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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Diante do Trono faz acordo com subsidiária da TV Globo

Foi anunciado com estardalhaço o acordo entre a banda gospel Diante do Trono e a Som Livre, um dos tentáculos da poderosa Rede Globo. A Som Livre é uma gravadora e distribuidora de música, que cresceu graças às trilhas sonoras das novelas globais. Segundo informações da banda, o objetivo é ampliar a atuação no mercado fonográfico.
“Vejo a possibilidade de chegar aonde ainda não atingimos, de expandir o alcance da nossa mensagem, o que para nós é o mais importante. A ideia é reunir a excelência que temos nas nossas produções à que a Som Livre tem na distribuição”, esclarece Ana Paula Valadão. “Com essa parceria será possível encontrar os produtos Diante do Trono onde dificilmente eles chegariam”, acrescenta o maestro e diretor executivo Sérgio Gomes. “Definitivamente é algo para comemorar”.
A Som Livre vem investindo pesado em música religiosa, distribuindo CDs do Padre Fábio de Melo, e outros do meio católico como a banda Rosa de Saron, segundo o site Gospel +.
De fato, a empresa já lançou uma coletânea com hits evangélicos (“Promessa”). O CD possui uma capa óbvia: uma paisagem florida, céu azul e uma cruz, e o repertório com 14 faixas traz a clássica "Vai dar tudo certo" com Waldecy Aguiar. Quem também marca presença com duas canções é Regis Danese com a já saturada "Faz um milagre em mim" e "Compromisso". Completando o álbum, Irmão Lázaro, Aline Barros, Elaine Martins, Robinson Monteiro, Ronaldo Medeiros, Trazendo a Arca e o clã Valadão representado por Ana Paula e André.
Aparentemente o negócio é bom, pois a distribuição do DT de fato deverá crescer. Mas há questões ainda obscuras. Por exemplo, quem está no Caminho há pouco tempo talvez não saiba, mas a turma com 10 anos ou mais de conversão há de se lembrar quantas vezes ouvimos do púlpito sobre as ligações da Globo com o satanismo. Quantos testemunhos já ouvimos, de ex-paquitos, ex-integrantes do “Xou da Xuxa”, ex-funcionários da “Vênus Platinada”, sobre um altar dedicado a Satã, no subsolo da Globo? Muitos pastores já atestaram esse fato, dizendo que tudo – absolutamente tudo – que ali entra deve ser “consagrado” para que tenha sucesso. E aí perguntamos: será possível que todos esses testemunhos tenham sido falsos? Você teria a coragem de, diante de todas essas pessoas que relataram tais fatos, dizer-lhes “na cara” que são mentirosas?
Então, como encarar a “parceria” entre uma banda evangélica e essa filial do inferno? Como ficará a relação comercial entre as partes? Será que realmente o DT precisa “expandir o alcance da mensagem”? Onde será que os produtos do DT “dificilmente chegariam”? Tudo isso nos parece ser apenas mais uma operação simplesmente comercial. Princípios evangélicos – bíblicos – de “jugo desigual”? Às favas.
Mesmo que alguém um dia venha a “desmascarar” todos os testemunhos que apontam a Globo como um covil de demônios, a própria história da emissora já seria suficiente para desaconselhar qualquer tipo de parceria comercial. Estão à disposição, em livrarias e até mesmo na internet, informações sobre as origens escusas, as falcatruas que aumentaram o patrimônio, o poder e a influência da família Marinho, a serviço da ditadura militar. É notória a manipulação das pesquisas eleitorais visando
derrubar Leonel Brizola do governo do Estado do Rio. Todos sabem que a Globo manipulou o debate que decidiu a eleição a favor de Collor, e depois se esforçou para catapultá-lo do Palácio do Planalto. Quem só vê a Globo nunca viu as manifestações a favor das Diretas Já. Para mim, isso já era motivo para passar longe do Jardim Botânico (bairro do Rio onde fica a sede global). Mas tem crente querendo se associar a ela. É antiga a antipatia da Globo a tudo que se relaciona com o Evangelho:
Em 1995, a emissora veiculou uma minissérie – “Decadência” – na qual era contada a história de um sujeito que resolvia se transformar em pastor, fundar uma igreja e enriquecer ilicitamente, às custas dos fiéis. Até “hinos” e “corinhos” os globais compuseram, para serem cantados nas cenas da “Igreja”. O personagem principal foi vivido por Edson Celulari (budista), que no final é assassinado por outro pastor (!), interpretado por Milton Gonçalves. O roteiro foi escrito por Dias Gomes (espírita).
Depois, evangélicos exultaram quando Aline Barros entrou na trilha da novela “Duas Caras”, que retratava evangélicos, também de forma estereotipada. A música era fundo das cenas mais discriminatórias e preconceituosas que se tem notícia na TV brasileira (http://duascaras.globo.com/Novela/Duascaras/Capitulos/0,,AA1674499-9156,00.html). A certa altura, vemos “evangélicos” de Bíblia na mão gritando para um homossexual: “Nós vamos tirar o demônio de seu corpo e vai debaixo de pau e pedra”. Em outro momento uma “irmã” diz: “Eu sou a mão da força divina”; outra “evangélica” atira uma pedra em direção à mulher acusada de manter romance com dois homens; sucede ai uma invasão da casa onde os “crentes” gritam: “Quem não quiser arder no fogo do inferno me siga”, e a “crente Edvânia” esfaqueia o colchão dizendo “o sangue de Jesus tem poder”.
