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sexta-feira, 29 de maio de 2009

O que vem depois da lei de "homofobia"? Você vai permitir?

Pastor Hector Muñoz Uribe - Concepción/Chile
(UBE - POSTAGEM COLETIVA)
O que você diria se um homossexual entregasse a seu filho de oito anos um “manual” para convencê-lo de que condutas homossexuais são inteiramente normais? Que diria você se esse “manual” lhe ensinasse que as condutas homossexuais não são aceitas por culpa da Igreja e da moral cristã que você tem ensinado?
Que diria você, se soubesse que esse “manual” vem acompanhado de um curso que inclui algumas “tarefas”, por exemplo, como fazer um convite para um homossexual vir à sala de aula explicar suas próprias experiências ou efetuar visitas a organizações de homossexuais, onde se lhe explicará com todos os detalhes como se deve “assumir” a homossexualidade?
E que diria você se o Ministério da Educação outorgasse um respaldo oficial a este “manual” dando-lhe boas vindas, como acaba de fazê-lo a chefe do Departamento de Educação Extracurricular do Ministério de Educação do Chile, Magdalena Garretón: “São muito bem-vindos os materiais para ensinar sobre este tema” (publicado no Jornal El Mercúrio em 28 de abril de 2009) ainda que o MEC – Chileno não o respalde?
Tal situação não é uma mera possibilidade. Ao contrário, é muito provável que seu filho deva estudar o manual “Educando na diversidade, orientação sexual e identidade de gênero” editado pelo “Movimiento de Liberación Homossexual do Chile e financiado pelo governo de Extremadura (Comunidade Autônoma da Espanha, cuja capital é Mérida) e pelo “Movimiento Homossexual Triángulo”, também da Espanha.Esse “manual” se destina, em uma primeira edição, a 250 colégios da Região Metropolitana de Santiago para crianças desde a 7ª série do ensino fundamental até o 4º ano do ensino médio, além de ser oferecido gratuitamente em página da WEB. Seu objetivo é acostumar aos meninos às condutas homossexuais, acabar com qualquer objeção de consciência a essas condutas e, por último, a quem já tenha sido pervertido por suas diretrizes, a “sair do armário” publicamente. Ou seja, uma apologia da homossexualidade.
Mas este "manual" não fica apenas na teoria. Explica também a meninos e meninas que em seu "processo de auto-conhecimento" se deve destruir a "homo-transfobia-interiorizada", acabar com o recato e a vergonha sobre sua orientação sexual ou identidade de gênero. Em poucas palavras, isto significa que os ativistas homossexuais tentam convencer a muitos meninos, que se encontram em uma fase de amadurecimento incipiente, de que são homossexuais sem sabê-lo, e que mais adiante se devem comportar como tais.Posteriormente lhes mostram, nesse processo de "auto-conhecimento", que poderão ter experiências "de intimidade com pares homossexuais ou transexuais e, finalmente, lhes recomendam, a "saída do armário", ou seja, que proclamem sem vergonha sua condição homossexual.
Segundo o "manual", a principal culpada da discriminação aos homossexuais é a influência do cristianismo. Uma das religiões que consideram a homossexualidade com um pecado que atenta contra a moral e os bons costumes. O "manual" explica aos meninos que "o pecado é um conceito religioso que somente se baseia na Bíblia, em texto "não conclusivo". A consequência é que a criança, na medida que se deixe induzir por ativistas homossexuais, se convencerá da "normalidade" de tais condutas, e terminará inevitavelmente rechaçando qualquer influência moral da religião, por crer que esta é a causadora de todas as discriminações.
Toda esta incitação à imoralidade e instigação à apostasia da moral cristã está sendo financiada pela Junta de Extremadura do PSOE (partido político da Espanha) e pela fundação espanhola "Triángulo" de lésbicas e homossexuais para impor sobre o Chile o que hoje já é lei na Espanha: as uniões civis homossexuais e a adoção de crianças por parte desses "casais". Mas o objetivo do Movimento de Homossexuais (Movilh) é que o Ministério da Educação do Chile incorpore o manual para lhe dar uma distribuição nacional. Segundo eles, o Movilh com esta publicação está "fazendo as vezes" do MEC Chileno. Afirma o "Movilh" que há jovens que estão solicitando sua publicação em todas as províncias chilenas (de Arica a Punta Arenas) sem embargo, uma política educação sexual para estudantes via Ministério da Educação (CNN Chile, 18 de abril, 2009). Isto é uma clara pressão para que o Governo do Chile "encampe" este manual como um texto educativo para todo o país. Tal eventualidade é bem provável, uma vez que o grande financiador das atividades do "Movilh" é precisamente o governo do Chile.
Ademais, o próprio Ministério de Educação do Chile já deu as "boas-vindas" a este péssimo manual e no passado recomendou um livro de conteúdo muito semelhante que aconselhava aos meninos: "Faça contato com alguma pessoa homossexual que você conheça. Se puder, convide-a para conversar em seu curso no colégio" (Cambiando de Piel" - edição "La morada" 1997).
Pense um pouco. Pense na pressão do ambiente desse curso, nas burlas e sanções, se se obstina em considerar que as condutas homossexuais são "intrinsecamente desordenadas" ou simplesmente, um pecado, como sempre tem ensinado a Igreja cristã.Resistirá? - Este "manual" é uma clara incitação à apostasia da moral cristã e da fé, e um curso de perversão sexual para as crianças; para seu filho e para sua filha e faz parte de uma campanha para descristianizar o Chile desde suas próprias raízes. E não pense que colégios cristão estão a salvo desta influência. O "manual" foi redigido graças a uma "experiência piloto" realizada em vários colégios, entre os quais, o "Alma Matar" e o "Monsenhor Enrique Alvear", que dizem ter uma orientação católica.
É necessário e urgente exercer uma pressão sobre o Ministério da Educação para impedir que aqueles que pretendem dar um respaldo oficial a este "manual" tenham êxito. Se a Ministra da Educação não vir, de parte dos pais de família uma forte reação contra esta campanha de perversão, poderá por ceder diante das pressões do movimento dos homossexuais. As declarações de boas-vindas da chefe do departamento de Educação Extracurricular do Ministério da Educação Chileno, Magdalena Garretón, a este material, são um claro indício de que se pretende aprovar oficialmente esta publicação.
Original em espanhol: Blog Mirar Cristiano (tradução de João Cruzué; revisão e edição de Georges Edward Alves)

