. Mossadegh tinha planos de estatizar a exploração de petróleo no país, o que iria prejudicar os interesses da BP e sua subsidiária Anglo-Iranian Oil. O xá, assim que foi guindado ao poder tratou logo de revogar a estatização, mas as depois foi catapultado pela revolução dos aiatolás, liderada por Ruhollah Khomeini, que inaugurou a república islâmica.
Mais de 130 milhões de galões de óleo se espalharam pela área. A empresa conseguiu queimar 10 milhões de galões, e separar, por meios químicos, 25 milhões. O restante, quase 100 milhões de galões de óleo estão misturados à água do mar, e podem chegar em breve à Europa, levados pela corrente do Golfo no episódio que foi considerado um dos piores desastres ecológicos da História.
Mas o que poucos sabem é que o pior ainda está por vir.
O que você diria se soubesse que, em breve, um evento inimaginável irá acabar com um terço de toda a vida marinha?
Impossível, talvez diga. São trilhões e trilhões de criaturas, com uma capacidade impensável de reprodução e multiplicação. Sim, mas e se isso acontecesse, quais seriam as conseqüências para a humanidade? Falta de alimento? Oceanos intransitáveis? Empecilhos intransponíveis à navegação? E o mau-cheiro, resultante de milhões de toneladas de material em decomposição? O que seria pior?
E talvez alguém pergunte: “como você pode afirmar tal disparate?”
A Bíblia assim o diz.
Com a autoridade de Quem previu centenas de fatos com séculos de antecedência, que se cumpriram nos mínimos detalhes, a Bíblia tem mostrado, dia após dia, que ela é, de fato, quem afirma ser: a Palavra do Deus Vivo.
Veja o que diz Apocalipse capítulo 8, versos 8 e 9:
“O segundo anjo tocou a sua trombeta, e foi lançado no mar como que um grande monte ardendo em fogo, e tornou-se em sangue a terça parte do mar.
E morreu a terça parte das criaturas viventes que havia no mar, e foi destruída a terça parte dos navios”.
Não sabemos com exatidão quando se dará esse evento, apenas que será logo depois da ascenção do Homem do pecado, que há de se levantar contra Deus e por isso recebeu o título de Anticristo. Os sinais da sua aparição já se podem notar: a globalização da economia, a deterioração dos costumes, a mídia em tempo real, os meios de controle como implantes de chips sob a pele e por GPS, a crescente apostasia da cristandade, que vem acrescentando ensinos estranhos ao Evangelho a cada dia.
E como se não bastasse essa profecia, Apocalipse reforça a previsão sobre a catástrofe. No capítulo 16, verso 3, o Senhor Deus, falando pela pena do apóstolo João, diz que “O segundo anjo derramou a sua taça no mar, que se tornou em sangue como de um morto, e morreu todo ser vivente que estava no mar”.
Agora, o restante da vida marinha desaparece!
A situação do planeta, que já era trágica, tornar-se-á desesperadora; mas apesar de tudo isso, os homens “blasfemaram o nome de Deus, que tem poder sobre estas pragas; e não se arrependeram para lhe darem glória... e os homens blasfemaram de Deus ... porque a sua praga era mui grande” (Apocalipse 16:9 e 21). Em vez de se arrependerem de seus pecados, que no fundo serão os causadores de toda desgraça que há de vir sobre a terra – é o juízo final de Deus sobre a humanidade rebelde – eles preferirão blasfemar de Deus e virar as costas para Ele. Mais uma vez.
É o que se vê, como que num trailer, hoje.
Os homens querem explorar ao máximo o planeta, sem se preocuparem com a poluição, a má distribuição de renda, e a exaustão dos recursos minerais e biológicos. Aí, quando desastres acontecem, ou são acometidos de doenças, aparecem as guerras e outras desgraças, cinicamente dizem: “Por que Deus deixa isto acontecer”? “Como que um Deus de amor permite tal e tal coisa”?; “Não creio num Deus que não se importa com a fome no mundo”; “Se Deus existisse mesmo acabava com tudo isso”.
Outros, pseudo-filósofos, arriscam a dizer que a culpa é de Deus, pois se Deus criou tudo, foi Ele quem criou o mal. Ora, de fato, Deus criou o mal, sim, e Ele não precisa de acusação, pois Ele mesmo afirma que “Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu sou o Senhor, que faço todas estas coisas”. Sim, Deus criou o mal, não por ser malvado, mas para que o Homem tivesse como exercer seu livre-arbítrio. Mas o responsável pela entrada do mal no mundo foi o Homem, ao desobedecer a ordem divina para não provar de certo fruto que havia no início dos tempos.
O curioso é que sobre a Árvore da Vida não havia qualquer restrição, mas o Homem preferiu experimentar da outra, que era proibida.
Agora, como dantes, tenta jogar a culpa nos outros.
Quando o maior desastre ecológico da História vier sobre este planeta, novamente o Homem irá escolher o caminho errado. Ao fugir do arrependimento e escolher virar as costas a Deus, estará selando seu destino eterno.
Aproveite enquanto há tempo.
Não espere as coisas piorarem.

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