Então um dos homens grita: “o pecado está no preconceito, na intolerância, na violência”, revelando-se a intenção da cena. Esta frase é um dos chavões do movimento gay no Brasil, geralmente usada contra a Igreja Evangélica. Tudo isto faz parte da campanha para aprovar a denominada “Lei da Mordaça”, anti-homofobia (PLC 122/2006 e PL 6418/2005). Também faz parte de uma campanha para jogar a opinião pública contra a Igreja e seus líderes, tachando-os de preconceituosos e intolerantes.
A Rede Globo agiu de forma maliciosa, discriminadora, preconceituosa e pejorativa em relação a todos os cristãos evangélicos, retratando-os como fanáticos que desejam impor seu pensamento e seu estilo de vida à sociedade (fonte - http://comoviveremos.com/2008/03/18/o-preconceito-da-rede-globo/ ).
Mais recentemente, a música “Simpathy For The Devil” (“Simpatia Pelo Diabo”, dos Rolling Stones) fui usada na novela “Celebridade” para pontuar a atuação de uma personagem malvada. A letra dessa canção é um louvor a Lúcifer, e não precisa ser aqui traduzida. Quem quiser pode procurar no Google. O fato é que toda noite milhões de brasileiros eram submetidos a esse “momento de adoração”.
Na segunda temporada da série “Ó Pai Ó”, que já abordou a adoção de crianças por casais homossexuais, a personagem Maria (Valdinéia Soriano) descobre, por meio de Mãe Raimunda (Cássia Valle), que o “orixá” de Michelângelo é Exu, mas ela prefere consagrá-lo a Ogum. Para isso, ela deve homenagear o “santo” e, após sonhar com seu filho envolto em vermelho e preto, decide vesti-lo com essas cores. E mais, com o novo capítulo da “guerra de audiência” contra a Rede Record, anuncia-se que a emissora global estuda a inclusão, mais uma vez, de um pastor picareta que enriquece às custas dos crentes. (veja aqui: http://gracaplena.blogspot.com/2009/08/globo-tira-onda-com-evangelicos-de-novo.html). E os evangélicos aplaudem a parceria com a Som Livre...
Para finalizar, duas coisas para pensar. Durante anos fomos instruídos a “abrir os olhos” e identificar símbolos satânicos, da “nova era” e outros que estariam aí mesmo, para que não nos contaminássemos e “retirássemos o mal de nossas casas”. Inúmeros produtos, de cosméticos a filmes, discos e roupas, foram postos fora, queimados e destruídos para “expulsar o mal” ou as “maldições”. Pois bem. Façamos um pequeno exercício de semiótica e estudemos um pouco as marcas das empresas citadas.
Vejamos primeiro o logotipo da Som Livre, sócia do Diante do Trono. Agora o símbolo “Yin-Yang”, que é, na filosofia chinesa, uma representação do príncipio da dualidade: o claro e o escuro, o frio e o quente, o bem e o mal, em equilíbrio e interdependência; o conceito tem sua origem no Tao, base da filosofia e metafísica da cultura daquele país. Isto é bíblico? E a  semelhança, seria mera coincidência? Sem comentários.
Vejamos então o símbolo da Rede Globo. Nada de mais? Ele é uma versão moderna do “Olho de Hórus”! O “Olho Que Tudo Vê” vem do mais baixo e vil ocultismo, de origem egípcia, nos mistérios satânicos que Deus julgou fisicamente na época de Moisés. 
Representa a suposta onisciência de Hórus, o deus-sol. Como diz um livro maçônico: "...A ideia do 'Olho Que Tudo Vê'... A meta final perante o neófito egípcio, era a iluminação, que é ser 'levado à luz'. A religião do Egito era a religião da luz" (Thomas Milton Stewart, “The Symbolism of the Gods of the Egyptians and the Light They Throw on Freemansory” ("O Simbolismo dos Deuses Egípcios e da Luz na Maçonaria", Londres, Inglaterra, Baskerville Press, 1927, pg 5). Isso é terrível, pois “na mitologia egípcia Hórus é Lúcifer” (William Schnoebelen, ex-satanista, em “Maçonaria: Do Outro Lado da Luz”). Com informações de http://www.espada.eti.br/n1986.asp. Como se não bastasse, o logotipo global foi adaptado para ter no fundo as cores do arco-íris, a bandeira do movimento gay.
Agora, reflita: você compraria produtos de uma empresa como essa?
Deuteronômio 22:11 - Não te vestirás de estofo misturado, de lã e linho juntamente.
Miquéias 6:11 - Justificarei ao que tem balanças falsas, e uma bolsa de pesos enganosos?
I Reis 18:21 - E Elias se chegou a todo o povo, e disse: Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; mas se Baal, segui-o.
Mateus 6:24 - Ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar a um e amar o outro, ou há de dedicar-se a um e desprezar o outro.
II Coríntios 6:14 - Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com as trevas?

Doa a quem doer.

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