Comentário de João Cruzué - Hoje isto está acontecendo no Chile; amanhã, provavelmente, poderia acontecer no Brasil. Vejo uma Igreja cristã brasileira indiferente e pouco engajada. Do outro lado, o exército dos "amalequitas" está formado. Financiado com recursos públicos. Dos impostos que nós, cristãos, pagamos. Financiado com recursos de países e organizações estrangeiras. A Igreja brasileira não está levando em conta o tamanho do mal que está por vir. Para combater isso não basta orar. Nem se omitir; justificar que o mundo jaz no maligno. Você deve isto a seus filhos. A seus netos. É preciso se mexer dentro do exercício do jogo democrático. Protestar. Espernear. Engana-se quem pensa que, se a Lei da "homofobia" passar, o ativismo homossexual vai se arrefecer. O que está acontecendo no Chile mostra que não. Há uma estratégia planejada para exigir a mudança constitucional para legalizar o casamento homossexual. Com a lei da "homofobia" aprovada, o caminho fica livre. E se a lei mudar, pode amparar o casamento homossexual dentro da sua Igreja. Acorda e protesta!

Comentário de Georges Edward Alves – o que nos causa ainda mais espanto é o fato de que um sujeito como Rick Warren, que cansou de ganhar dinheiro às custas do povo evangélico vendendo seus livros “com propósitos”, agora diz que não é nem nunca foi contrário ao “casamento gay”, e em rede internacional de televisão pede “perdão aos amigos homossexuais”. Assim podemos entender a palavra que Jesus dirá um dia a alguns de seus pretensos seguidores: “Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade” (Mateus 7:23). DOA A QUEM DOER!

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